Natalidade e educação em Hannah Arendt

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Fernandes, Claudio Domingos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48135/tde-21122020-122417/
Resumo: Trabalho de pesquisa teórico que parte do conceito de Natalidade de Hannah Arendt em seu ensaio A crise na educação. Neste artigo Hannah Arendt propõe a separação entre educação e política a fim de garantir e preservar a criança dos assuntos que dizem respeito aos adultos. Partindo de uma crise específica, a da educação nos Estados Unidos da América, por volta da metade do século XX, Hannah Arendt desenvolve uma instigante análise da crise na educação e a situa na crise geral das sociedades ocidentais e da era moderna, principalmente na crise de autoridade no mundo moderno e à influência da psicologia em assuntos pedagógicos e nas chamadas pedagogias progressistas. Procuramos compreender os conceitos que Arendt opera em seu pensamento político, a importância que a autora dá ao pensar para compreender e a relação que ela estabelece entre natalidade, política e educação. Concluímos que o processo educativo é um processo aberto do qual se pode ter esperança à medida que não se procura controlar ou determinar o futuro das novas gerações, preservando-lhes a capacidade de iniciarem, ato que garantiria a continuidade do mundo.
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