Efeito do treinamento físico sobre a vasomotricidade aórtica em ratos infartados
| Ano de defesa: | 2006 |
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| Autor(a) principal: | |
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| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-30012025-105655/ |
Resumo: | O presente estudo investigou, em ratos controle (C) e com infarto do miocárdio (IM), os efeitos do treinamento físico aeróbio (T) sobre a vasomotricidade aórtica e os mecanismos bioquímicos envolvidos no controle da bioatividade do óxido nítrico (NO), o qual encontra-se diminuído nesta patologia. Para efetivação do estudo, 30 dias após o IM, executado através de ligadura da coronária esquerda, foi realizado um programa de treinamento físico em esteira rolante (55% vel.max; 11 semanas) sendo após este período, realizadas medidas funcionais e bioquímicas na aorta torácica. O IM produziu um aumento significante no peso dos ventrículos nos ratos sedentários (SED, +9,4%) e treinados (T, +18%), aumento significante da relação peso do pulmão úmido/peso do pulmão seco (SED, +12%; e T, +8%) e aumento na produção aórtica de superóxido (SED, +63%), além de aumentar em 60% a responsividade vasoconstritora à noradrenalina em relação aos ratos C. O TF, nos ratos IM, diminuiu a produção aórtica de superóxido (-43%), aumentou em 55% a atividade total da enzima superóxido dismutase (SOD) e aumentou em 93% a expressão da enzima óxido nítrico sintase endotelial (eNOS), além de normalizar a resposta vasoconstritora mediada pela noradrenalina. Conclui-se portanto, que o IM aumenta a produção vascular de superóxido, o qual parece influenciar o aumento da resposta vascular contrátil frente à estimulação através da noradrenalina. Por outro lado, o TF atenua esta resposta e melhora diversos marcadores da bioatividade do NO, isto é, aumenta a atividade da SOD, aumenta a expressão da eNOS e diminui a produção vascular de superóxido. Em associação, estas adaptações contribuem para a melhora da função vascular em ratos IM, as quais podem ocorrer mesmo na ausência de prejuízo da resposta vascular dilatadora endotélio dependente |
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Efeito do treinamento físico sobre a vasomotricidade aórtica em ratos infartadosEffect of physical training on aortic vasomotricity in myocardial infarcted ratsEndothelial nitric oxide synthaseExercise trainingInfarto do miocárdioMyocardial infarctionNitric oxideÓxido nítricoÒxido nítrico sintase endoletialSuperoxideSuperoxide dismutaseSuperóxidoSuperóxido dismutaseTreinamento físicoO presente estudo investigou, em ratos controle (C) e com infarto do miocárdio (IM), os efeitos do treinamento físico aeróbio (T) sobre a vasomotricidade aórtica e os mecanismos bioquímicos envolvidos no controle da bioatividade do óxido nítrico (NO), o qual encontra-se diminuído nesta patologia. Para efetivação do estudo, 30 dias após o IM, executado através de ligadura da coronária esquerda, foi realizado um programa de treinamento físico em esteira rolante (55% vel.max; 11 semanas) sendo após este período, realizadas medidas funcionais e bioquímicas na aorta torácica. O IM produziu um aumento significante no peso dos ventrículos nos ratos sedentários (SED, +9,4%) e treinados (T, +18%), aumento significante da relação peso do pulmão úmido/peso do pulmão seco (SED, +12%; e T, +8%) e aumento na produção aórtica de superóxido (SED, +63%), além de aumentar em 60% a responsividade vasoconstritora à noradrenalina em relação aos ratos C. O TF, nos ratos IM, diminuiu a produção aórtica de superóxido (-43%), aumentou em 55% a atividade total da enzima superóxido dismutase (SOD) e aumentou em 93% a expressão da enzima óxido nítrico sintase endotelial (eNOS), além de normalizar a resposta vasoconstritora mediada pela noradrenalina. Conclui-se portanto, que o IM aumenta a produção vascular de superóxido, o qual parece influenciar o aumento da resposta vascular contrátil frente à estimulação através da noradrenalina. Por outro lado, o TF atenua esta resposta e melhora diversos marcadores da bioatividade do NO, isto é, aumenta a atividade da SOD, aumenta a expressão da eNOS e diminui a produção vascular de superóxido. Em associação, estas adaptações contribuem para a melhora da função vascular em ratos IM, as quais podem ocorrer mesmo na ausência de prejuízo da resposta vascular dilatadora endotélio dependenteThe present study investigated, in control (C) and myocardial infarcted (M) rats, the effects of aerobic exercise training (T) on the aortic vasomotricity and biochemical mechanisms envolved in the control of nitric oxide (NO) bioactivity, frequently diminished in this patologic condition. ET (treadmill, 55% maxveloc, 11 wks) was performed after a 30-days period of MI (left coronary ligation), and functional and biochemical analysis in aortic were performed. MI significantly increased ventricle weight in sedentary (SED, +9,4%) and trained rats (T, +18%), significantly increased the lung wet weight/dry weight ratio (SED, +12%; and T, +8%), increased in aortic superoxide production, increased by 55% superoxide dismutase (SOD) activity, increased by 93% the expression of endothelial nitric oxide sinthase (eNOS), and normalized vasoconstrictor response to norepinephrine. In conclusion, MI increases vascular superoxide production, witch seems to increase vascular constrictor response to norepinephrine. On the other hand, ET atenuates this response and increases several markers of nitric oxide bioactivity, such as , increases SOD activity, increases eNOS expression and reduces superoxide vascular levels. These adaptation contributes to a better vascular function in MI rats, witch can occur even in the absence of diminished vascular vasodilator responseBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPRamires, Paulo RizzoZanchi, Nelo Eidy2006-03-09info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-30012025-105655/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-01-30T13:29:02Zoai:teses.usp.br:tde-30012025-105655Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-01-30T13:29:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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O presente estudo investigou, em ratos controle (C) e com infarto do miocárdio (IM), os efeitos do treinamento físico aeróbio (T) sobre a vasomotricidade aórtica e os mecanismos bioquímicos envolvidos no controle da bioatividade do óxido nítrico (NO), o qual encontra-se diminuído nesta patologia. Para efetivação do estudo, 30 dias após o IM, executado através de ligadura da coronária esquerda, foi realizado um programa de treinamento físico em esteira rolante (55% vel.max; 11 semanas) sendo após este período, realizadas medidas funcionais e bioquímicas na aorta torácica. O IM produziu um aumento significante no peso dos ventrículos nos ratos sedentários (SED, +9,4%) e treinados (T, +18%), aumento significante da relação peso do pulmão úmido/peso do pulmão seco (SED, +12%; e T, +8%) e aumento na produção aórtica de superóxido (SED, +63%), além de aumentar em 60% a responsividade vasoconstritora à noradrenalina em relação aos ratos C. O TF, nos ratos IM, diminuiu a produção aórtica de superóxido (-43%), aumentou em 55% a atividade total da enzima superóxido dismutase (SOD) e aumentou em 93% a expressão da enzima óxido nítrico sintase endotelial (eNOS), além de normalizar a resposta vasoconstritora mediada pela noradrenalina. Conclui-se portanto, que o IM aumenta a produção vascular de superóxido, o qual parece influenciar o aumento da resposta vascular contrátil frente à estimulação através da noradrenalina. Por outro lado, o TF atenua esta resposta e melhora diversos marcadores da bioatividade do NO, isto é, aumenta a atividade da SOD, aumenta a expressão da eNOS e diminui a produção vascular de superóxido. Em associação, estas adaptações contribuem para a melhora da função vascular em ratos IM, as quais podem ocorrer mesmo na ausência de prejuízo da resposta vascular dilatadora endotélio dependente |
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