Avaliação do consumo de alimentos ultraprocessados e parâmetros metabólicos de crianças e adolescentes com obesidade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Moura, Aline Maria da Silva Hourneaux de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5135/tde-24092025-150735/
Resumo: INTRODUÇÃO: A obesidade é considerada uma epidemia global quadruplicando entre crianças e adolescentes de 1990 a 2022. Paralelamente, enquanto o consumo de alimentos in natura e minimamente processados (IN/MP) diminui, o de ultraprocessados (AUPs) aumenta. O Guia Alimentar para a População Brasileira classifica os alimentos em quatro níveis de processamento e recomenda a preferência por IN/MP. OBJETIVOS: Avaliar a influência do consumo de AUPs em parâmetros bioquímicos e metabólicos, de adiposidade e consumo alimentar em crianças e adolescentes com obesidade. MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal retrospectivo que avaliou 395 indivíduos com obesidade entre 2007 e 2019. Os parâmetros bioquímicos avaliados incluem glicemia, insulina (HOMA-IR), colesterol total, HDL-c, LDL-c, triglicérides, gama-glutamil transferase, aspartato aminotransferase, alanina aminotransferase, ácido úrico, adiponectina, leptina e 25-hidroxivitamina D. O consumo alimentar foi avaliado por meio do inquérito de recordatório alimentar de 24 horas de um dia e classificado de acordo com a NOVA, os AUPs foram subdivididos em grupos. A análise incluiu ingestão calórica, macronutrientes, gordura saturada, monoinsaturada, poliinsaturada, colesterol e fibras. RESULTADOS: A média de idade foi de 12,4 ± 3,1 anos, escore Z-IMC de 3,6 ± 1,1, de maioria branca (69,2%) e predominância do gênero feminino (52,9%). A renda familiar dominante foi de 2 a 5 salários-mínimos (37,5%). Participantes com renda entre 5 e 10 salários-mínimos consumiram mais AUPs e menos IN/MP comparados àqueles com renda até 1 salário-mínimo. A média de gordura corporal foi de 39,2% ± 5,7% e a prática semanal de atividade física foi de 174,2 ± 226,1 minutos. A hipovitaminose D foi prevalente em 55,2% dos participantes. A resistência à insulina foi observada em 67,3% dos pré-púberes e 37,0% dos púberes e pós-púberes, com HOMA-IR médio de 4,1 ± 3,3. O consumo alimentar médio foi de 1932,8 ± 850,2 kcal, prevalecendo IN/MP (50,6%) e AUPs (40,8%). O consumo de IN/MP apresentou maior média de colesterol e fibras, correlação positiva com idade e ingestão de proteína e correlação negativa com LDL-c, consumo de carboidratos, lipídios, gordura monoinsaturada, gordura saturada, ingestão calórica total e consumo calórico percentual de alimentos processados e AUPs. Houve correlação negativa entre o consumo de AUPs com idade, consumo de proteína, de alimentos processados e IN/MP e correlação positiva com LDLc, consumo de gordura saturada, gordura monoinsaturada, lipídios, carboidrato e ingestão calórica total. Bebidas artificiais e açucaradas e embutidos e produtos de origem animal se correlacionaram com o Z-IMC; doces e sobremesas com ECAP, HDL-c e ácido úrico e a categoria outros alimentos ultraprocessados com frequência cardíaca, colesterol total e LDL-c. CONCLUSÃO: O consumo de AUPs esteve associado a piores perfis de ingestão de nutrientes e indicadores metabólicos, enquanto a ingestão de IN/MP mostrou-se protetora. Não foram encontrados resultados relevantes na comparação entre o consumo de ultraprocessados com ZIMC, gênero, raça e prática de atividade física. O maior consumo de AUPs se relacionou com menor consumo proteico, de alimentos IN/MP e processados, maior ingestão de carboidratos, lipídios, gorduras saturadas, monoinsaturadas e calorias totais. A análise de colesterol, gordura poliinsaturada e fibras não apresentou resultados significativos
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spelling Avaliação do consumo de alimentos ultraprocessados e parâmetros metabólicos de crianças e adolescentes com obesidadeEvaluation of ultra-processed food consumption and metabolic parameters of children and adolescents with obesityAlimentos ultraprocessadosChildhood obesityConsumo alimentarFood consumptionMetabolic healthObesidade infantilSaúde metabólicaUltra-processed foodsINTRODUÇÃO: A obesidade é considerada uma epidemia global quadruplicando entre crianças e adolescentes de 1990 a 2022. Paralelamente, enquanto o consumo de alimentos in natura e minimamente processados (IN/MP) diminui, o de ultraprocessados (AUPs) aumenta. O Guia Alimentar para a População Brasileira classifica os alimentos em quatro níveis de processamento e recomenda a preferência por IN/MP. OBJETIVOS: Avaliar a influência do consumo de AUPs em parâmetros bioquímicos e metabólicos, de adiposidade e consumo alimentar em crianças e adolescentes com obesidade. MÉTODOS: Trata-se de um estudo transversal retrospectivo que avaliou 395 indivíduos com obesidade entre 2007 e 2019. Os parâmetros bioquímicos avaliados incluem glicemia, insulina (HOMA-IR), colesterol total, HDL-c, LDL-c, triglicérides, gama-glutamil transferase, aspartato aminotransferase, alanina aminotransferase, ácido úrico, adiponectina, leptina e 25-hidroxivitamina D. O consumo alimentar foi avaliado por meio do inquérito de recordatório alimentar de 24 horas de um dia e classificado de acordo com a NOVA, os AUPs foram subdivididos em grupos. A análise incluiu ingestão calórica, macronutrientes, gordura saturada, monoinsaturada, poliinsaturada, colesterol e fibras. RESULTADOS: A média de idade foi de 12,4 ± 3,1 anos, escore Z-IMC de 3,6 ± 1,1, de maioria branca (69,2%) e predominância do gênero feminino (52,9%). A renda familiar dominante foi de 2 a 5 salários-mínimos (37,5%). Participantes com renda entre 5 e 10 salários-mínimos consumiram mais AUPs e menos IN/MP comparados àqueles com renda até 1 salário-mínimo. A média de gordura corporal foi de 39,2% ± 5,7% e a prática semanal de atividade física foi de 174,2 ± 226,1 minutos. A hipovitaminose D foi prevalente em 55,2% dos participantes. A resistência à insulina foi observada em 67,3% dos pré-púberes e 37,0% dos púberes e pós-púberes, com HOMA-IR médio de 4,1 ± 3,3. O consumo alimentar médio foi de 1932,8 ± 850,2 kcal, prevalecendo IN/MP (50,6%) e AUPs (40,8%). O consumo de IN/MP apresentou maior média de colesterol e fibras, correlação positiva com idade e ingestão de proteína e correlação negativa com LDL-c, consumo de carboidratos, lipídios, gordura monoinsaturada, gordura saturada, ingestão calórica total e consumo calórico percentual de alimentos processados e AUPs. Houve correlação negativa entre o consumo de AUPs com idade, consumo de proteína, de alimentos processados e IN/MP e correlação positiva com LDLc, consumo de gordura saturada, gordura monoinsaturada, lipídios, carboidrato e ingestão calórica total. Bebidas artificiais e açucaradas e embutidos e produtos de origem animal se correlacionaram com o Z-IMC; doces e sobremesas com ECAP, HDL-c e ácido úrico e a categoria outros alimentos ultraprocessados com frequência cardíaca, colesterol total e LDL-c. CONCLUSÃO: O consumo de AUPs esteve associado a piores perfis de ingestão de nutrientes e indicadores metabólicos, enquanto a ingestão de IN/MP mostrou-se protetora. Não foram encontrados resultados relevantes na comparação entre o consumo de ultraprocessados com ZIMC, gênero, raça e prática de atividade física. O maior consumo de AUPs se relacionou com menor consumo proteico, de alimentos IN/MP e processados, maior ingestão de carboidratos, lipídios, gorduras saturadas, monoinsaturadas e calorias totais. A análise de colesterol, gordura poliinsaturada e fibras não apresentou resultados significativosINTRODUCTION: Obesity is considered a global epidemic, having quadrupled among children and adolescents from 1990 to 2022. Simultaneously, while the consumption of fresh and minimally processed foods (IN/MP) decreases, the intake of ultra-processed foods (UPFs) increases. The Dietary Guidelines for the Brazilian Population classify foods into four levels of processing and recommend a preference for IN/MP. OBJECTIVES: To assess the influence of UPF consumption on biochemical and metabolic parameters, adiposity, and food intake in children and adolescents with obesity. METHODS: This is a retrospective cross-sectional study that evaluated 395 individuals with obesity between 2007 and 2019. The biochemical parameters assessed include glucose, insulin (HOMA-IR), total cholesterol, HDL-c, LDL-c, triglycerides, gamma-glutamyl transferase, aspartate aminotransferase, alanine aminotransferase, uric acid, adiponectin, leptin, and 25-hydroxyvitamin D. Food intake was evaluated through a 24-hour dietary recall survey for one day, classified according to the NOVA system, with UPFs subdivided into groups. The analysis included caloric intake, macronutrients, saturated fat, monounsaturated fat, polyunsaturated fat, cholesterol, and fiber. RESULTS: The mean age was 12.4 ± 3.1 years, with a BMI Z-score of 3.6 ± 1.1. Most participants were white (69.2%), and females were predominant (52.9%). The dominant household income ranged from 2 to 5 minimum wages (37.5%). Participants with an income between 5 and 10 minimum wages consumed more UPFs and fewer IN/MP compared to those with an income of up to 1 minimum wage. The average body fat percentage was 39.2% ± 5.7%, and the weekly practice of physical activity was 174.2 ± 226.1 minutes. Vitamin D deficiency was prevalent in 55.2% of participants. Insulin resistance was observed in 67.3% of prepubertal and 37.0% of pubertal and postpubertal individuals, with a mean HOMA-IR of 4.1 ± 3.3. The average dietary intake was 1932.8 ± 850.2 kcal, with IN/MP (50.6%) and UPFs (40.8%) prevailing. The consumption of IN/MP showed a higher mean of cholesterol and fiber, a positive correlation with age and protein intake, and a negative correlation with LDL-c, carbohydrate intake, lipids, monounsaturated fat, saturated fat, total caloric intake, and the percentage of calories from processed and UPFs. There was a negative correlation between UPF consumption and age, protein intake, processed foods, and IN/MP and a positive correlation with LDL-c, saturated fat intake, monounsaturated fat, lipids, carbohydrates, and total caloric intake. Artificial and sugary drinks, processed meats, and animal products correlated with BMI Z-score; sweets and desserts with HDL-c and uric acid; and the category of other ultraprocessed foods with heart rate, total cholesterol, and LDL-c. CONCLUSION: UPF consumption was associated with poorer nutrient intake profiles and metabolic indicators, while IN/MP intake proved to be protective. No significant results were found when comparing UPF consumption with BMI Z-score, gender, race, and physical activity. Higher UPF consumption was related to lower protein intake, IN/MP, and processed foods, and higher intake of carbohydrates, lipids, saturated fats, monounsaturated fats, and total calories. The analysis of cholesterol, polyunsaturated fat, and fiber did not present significant resultsBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMelo, Maria Edna deMoura, Aline Maria da Silva Hourneaux de2025-05-20info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5135/tde-24092025-150735/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-09-24T18:21:08Zoai:teses.usp.br:tde-24092025-150735Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-09-24T18:21:08Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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