Performances do grito: Corpomercadoria, imigração e identidade

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Barbosa, Júlia Anastacia Silva
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27162/tde-27032026-130043/
Resumo: A partir do estudo de caso das seguintes performances latinas - Stuff, SUDACA Enterprises, Quién puede borrar las huellas?, Marca Registrada e Me gritaron Negra! de Coco Fusco, Violeta Luna, Regina José Galindo e Victória Santa Cruz, respectivamente, unindo ao uso da historiografia encarnada (2021) de Nirlyn Seijas Castillo e Citação (2019) de Isabelle Launay, foi possível traçar um paralelo entre as seis performances latinas com recorte de corpomercadoria, imigração e identidade, com a vivência de migrante nordestina em São Paulo experienciada pela pesquisadora, e criar, três performances, intituladas Linha e Compasso, Marca Carimbada e Stuffada ou A boca que tudo come. Deste modo, a partir das inquietações surgidas da prática como pesquisa, traçou-se um paralelo entre América Latina X Nordeste, Estados Unidos x Sudeste, baseadas pelas teorias de colonialiadade do poder de Aníbal Quijano (2019), racismo de denegação de Lélia Gonzalez (2020) e estrutura econômica colonial por Eduardo Galeano (2010). A prática também possibilitou a designação do termo identidade do eu-migrante, a partir dos estudos de Stuart Hall (2006; 2008) e das performances realizadas. Por fim, esta pesquisa adequa as performances como práticas epistemólogicas de rede encarnadas e de repertório, onde as corporalidades se tornam grafias do conhecimento, a partir também de Diana Taylor (2015) e Leda Maria Martins (2021).
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