Impactos do uso do estradiol na ressincronização superprecoce aos 14 dias pós-IATF em novilhas de corte

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Motta, Igor Garcia
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10131/tde-09012020-101628/
Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar o uso do benzoato de estradiol (BE) ou 17β- estradiol (E2) associado a P4 para ressincronização da ovulação aos 14 dias após a inseminação artificial em tempo fixo (IATF) e seu efeito na manutenção da gestação em novilhas de corte. No Experimento 1, novilhas Nelore foram submetidas à IATF (D0). No D14, os animais receberam um dispositivo intravaginal de P4 e foram alocados em três grupos: controle (sem tratamento; n=17); BE (1mg de BE; n=17); e E2+P4 (1mg E2 + 9mg P4; n=18). Avaliações ultrassonográficas (modo B e Doppler) foram realizadas diariamente do D14 ao D22 para acompanhamento da dinâmica folicular e luteal. No D22, os dispositivos foram removidos e o provável diagnóstico gestacional foi realizado com ultrassonografia Doppler por meio da detecção da luteólise. No Experimento 2, 1178 novilhas Nelore e 117 novilhas cruzadas (Nelore x Angus) foram ressincronizadas conforme o Experimento 1 e divididas nos mesmos três grupos. No D22, o folículo dominante (FD) foi mensurado nas fêmeas não gestantes (NG) e a segunda IATF foi realizada no D24. Em um subgrupo de novilhas NG (n=337), um adesivo para detecção de cio foi usado entre D22 e D24 e o FD foi mensurado no D24. Os diagnósticos confirmatórios foram realizados entre D37-67 e 43-47 após a primeira e segunda IATF, respectivamente. No Experimento 1, a proporção de novilhas com emergência folicular sincronizada (3 a 5 dias após o tratamento) foi maior (P<0,05) no grupo BE (93,8%) quando comparado ao controle (62,5%) e E2+P4 (64,7%). A luteólise ocorreu antes (P<0,05) nos grupos BE (18,6±0,5 dias) e E2+P4 (19,1±0,5 dias) do que no controle (20,6±0,4 dias). A taxa de prenhez não diferiu (P>0,1) entre os grupos controle, BE e E2+P4 no DG22 e no diagnóstico confirmatório em ambos experimentos. No Experimento 2, a perda gestacional entre o D22 e D37-67 foi similar (P>0,1) sendo no controle (19% [36/185]), BE (15% [28/182]), e E2+P4 (15% 28/184]). No D22, o FD foi maior (P<0,05) no grupo controle (11,9±0,14), do que no BE (11,3±0,1) e E2+P4 (11,5±0,1). A proporção de novilhas detectadas em estro no D24 não diferiu (P>0,1) entre os grupos. Entretanto, a taxa de crescimento do FD (mm/dia) foi maior (P<0,05) no grupo BE (0,89 ± 0,08) do que no controle (0,59±0,07) e E2+P4 (0,66±0,09). A taxa de prenhez para a segunda IATF foi maior (P<0,05) no grupo BE (47% [94/200]) quando comparado ao controle (37% [76/203]), mas não diferiu (P>0,1) para o grupo E2+P4 (43% [93/214]). A prenhez acumulativa (primeira e segunda IATFs) não diferiu (P>0,1) entre o controle (59% [204/344]), BE (65% [227/349]) e E2+P4 (64% [220/342]). Conclui-se que a administração de 1 mg de BE ou 1 mg de E2 + 9 mg de P4 aos 14 dias pós-IATF antecipa a luteólise nas novilhas NG mas não compromete a gestação. O tratamento com BE induz a emergência de uma nova onda folicular sincronizada e aumenta a taxa de prenhez nas novilhas NG ressincronizadas.
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Avaliações ultrassonográficas (modo B e Doppler) foram realizadas diariamente do D14 ao D22 para acompanhamento da dinâmica folicular e luteal. No D22, os dispositivos foram removidos e o provável diagnóstico gestacional foi realizado com ultrassonografia Doppler por meio da detecção da luteólise. No Experimento 2, 1178 novilhas Nelore e 117 novilhas cruzadas (Nelore x Angus) foram ressincronizadas conforme o Experimento 1 e divididas nos mesmos três grupos. No D22, o folículo dominante (FD) foi mensurado nas fêmeas não gestantes (NG) e a segunda IATF foi realizada no D24. Em um subgrupo de novilhas NG (n=337), um adesivo para detecção de cio foi usado entre D22 e D24 e o FD foi mensurado no D24. Os diagnósticos confirmatórios foram realizados entre D37-67 e 43-47 após a primeira e segunda IATF, respectivamente. No Experimento 1, a proporção de novilhas com emergência folicular sincronizada (3 a 5 dias após o tratamento) foi maior (P<0,05) no grupo BE (93,8%) quando comparado ao controle (62,5%) e E2+P4 (64,7%). A luteólise ocorreu antes (P<0,05) nos grupos BE (18,6±0,5 dias) e E2+P4 (19,1±0,5 dias) do que no controle (20,6±0,4 dias). A taxa de prenhez não diferiu (P>0,1) entre os grupos controle, BE e E2+P4 no DG22 e no diagnóstico confirmatório em ambos experimentos. No Experimento 2, a perda gestacional entre o D22 e D37-67 foi similar (P>0,1) sendo no controle (19% [36/185]), BE (15% [28/182]), e E2+P4 (15% 28/184]). No D22, o FD foi maior (P<0,05) no grupo controle (11,9±0,14), do que no BE (11,3±0,1) e E2+P4 (11,5±0,1). A proporção de novilhas detectadas em estro no D24 não diferiu (P>0,1) entre os grupos. Entretanto, a taxa de crescimento do FD (mm/dia) foi maior (P<0,05) no grupo BE (0,89 ± 0,08) do que no controle (0,59±0,07) e E2+P4 (0,66±0,09). A taxa de prenhez para a segunda IATF foi maior (P<0,05) no grupo BE (47% [94/200]) quando comparado ao controle (37% [76/203]), mas não diferiu (P>0,1) para o grupo E2+P4 (43% [93/214]). A prenhez acumulativa (primeira e segunda IATFs) não diferiu (P>0,1) entre o controle (59% [204/344]), BE (65% [227/349]) e E2+P4 (64% [220/342]). Conclui-se que a administração de 1 mg de BE ou 1 mg de E2 + 9 mg de P4 aos 14 dias pós-IATF antecipa a luteólise nas novilhas NG mas não compromete a gestação. O tratamento com BE induz a emergência de uma nova onda folicular sincronizada e aumenta a taxa de prenhez nas novilhas NG ressincronizadas.The aim of this study was to evaluate the use estradiol benzoate (EB) or 17β-estradiol (E2) associated with progesterone (P4) for resynchronization of ovulation at 14 days after timed artificial insemination (TAI) and its effect on the maintenance of pregnancy in beef heifers. In Experiment 1 (Exp1), Nelore heifers were submitted to TAI (D0). On D14, the animals received an intravaginal P4 device and were allocated in three groups: control (no treatment; n=17); EB (1mg EB; n=17); and E2+P4 (1mg E2 + 9mg P4; n=18). Ultrasonography evaluations (B mode and Doppler) were performed daily from D14 to D22 for follicular and luteal dynamics. On D22, the devices were removed and pregnancy diagnosis was performed with Doppler ultrasonography to for luteolysis detection. In Exp2, 1178 Nelore heifers and 117 cross beef heifers (Nelore x Angus) were resynchronized according to Exp1 and ramdoly allocated in the same three groups. On D22, the dominant follicle (DF) was measured in non-pregnant (NP) and the second TAI was performed on D24. In a subgroup of NP heifers (n=337), an oestrus detection patch was used between D22 and D24 and the DF was measured at D24. Confirmatory diagnoses were performed between D37-67 and D43-47 after first and second TAI, respectively. In Exp1, the proportion of heifers with a synchronized follicle wave emergence (from 3 to 5 days after treatment) was greater (P<0.05) in the EB group (93.8%) than in the control (62.5%) and E2+P4 (64.7%) groups. Luteolysis occurred earlier (P<0.05) in the EB (18.6±0.5) and E2+P4 (19.1±0.5) groups than in the controls (20.6±0.4). The pregnancy rate after first TAI did not differ (P>0.1) among the control, EB and E2+P4 groups in DG22 and confirmatory diagnosis in both experiments. In Exp2, the pregnancy loss between D22 and D37-67 was similar (P>0.1) and in the control group (19% [36/185]), EB (15% [28/182]) and E2+P4 (15% [28/184]). The DF on D22 was greater (P<0.05) in the control group (11.9±0.14) than in EB (11.3±0.1) and E2+P4 (11.5±0.1). No difference (P>0.1) was observed in the proportion of heifers detected in estrus on D24, but DF growth rate (mm/day) was greater (P<0.05) in the EB group (0.89±0.08) than in the control (0.59±0.07) and E2+P4 (0.66±0.09) groups. The pregnancy rate for the second TAI was greater (P<0.05) in the EB group (47% [94/200]) than in the control group (37% [76/203]), but did not differ (P>0.1) from the E2+P4 group (43% [93/214]). Cumulative pregnancy (first and second TAIs) did not differ (P>0.1) between control (59% [204/344]), EB (65% [227/349]) and E2+P4 (64% [220 / 342]). It is concluded that the administration of 1 mg EB or 1 mg E2 + 9 mg P4 at 14 days post-TAI anticipates luteolysis in NP heifers but does not compromise pregnancy. The treatment with EB induces a new synchronized follicle wave emergence and improves the pregnancy rate of resynchronized NP heifers.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPPugliesi, GuilhermeMotta, Igor Garcia2019-09-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10131/tde-09012020-101628/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2020-04-24T20:55:02Zoai:teses.usp.br:tde-09012020-101628Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212020-04-24T20:55:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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