Distribuição e dinâmica espacial de abelhas sociais Meliponini em um remanescente de Mata Atlântica (Salvador, Bahia, Brasil)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2003
Autor(a) principal: Batista, Milson dos Anjos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
APA
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59131/tde-25092025-130137/
Resumo: Este estudo buscou caracterizar a comunidade de Meliponini quanto à ocupação de substratos de nidificação, em diferentes porções de hábitat, em um fragmento de Mata Atlântica (APA Joannes-Ipitanga, Salvador, Bahia, Brasil). Durante três anos de atividades em campo, os ninhos naturais de Meliponini foram localizados em uma área amostral de 11,3 ha, envolvendo três hábitats contíguos e em diferentes estágios de regeneração (ou perturbação) da floresta: inicial (máxima perturbação), intermediário e avançado (floresta estruturada). Dezesseis espécies de onze gêneros de Meliponini foram identificadas (quatro foram reconhecidas como espécies novas). Foram identificadas sete categorias de substratos de nidificação, na seguinte ordem decrescente de uso pelos Meliponini: árvores, cavidades artificiais, caixas iscas, troncos (árvores mortas), expostos, solo e bromélias. As espécies diferem estaticamente na ocupação dos tipos de substratos e hábitats. Árvores foi o principal substrato de nidificação usado pela maioria das espécies de Meliponini. As medidas de similaridade (Bray-Curtis) geram agrupamentos (UPGMA) consistentes de espécies na ocupação dos hábitats e substratos. Dezoito espécies arbóreas abrigaram ninhos de 55% dos Meliponini, destacando-se Tapirira guianensis, com 47% dos ninhos de nove espécies. Totalizando 54% dos ninhos, Tetragonisca angustula foi a única espécie dominante nas três porções de hábitat. Outras espécies dominantes foram Nannotrigona punctata e Plebeia sp.n.l. Como outros Meliponini, T. angustula apresentou hábito generalista de nidificação, mas ocupou preferencialmente ocos de Tapirira guianensis. A amplitude do DAP das árvores ocupadas por T. angustula sobrepõe-se totalmente ao DAP das árvores ocupadas pelas demais espécies de Meliponini (não houve diferença estatística entre os DAP). As espécies mais exigentes quanto ao tipo de substrato ficaram, freqüentemente, restritas ao hábitat de floresta em estágio avançado de regeneração, destacando-se Melipona scutellaris e Oxytrigona tataira, que necessitam de grandes cavidades arbóreas. O hábitat inicial apresentou diversidade (H\') semelhante à da floresta estruturada, porém abrigou com maior freqüência espécies generalistas que ocupam cavidades artificiais. O hábitat intermediário apresentou a menor diversidade de espécies e a menor abundância de ninhos. A fragmentação dos remanescentes de floresta regional, e o corte seletivo de algumas espécies arbóreas tendem a beneficiar a expansão populacional de Tapirira guianensis, uma espécie de crescimento rápido, dominante na floresta secundária. Indiretamente, isto beneficia T. angustula, amplificando o efeito de massa desta abelha sobre os demais Meliponini. A ação antrópica é a principal causa da baixa densidade de ninhos de Melipona scutellaris na floresta local. Esta espécie endêmica está localmente ameaçada de extinção devido à pilhagem sistemática de ninhos e à derrubada de grandes árvores. As variações nas abundâncias de várias outras espécies entre as porções de hábitat podem ser explicadas pela oferta de substratos, ou por interações com espécies generalistas dominantes. Poucas espécies locais de Meliponini são generalistas, de modo que a heterogeneidade espacial nas condições de existência dos hábitats e a partilha de substratos de nidificação contribuem para a diversidade na paisagem em mosaico. Este fragmento de Mata Atlântica aparece como a segunda localidade em riqueza de espécies e com a maior densidade de ninhos de Meliponini entre dezenas de levantamentos realizados nos trópicos.
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spelling Distribuição e dinâmica espacial de abelhas sociais Meliponini em um remanescente de Mata Atlântica (Salvador, Bahia, Brasil)Distribution and spatial dynamics of Meliponini social bees in a remnant of Atlantic Rain Forest (Salvador, Bahia, Brazil)Abelhas sociaisAPAAtlantic Rain ForestBee diversityConservaçãoConservationDiversidade de abelhasFragmentaçãoFragmentationHabitat heterogeneityHeterogeneidade de hábitatsMata AtlânticaMelipona scutellarisMelipona scutellarisMeliponiculturaMeliponiniMeliponiniNesting sitesNinhosStingless beekeepingStingless beesSubstratos de nidificaçãoEste estudo buscou caracterizar a comunidade de Meliponini quanto à ocupação de substratos de nidificação, em diferentes porções de hábitat, em um fragmento de Mata Atlântica (APA Joannes-Ipitanga, Salvador, Bahia, Brasil). Durante três anos de atividades em campo, os ninhos naturais de Meliponini foram localizados em uma área amostral de 11,3 ha, envolvendo três hábitats contíguos e em diferentes estágios de regeneração (ou perturbação) da floresta: inicial (máxima perturbação), intermediário e avançado (floresta estruturada). Dezesseis espécies de onze gêneros de Meliponini foram identificadas (quatro foram reconhecidas como espécies novas). Foram identificadas sete categorias de substratos de nidificação, na seguinte ordem decrescente de uso pelos Meliponini: árvores, cavidades artificiais, caixas iscas, troncos (árvores mortas), expostos, solo e bromélias. As espécies diferem estaticamente na ocupação dos tipos de substratos e hábitats. Árvores foi o principal substrato de nidificação usado pela maioria das espécies de Meliponini. As medidas de similaridade (Bray-Curtis) geram agrupamentos (UPGMA) consistentes de espécies na ocupação dos hábitats e substratos. Dezoito espécies arbóreas abrigaram ninhos de 55% dos Meliponini, destacando-se Tapirira guianensis, com 47% dos ninhos de nove espécies. Totalizando 54% dos ninhos, Tetragonisca angustula foi a única espécie dominante nas três porções de hábitat. Outras espécies dominantes foram Nannotrigona punctata e Plebeia sp.n.l. Como outros Meliponini, T. angustula apresentou hábito generalista de nidificação, mas ocupou preferencialmente ocos de Tapirira guianensis. A amplitude do DAP das árvores ocupadas por T. angustula sobrepõe-se totalmente ao DAP das árvores ocupadas pelas demais espécies de Meliponini (não houve diferença estatística entre os DAP). As espécies mais exigentes quanto ao tipo de substrato ficaram, freqüentemente, restritas ao hábitat de floresta em estágio avançado de regeneração, destacando-se Melipona scutellaris e Oxytrigona tataira, que necessitam de grandes cavidades arbóreas. O hábitat inicial apresentou diversidade (H\') semelhante à da floresta estruturada, porém abrigou com maior freqüência espécies generalistas que ocupam cavidades artificiais. O hábitat intermediário apresentou a menor diversidade de espécies e a menor abundância de ninhos. A fragmentação dos remanescentes de floresta regional, e o corte seletivo de algumas espécies arbóreas tendem a beneficiar a expansão populacional de Tapirira guianensis, uma espécie de crescimento rápido, dominante na floresta secundária. Indiretamente, isto beneficia T. angustula, amplificando o efeito de massa desta abelha sobre os demais Meliponini. A ação antrópica é a principal causa da baixa densidade de ninhos de Melipona scutellaris na floresta local. Esta espécie endêmica está localmente ameaçada de extinção devido à pilhagem sistemática de ninhos e à derrubada de grandes árvores. As variações nas abundâncias de várias outras espécies entre as porções de hábitat podem ser explicadas pela oferta de substratos, ou por interações com espécies generalistas dominantes. Poucas espécies locais de Meliponini são generalistas, de modo que a heterogeneidade espacial nas condições de existência dos hábitats e a partilha de substratos de nidificação contribuem para a diversidade na paisagem em mosaico. Este fragmento de Mata Atlântica aparece como a segunda localidade em riqueza de espécies e com a maior densidade de ninhos de Meliponini entre dezenas de levantamentos realizados nos trópicos.This study sought to characterize the spatial structure of a community of stingless bees (Meliponini) in a fragment of Atlantic Rain Forest (APA Joannes-Ipitanga, Salvador, Bahia, Brazil). During a three-year field study, a survey of Meliponini nests was conducted in a sample area of 11.3 ha containing three contiguous habitat types, each in different stages of forest regeneration: depleted (minimum regeneration/maximum degradation), intermediate, and advanced (structured forest). Sixteen species from eleven genus of Meliponini were identified, four of which were recognized as new species. Seven nest-site categories were identified: trees, artificial cavities, trap-nests, dead tree trunks, exposed nest sites, soil, and bromeliads (in descending order of frequency). There were statistical differences in the types of nest sites and habitats occupied by different species. Trees were the major nest sites used by the majority of Meliponini species. Measures of similarity (Bray-Curtis) generated clusters (UPGMA) consistent with the patterns of occupation of nest sites and habitat types. Eighteen tree species harbored the nests of 55% of the Meliponini species. The tree Tapirira guianensis was found to harbor 47% ofthe nests of nine species. Tetragonisca angustula was responsible for 54% of all sampled nests, and was the only dominant species present in all three habitat types. Other dominant species were Nannotrigona punctata and Plebeia sp.n.l. Like other Meliponini, T. angustula showed generalized nesting habits, but Tapirira guianensis was its preferred nest site. The range of diameter at breast height (DBH) of trees occupied by T. angustula was completely superimposed on the DBH of trees occupied by the other Meliponini species (there are no statistically significant differences between DBH). The species that were selective with respect to type of nest sites were frequently restricted to advanced stage of forest regeneration, especially Melipona scutellaris and Oxytrigona tataira, which required large arboreal cavities. Depleted stage forest exhibited diversity (H\') similar to that of the structured forest, but more frequently harbored generalist species, who preferred artificial cavities. The intermediate habitat type displayed less species diversity, and a lower abundance of nests. Both the fragmented nature of the regional forest remnants and the practice of selective tree-cutting tend to favor the expansion of Tapirira guianensis, a fastgrowing dominant species in the secondary forest. Indirectly, this benefited T. angustula, which amplified its mass effect on the other Meliponini. The variations in the abundances of other species within the different habitat types can be explained by the availability of nest sites or by interactions with dominant generalist bee species. Few of the local Meliponini species are generalists; as a result, spatial heterogeneity, living conditions, and the sharing of nest sites within each habitat type contribute to the diversity of the local community. The low nest density of Melipona scutellaris in the local forest is a result of human impact, namely indiscriminant tree cutting and the systematic destruction of its nests. This endemic species is threatened with local extinction. ln comparison with the dozens of other surveys of tropical habitats that have been conducted, this fragment of Atlantic Rain Forest exhibited the second highest diversity index and contained the highest density of Meliponini nests.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSoares, Ademilson Espencer EgeaBatista, Milson dos Anjos2003-02-28info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59131/tde-25092025-130137/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-09-25T17:30:02Zoai:teses.usp.br:tde-25092025-130137Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-09-25T17:30:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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Batista, Milson dos Anjos
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Bee diversity
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Diversidade de abelhas
Fragmentação
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Melipona scutellaris
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Meliponicultura
Meliponini
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description Este estudo buscou caracterizar a comunidade de Meliponini quanto à ocupação de substratos de nidificação, em diferentes porções de hábitat, em um fragmento de Mata Atlântica (APA Joannes-Ipitanga, Salvador, Bahia, Brasil). Durante três anos de atividades em campo, os ninhos naturais de Meliponini foram localizados em uma área amostral de 11,3 ha, envolvendo três hábitats contíguos e em diferentes estágios de regeneração (ou perturbação) da floresta: inicial (máxima perturbação), intermediário e avançado (floresta estruturada). Dezesseis espécies de onze gêneros de Meliponini foram identificadas (quatro foram reconhecidas como espécies novas). Foram identificadas sete categorias de substratos de nidificação, na seguinte ordem decrescente de uso pelos Meliponini: árvores, cavidades artificiais, caixas iscas, troncos (árvores mortas), expostos, solo e bromélias. As espécies diferem estaticamente na ocupação dos tipos de substratos e hábitats. Árvores foi o principal substrato de nidificação usado pela maioria das espécies de Meliponini. As medidas de similaridade (Bray-Curtis) geram agrupamentos (UPGMA) consistentes de espécies na ocupação dos hábitats e substratos. Dezoito espécies arbóreas abrigaram ninhos de 55% dos Meliponini, destacando-se Tapirira guianensis, com 47% dos ninhos de nove espécies. Totalizando 54% dos ninhos, Tetragonisca angustula foi a única espécie dominante nas três porções de hábitat. Outras espécies dominantes foram Nannotrigona punctata e Plebeia sp.n.l. Como outros Meliponini, T. angustula apresentou hábito generalista de nidificação, mas ocupou preferencialmente ocos de Tapirira guianensis. A amplitude do DAP das árvores ocupadas por T. angustula sobrepõe-se totalmente ao DAP das árvores ocupadas pelas demais espécies de Meliponini (não houve diferença estatística entre os DAP). As espécies mais exigentes quanto ao tipo de substrato ficaram, freqüentemente, restritas ao hábitat de floresta em estágio avançado de regeneração, destacando-se Melipona scutellaris e Oxytrigona tataira, que necessitam de grandes cavidades arbóreas. O hábitat inicial apresentou diversidade (H\') semelhante à da floresta estruturada, porém abrigou com maior freqüência espécies generalistas que ocupam cavidades artificiais. O hábitat intermediário apresentou a menor diversidade de espécies e a menor abundância de ninhos. A fragmentação dos remanescentes de floresta regional, e o corte seletivo de algumas espécies arbóreas tendem a beneficiar a expansão populacional de Tapirira guianensis, uma espécie de crescimento rápido, dominante na floresta secundária. Indiretamente, isto beneficia T. angustula, amplificando o efeito de massa desta abelha sobre os demais Meliponini. A ação antrópica é a principal causa da baixa densidade de ninhos de Melipona scutellaris na floresta local. Esta espécie endêmica está localmente ameaçada de extinção devido à pilhagem sistemática de ninhos e à derrubada de grandes árvores. As variações nas abundâncias de várias outras espécies entre as porções de hábitat podem ser explicadas pela oferta de substratos, ou por interações com espécies generalistas dominantes. Poucas espécies locais de Meliponini são generalistas, de modo que a heterogeneidade espacial nas condições de existência dos hábitats e a partilha de substratos de nidificação contribuem para a diversidade na paisagem em mosaico. Este fragmento de Mata Atlântica aparece como a segunda localidade em riqueza de espécies e com a maior densidade de ninhos de Meliponini entre dezenas de levantamentos realizados nos trópicos.
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