Funcionamento neuropsicológico de pacientes transplantados renais e suas repercussões na funcionalidade e adesão ao tratamento
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59134/tde-03042025-112755/ |
Resumo: | A doença renal crônica (DRC) representa um importante problema de saúde pública no Brasil, caracterizada pela redução da taxa de filtração glomerular (TFG), seus estágios podem ser obtidos pela estimativa dessa mesma taxa (eTFG). Nos estágios avançados, o transplante renal (TX-renal) torna-se a principal opção terapêutica, exigindo adesão rigorosa a um regime medicamentoso contínuo. Pacientes com DRC apresentam um risco elevado de alterações no funcionamento neuropsicológico. Embora o TX-renal possa melhorar ou reverter alguns desses déficits, certas disfunções cognitivas podem persistir, tornando o período pós-transplante desafiador. A avaliação neuropsicológica é uma ferramenta valiosa para compreender as alterações cognitivas, funcionais e comportamentais nesses indivíduos. Este estudo teve como objetivo caracterizar e comparar as características sociodemográficas e clínicas, o funcionamento neuropsicológico, a funcionalidade e a adesão ao tratamento de pacientes transplantados renais, de acordo com os estágios da DRC, além de investigar as associações entre essas variáveis. Para isso, foi realizada uma pesquisa observacional, de corte transversal e abordagem quantitativa, no Ambulatório de Transplante Renal do Hospital das Clínicas da FMRP-USP (HCRP). As informações foram obtidas através da análise de prontuários médicos, avaliações clínicas e neuropsicológicas realizadas no dia da consulta de rotina dos participantes. Foram recrutados 70 participantes adultos, com idades entre 30 e 55 anos, que receberam TX-renal há pelo menos seis meses e foram agrupados conforme os estágios da DRC baseados na eTFG: Grupo 1 (eTFG 60+), Grupo 2 (eTFG 45-59) e Grupo 3 (eTFG <45). Todos os participantes completaram uma bateria de testes neuropsicológicos, além de responderem a uma pergunta sobre o uso de lembretes para a administração de medicações imunossupressoras. As análises estatísticas, incluindo testes de qui-quadrado e Kruskal-Wallis, foram realizadas para comparar os grupos e verificar associações entre as variáveis investigadas, utilizando o software JAMOVI (versão 2.3.28), com nível de significância estabelecido em 5% (p <0,05). Os resultados indicaram que não houve diferenças significativas entre os grupos em relação às variáveis sociodemográficas e, apesar da função neuropsicológica geral não ter mostrado diferenças significativas entre os grupos, a maioria dos pacientes obteve pontuações abaixo dos valores normativos esperados, sugerindo a persistência de alterações cognitivas após o transplante. Em relação à adesão ao tratamento, 45,7% dos participantes foram classificados como não aderentes, com diferenças significativas nos níveis de adesão entre os grupos. Pacientes em estágios mais avançados da DRC demonstraram maior adesão, possivelmente devido à percepção da gravidade de sua condição. O uso de lembretes foi identificado como uma estratégia eficaz para melhorar a adesão ao tratamento imunossupressor. Embora a maioria dos pacientes apresentasse funcionalidade normal, 35,2% relataram algum grau de incapacidade. Não houve associações significativas entre funcionalidade e adesão ou entre funcionamento neuropsicológico e a adesão ao tratamento, embora níveis de ansiedade e depressão estivessem relacionados à funcionalidade. Apesar das limitações, este estudo conclui que uma abordagem integrada no acompanhamento de pacientes transplantados renais é crucial. A avaliação do funcionamento neuropsicológico pode ser um avanço no diagnóstico e tratamento desses pacientes, permitindo identificar disfunções persistentes e contribuir para a compreensão de fatores que podem influenciar no tratamento. |
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Funcionamento neuropsicológico de pacientes transplantados renais e suas repercussões na funcionalidade e adesão ao tratamentoNeuropsychological functioning of kidney transplant patients and its repercussions on functionality and adherence to treatmentAderência à medicaçãoKidney transplantMedication adherenceNeuropsicologiaNeuropsychologyTransplante renalA doença renal crônica (DRC) representa um importante problema de saúde pública no Brasil, caracterizada pela redução da taxa de filtração glomerular (TFG), seus estágios podem ser obtidos pela estimativa dessa mesma taxa (eTFG). Nos estágios avançados, o transplante renal (TX-renal) torna-se a principal opção terapêutica, exigindo adesão rigorosa a um regime medicamentoso contínuo. Pacientes com DRC apresentam um risco elevado de alterações no funcionamento neuropsicológico. Embora o TX-renal possa melhorar ou reverter alguns desses déficits, certas disfunções cognitivas podem persistir, tornando o período pós-transplante desafiador. A avaliação neuropsicológica é uma ferramenta valiosa para compreender as alterações cognitivas, funcionais e comportamentais nesses indivíduos. Este estudo teve como objetivo caracterizar e comparar as características sociodemográficas e clínicas, o funcionamento neuropsicológico, a funcionalidade e a adesão ao tratamento de pacientes transplantados renais, de acordo com os estágios da DRC, além de investigar as associações entre essas variáveis. Para isso, foi realizada uma pesquisa observacional, de corte transversal e abordagem quantitativa, no Ambulatório de Transplante Renal do Hospital das Clínicas da FMRP-USP (HCRP). As informações foram obtidas através da análise de prontuários médicos, avaliações clínicas e neuropsicológicas realizadas no dia da consulta de rotina dos participantes. Foram recrutados 70 participantes adultos, com idades entre 30 e 55 anos, que receberam TX-renal há pelo menos seis meses e foram agrupados conforme os estágios da DRC baseados na eTFG: Grupo 1 (eTFG 60+), Grupo 2 (eTFG 45-59) e Grupo 3 (eTFG <45). Todos os participantes completaram uma bateria de testes neuropsicológicos, além de responderem a uma pergunta sobre o uso de lembretes para a administração de medicações imunossupressoras. As análises estatísticas, incluindo testes de qui-quadrado e Kruskal-Wallis, foram realizadas para comparar os grupos e verificar associações entre as variáveis investigadas, utilizando o software JAMOVI (versão 2.3.28), com nível de significância estabelecido em 5% (p <0,05). Os resultados indicaram que não houve diferenças significativas entre os grupos em relação às variáveis sociodemográficas e, apesar da função neuropsicológica geral não ter mostrado diferenças significativas entre os grupos, a maioria dos pacientes obteve pontuações abaixo dos valores normativos esperados, sugerindo a persistência de alterações cognitivas após o transplante. Em relação à adesão ao tratamento, 45,7% dos participantes foram classificados como não aderentes, com diferenças significativas nos níveis de adesão entre os grupos. Pacientes em estágios mais avançados da DRC demonstraram maior adesão, possivelmente devido à percepção da gravidade de sua condição. O uso de lembretes foi identificado como uma estratégia eficaz para melhorar a adesão ao tratamento imunossupressor. Embora a maioria dos pacientes apresentasse funcionalidade normal, 35,2% relataram algum grau de incapacidade. Não houve associações significativas entre funcionalidade e adesão ou entre funcionamento neuropsicológico e a adesão ao tratamento, embora níveis de ansiedade e depressão estivessem relacionados à funcionalidade. Apesar das limitações, este estudo conclui que uma abordagem integrada no acompanhamento de pacientes transplantados renais é crucial. A avaliação do funcionamento neuropsicológico pode ser um avanço no diagnóstico e tratamento desses pacientes, permitindo identificar disfunções persistentes e contribuir para a compreensão de fatores que podem influenciar no tratamento.Chronic kidney disease (CKD) represents a significant public health issue in Brazil, characterized by a reduction in glomerular filtration rate (GFR). Its stages can be determined by estimating this same rate (eGFR). In the more advanced stages, kidney transplantation (KT) becomes the main therapeutic option, requiring strict adherence to a continuous medication regimen. Patients with CKD have a high risk of experiencing alterations in neuropsychological functioning. Although KT may improve or even reverse some of these deficits, certain cognitive dysfunctions may persist. The post-transplant period is challenging for these patients. Neuropsychological assessment is a valuable tool for understanding cognitive, functional, and behavioral changes in these individuals. This study aimed to characterize and compare the sociodemographic and clinical characteristics, neuropsychological functioning, functionality, and treatment adherence of kidney transplant patients according to the stages of CKD, as well as to investigate associations between these variables. An observational, cross-sectional study with a quantitative approach was conducted at the Ambulatório de Transplante Renal do Hospital das Clínicas da FMRP-USP (HCRP). Information was obtained through the analysis of medical records, clinical evaluations, and neuropsychological assessments performed on the day of the participants\' routine consultation. Seventy adult participants, aged between 30 and 55 years, who had received KT at least six months prior, were recruited and grouped according to the stages of CKD based on eGFR: Group 1 (eGFR 60+), Group 2 (eGFR 45-59), and Group 3 (eGFR <45). All participants completed a battery of neuropsychological tests and answered a question about the use of reminders for administering immunosuppressive medications. Statistical analyses, including chi-square tests and Kruskal-Wallis tests, were conducted to compare the groups and verify associations between the investigated variables, using JAMOVI software (version 2.3.28), with a significance level set at 5% (p < 0.05). The results indicated that there were no significant differences between the groups regarding sociodemographic variables, and although general neuropsychological functioning did not show significant differences between the groups, most patients scored below the expected normative values, suggesting the persistence of cognitive impairments after transplantation. Regarding treatment adherence, 45.7% of participants were classified as non-adherent, with significant differences in adherence levels between the groups. Patients in more advanced stages of CKD demonstrated greater adherence, possibly due to their perception of the severity of their condition. The use of reminders was identified as an effective strategy to improve adherence to immunosuppressive treatment. Although most patients exhibited normal functionality, 35.2% reported some degree of disability. There were no significant associations between functionality and adherence or between neuropsychological functioning and treatment adherence, although levels of anxiety and depression were related to functionality. Despite its limitations, this study concludes that an integrated approach to the follow-up of kidney transplant patients is crucial. Neuropsychological functioning assessment can be an advancement in the diagnosis and treatment of these patients, allowing for the identification of persistent dysfunctions and contributing to the understanding of factors that may influence treatment.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPFoss, Maria PaulaRomão, Elen AlmeidaRocha, Rafaela Cristina de França2025-02-03info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59134/tde-03042025-112755/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-06-26T14:10:01Zoai:teses.usp.br:tde-03042025-112755Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-06-26T14:10:01Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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