A influência da dor muscular aguda na relação entre força, velocidade e posição da articulação do cotovelo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Martins, Isabella Tábata de Almeida
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100139/tde-14122021-130226/
Resumo: É bem descrito na literatura como o comprimento do sarcômero muscular e a velocidade de contração influenciam diretamente na produção de força. Contudo, muitos são os fatores limitantes da capacidade máxima de gerar força. Dentre eles podemos citar a dor, uma experiência sensitiva desagradável e multifatorial que é capaz de alterar o desempenho muscular reorganizando a atividade de músculos e provocando mudanças no controle do movimento a depender da tarefa a ser executada, número de repetições e carga. Esse trabalho teve como objetivo relacionar força, amplitude da articulação do cotovelo e velocidade de contração na presença de dor muscular experimentalmente induzida. Métodos: Dez indivíduos do sexo masculino (27± 6 anos) realizaram a um protocolo de no qual esforços máximos isométricos e isocinéticos em seis posições e três velocidades diferentes nas condições pré, durante e quarenta minutos após os efeitos da infusão de solução salina hipertônica (6% de cloreto de sódio). Resultados: A dor aguda influenciou a produção de força durante contrações voluntárias máximas isométricas e concêntricas, e seus efeitos persistiram quarenta minutos após a dor cessar completamente, porém, em contrações excêntricas não houve alterações. Conclusão: O impacto da nocicepção no débito motor parece persistir além do período da dor experimental, apresentando reduções entre 4-9% da força durante contrações isométricas, principalmente em amplitudes entre 110°-150°. Apesar disso, em contrações isocinéticas a condição experimental influenciou apenas a fase concêntrica do movimento em velocidades rápidas, sem alterar a eficiência das contrações excêntricas e de velocidades mais lentas.
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