Obesidade, fatores individuais e comportamentais, desigualdades sociais e ambientes urbanos: estudo longitudinal com adultos residentes em São Paulo, Brasil
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-27032026-164529/ |
Resumo: | O principal objetivo desta tese foi investigar, sob uma abordagem interseccional, os fatores sociodemográficos, comportamentais e ambientais associados à obesidade em adultos participantes da coorte ISA -- Atividade Física e Ambiente na cidade de São Paulo, Brasil. A presente tese é composta por três artigos. O primeiro artigo investigou a associação entre fatores sociodemográficos e comportamentais e a ocorrência da obesidade. O segundo artigo investigou a relação entre a violência urbana na vizinhança e a incidência de obesidade. E o terceiro artigo, ainda em formato de manuscrito, avaliou o Índice de Massa Corporal (IMC) de adultos pela perspectiva da interseccionalidade e o potencial papel do acesso a espaços públicos abertos (EPA) na redução das disparidades sociais na obesidade. Todas as análises da tese utilizaram dados dos adultos (≥18 anos) da coorte ISA -- Atividade Física e Ambiente, contando com 3.410 adultos na linha de base, 1.241 na segunda onda e 1.355 na terceira onda. A amostragem foi aleatória por conglomerados, considerando setores censitários e áreas administrativas de saúde da cidade de São Paulo. Dados socioeconômicos e de estilo de vida foram avaliados através de questionários padronizados, e informações de altura e peso através de autorrelato. Dados referentes ao ambiente social e construído derivaram do georreferenciamento do entorno das residências. Os desfechos foram: IMC e obesidade. As análises estatísticas incluíram modelos de regressão multinível para análises longitudinais e modelos de regressão log-binomial para análises de incidência. O primeiro artigo, um estudo exploratório, observou que idade, cor da pele, atividade física no lazer e atividade física de deslocamento foram os fatores individuais sociodemográficos e comportamentais associados à obesidade entre linha de base e segunda onda. O segundo artigo, ao investigar a mudança na violência urbana, avaliada por crimes violentos em buffers radias de 1000m da residência dos participantes, e o risco de obesidade observou que violência intermediária persistente (RI 2,74; IC95% 1,41-5,34), aumento da violência (RI 2,48; IC95% 1,23-4,98) e alta violência persistente (RI 2,77; IC95% 1,45-5,26) aumentaram o risco de obesidade. O terceiro artigo observou disparidades sociais no IMC onde indivíduos mais vulneráveis socialmente (mulher, preta/parda/outra, de baixa escolaridade) apresentaram maior IMC (β = 1,30; IC95%: 0,16-2,44) quando comparados a indivíduos menos vulneráveis (homem, branco/asiático, alta escolaridade). Ademais, o acesso a dois ou três tipos de EPA auxiliou a mitigar a disparidade social no IMC (β = -0,24; IC95%: -2,12-1,63). A presente tese contribui para a atualização dos fatores associados à obesidade em uma megacidade de um país de média renda, com evidências longitudinais. Também aprofunda a investigação ao ampliar a discussão para a interseccionalidade, demonstrando disparidades sociais no IMC de adultos e o possível papel mitigador dos EPA. Por fim, alavanca a discussão do papel do ambiente social, destacando a violência urbana como possível fator de o risco à obesidade. Estes resultados auxiliam no planejamento de ações e políticas públicas mais focadas, destacando a importância da interseccionalidade para a prevenção da obesidade. Também abre portas para futuros estudos que aprofundem mais no papel dos mediadores na relação entre ambiente social e construído com a obesidade. |
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Obesidade, fatores individuais e comportamentais, desigualdades sociais e ambientes urbanos: estudo longitudinal com adultos residentes em São Paulo, BrasilObesity, individual and behavioral factors, social inequalities, and urban environments: a longitudinal study among adults living in São Paulo, BrazilAmbiente ConstruídoBuilt EnvironmentEpidemiologia NutricionalInterseccionalidadeIntersectionalityNutritional EpidemiologyObesidadeObesityUrban ViolenceViolência UrbanaO principal objetivo desta tese foi investigar, sob uma abordagem interseccional, os fatores sociodemográficos, comportamentais e ambientais associados à obesidade em adultos participantes da coorte ISA -- Atividade Física e Ambiente na cidade de São Paulo, Brasil. A presente tese é composta por três artigos. O primeiro artigo investigou a associação entre fatores sociodemográficos e comportamentais e a ocorrência da obesidade. O segundo artigo investigou a relação entre a violência urbana na vizinhança e a incidência de obesidade. E o terceiro artigo, ainda em formato de manuscrito, avaliou o Índice de Massa Corporal (IMC) de adultos pela perspectiva da interseccionalidade e o potencial papel do acesso a espaços públicos abertos (EPA) na redução das disparidades sociais na obesidade. Todas as análises da tese utilizaram dados dos adultos (≥18 anos) da coorte ISA -- Atividade Física e Ambiente, contando com 3.410 adultos na linha de base, 1.241 na segunda onda e 1.355 na terceira onda. A amostragem foi aleatória por conglomerados, considerando setores censitários e áreas administrativas de saúde da cidade de São Paulo. Dados socioeconômicos e de estilo de vida foram avaliados através de questionários padronizados, e informações de altura e peso através de autorrelato. Dados referentes ao ambiente social e construído derivaram do georreferenciamento do entorno das residências. Os desfechos foram: IMC e obesidade. As análises estatísticas incluíram modelos de regressão multinível para análises longitudinais e modelos de regressão log-binomial para análises de incidência. O primeiro artigo, um estudo exploratório, observou que idade, cor da pele, atividade física no lazer e atividade física de deslocamento foram os fatores individuais sociodemográficos e comportamentais associados à obesidade entre linha de base e segunda onda. O segundo artigo, ao investigar a mudança na violência urbana, avaliada por crimes violentos em buffers radias de 1000m da residência dos participantes, e o risco de obesidade observou que violência intermediária persistente (RI 2,74; IC95% 1,41-5,34), aumento da violência (RI 2,48; IC95% 1,23-4,98) e alta violência persistente (RI 2,77; IC95% 1,45-5,26) aumentaram o risco de obesidade. O terceiro artigo observou disparidades sociais no IMC onde indivíduos mais vulneráveis socialmente (mulher, preta/parda/outra, de baixa escolaridade) apresentaram maior IMC (β = 1,30; IC95%: 0,16-2,44) quando comparados a indivíduos menos vulneráveis (homem, branco/asiático, alta escolaridade). Ademais, o acesso a dois ou três tipos de EPA auxiliou a mitigar a disparidade social no IMC (β = -0,24; IC95%: -2,12-1,63). A presente tese contribui para a atualização dos fatores associados à obesidade em uma megacidade de um país de média renda, com evidências longitudinais. Também aprofunda a investigação ao ampliar a discussão para a interseccionalidade, demonstrando disparidades sociais no IMC de adultos e o possível papel mitigador dos EPA. Por fim, alavanca a discussão do papel do ambiente social, destacando a violência urbana como possível fator de o risco à obesidade. Estes resultados auxiliam no planejamento de ações e políticas públicas mais focadas, destacando a importância da interseccionalidade para a prevenção da obesidade. Também abre portas para futuros estudos que aprofundem mais no papel dos mediadores na relação entre ambiente social e construído com a obesidade.The main objective of this thesis was to investigate, from an intersectional perspective, the sociodemographic, behavioral, and environmental factors associated with obesity among adults participating in the ISA--Physical Activity and Environment cohort in the city of São Paulo, Brazil. This thesis comprises three articles. The first article examined the association between sociodemographic and behavioral factors and the occurrence of obesity. The second article investigated the relationship between neighborhood crime-related urban violence and obesity incidence. The third article, still in manuscript form, evaluated the Body Mass Index (BMI) of adults through an intersectionality lens and explored the potential role of access to public open spaces (POS) in reducing social disparities in obesity. All analyses used data from adults (≥18 years) in the ISA--Physical Activity and Environment cohort, with 3,410 adults at baseline, 1,241 in the second wave, and 1,355 in the third wave. Sampling was cluster-based and probabilistic, considering census tracts and health administrative areas in the city of São Paulo. Socioeconomic and lifestyle data were collected through standardized questionnaires, and height and weight information were self-reported. Social and built environment data were derived from geocoding the surroundings of participants\' residences. The outcomes were BMI and obesity. Statistical analyses included multilevel regression models for longitudinal analyses and log-binomial regression models for incidence analyses. The first article, an exploratory study, found that age, skin color, leisure-time physical activity, and active transportation were the sociodemographic and behavioral individual factors associated with obesity between baseline and the second wave. The second article, investigating changes in urban violence, assessed through violent crimes within 1,000-meter radial buffers around participants residences, and the risk of obesity, found that persistent intermediate violence (IR 2.74; 95%CI: 1.41-5.34), increasing violence (IR 2.48; 95%CI: 1.23-4.98), and persistent high violence (IR 2.77; 95%CI: 1.45-5.26) were associated with a higher risk of obesity. The third article identified social disparities in BMI, with more socially vulnerable individuals (female, Black/Brown/Other, low education) presenting higher BMI (β = 1.30; 95%CI: 0.16-2.44) compared to less vulnerable individuals (male, White/Asian, high education). Moreover, access to two or three types of POS helped mitigate social disparities in BMI (β = -0.24; 95%CI: -2.12-1.63). This thesis contributes to updating the knowledge on factors associated with obesity in a megacity of a middle-income country, providing longitudinal evidence. It further advances the investigation by incorporating intersectionality, demonstrating social disparities in adult BMI and the potential mitigating role of POS. Finally, it deepens the discussion on the role of the social environment, highlighting that exposure to urban violence may be a risk factor for obesity. These findings provide evidence to guide the planning of more targeted actions and public policies, highlighting the importance of intersectionality in obesity prevention. They also lay the groundwork for future studies exploring mediators in the relationship between social and built environments and obesity.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPFlorindo, Alex AntonioOnita, Bianca Mitie2025-12-12info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6138/tde-27032026-164529/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPReter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-04-09T13:42:44Zoai:teses.usp.br:tde-27032026-164529Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-04-09T13:42:44Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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O principal objetivo desta tese foi investigar, sob uma abordagem interseccional, os fatores sociodemográficos, comportamentais e ambientais associados à obesidade em adultos participantes da coorte ISA -- Atividade Física e Ambiente na cidade de São Paulo, Brasil. A presente tese é composta por três artigos. O primeiro artigo investigou a associação entre fatores sociodemográficos e comportamentais e a ocorrência da obesidade. O segundo artigo investigou a relação entre a violência urbana na vizinhança e a incidência de obesidade. E o terceiro artigo, ainda em formato de manuscrito, avaliou o Índice de Massa Corporal (IMC) de adultos pela perspectiva da interseccionalidade e o potencial papel do acesso a espaços públicos abertos (EPA) na redução das disparidades sociais na obesidade. Todas as análises da tese utilizaram dados dos adultos (≥18 anos) da coorte ISA -- Atividade Física e Ambiente, contando com 3.410 adultos na linha de base, 1.241 na segunda onda e 1.355 na terceira onda. A amostragem foi aleatória por conglomerados, considerando setores censitários e áreas administrativas de saúde da cidade de São Paulo. Dados socioeconômicos e de estilo de vida foram avaliados através de questionários padronizados, e informações de altura e peso através de autorrelato. Dados referentes ao ambiente social e construído derivaram do georreferenciamento do entorno das residências. Os desfechos foram: IMC e obesidade. As análises estatísticas incluíram modelos de regressão multinível para análises longitudinais e modelos de regressão log-binomial para análises de incidência. O primeiro artigo, um estudo exploratório, observou que idade, cor da pele, atividade física no lazer e atividade física de deslocamento foram os fatores individuais sociodemográficos e comportamentais associados à obesidade entre linha de base e segunda onda. O segundo artigo, ao investigar a mudança na violência urbana, avaliada por crimes violentos em buffers radias de 1000m da residência dos participantes, e o risco de obesidade observou que violência intermediária persistente (RI 2,74; IC95% 1,41-5,34), aumento da violência (RI 2,48; IC95% 1,23-4,98) e alta violência persistente (RI 2,77; IC95% 1,45-5,26) aumentaram o risco de obesidade. O terceiro artigo observou disparidades sociais no IMC onde indivíduos mais vulneráveis socialmente (mulher, preta/parda/outra, de baixa escolaridade) apresentaram maior IMC (β = 1,30; IC95%: 0,16-2,44) quando comparados a indivíduos menos vulneráveis (homem, branco/asiático, alta escolaridade). Ademais, o acesso a dois ou três tipos de EPA auxiliou a mitigar a disparidade social no IMC (β = -0,24; IC95%: -2,12-1,63). A presente tese contribui para a atualização dos fatores associados à obesidade em uma megacidade de um país de média renda, com evidências longitudinais. Também aprofunda a investigação ao ampliar a discussão para a interseccionalidade, demonstrando disparidades sociais no IMC de adultos e o possível papel mitigador dos EPA. Por fim, alavanca a discussão do papel do ambiente social, destacando a violência urbana como possível fator de o risco à obesidade. Estes resultados auxiliam no planejamento de ações e políticas públicas mais focadas, destacando a importância da interseccionalidade para a prevenção da obesidade. Também abre portas para futuros estudos que aprofundem mais no papel dos mediadores na relação entre ambiente social e construído com a obesidade. |
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