Regulação das redes sociais
| Ano de defesa: | 2024 |
|---|---|
| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
|
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
| Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
| País: |
Não Informado pela instituição
|
| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2134/tde-01112024-133341/ |
Resumo: | Estamos vivenciando o pináculo da Era da Informação, na qual as redes sociais são praticamente onipresentes em nossas vidas. Essa jornada começa com a criação da Internet e sua disseminação por meio da Rede (world wide web). A arquitetura aberta e a falta de uma regulação específica da Rede proporcionaram a criação, especialmente nos EUA, de várias empresas de tecnologia que iriam moldar nossas vidas no século XXI. Algumas dessas empresas iriam se tornar as grandes plataformas digitais, que iriam derrubar barreiras físicas, criar conexões até então impossíveis e fomentar um ambiente de inovação e criação de difícil paralelo na história. No entanto, também trouxe enormes desafios já que discursos de ódio e informações falsas e/ou fabricadas passaram a fazer parte desse ecossistema e, muitas vezes, tomando o protagonismo. Com base nessa realidade, esta dissertação se propõe a tentar responder a duas perguntas centrais: Por que e como regular as redes sociais. Para responder tais questões é preciso ter dois olhares, um de dentro para fora e outro de fora para dentro. Na primeira hipótese, é preciso olhar para a maturidade regulatória brasileira, que tem enfrentado o assunto tanto do ponto legislativo (com a promulgação do Marco Civil da Internet e da Lei Geral de Proteção de Dados) quanto do ponto de vista Jurisprudencial, com atuação de bastante destaque do Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior Eleitoral. Na segunda hipótese, é preciso analisar exemplos transnacionais, como as legislações Europeias que estão em pleno vigor e as ideais de um guia mais abrangente como o proposto pela UNESCO. Além disso, há países que estão enfrentando o assunto cada qual com suas particularidades, mas que podem servir de exemplo e/ou uma inspiração para uma discussão de uma regulação local, mas com olhar atento para o que acontece no mundo. Por isso, uma sugestão a ser considera é uma regulação global, de modo a criar padrões e uma cooperação entre autoridades nacionais capazes de fazerem frente à ubiquidade das redes sociais. |
| id |
USP_9ed71e3f9cfdc760dda2a6cb86298628 |
|---|---|
| oai_identifier_str |
oai:teses.usp.br:tde-01112024-133341 |
| network_acronym_str |
USP |
| network_name_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository_id_str |
|
| spelling |
Regulação das redes sociaisRegulation of social mediaDireito administrativo globalFake newsFake newsGlobal administrative lawRedes sociaisRegulaçãoRegulationSocial mediaEstamos vivenciando o pináculo da Era da Informação, na qual as redes sociais são praticamente onipresentes em nossas vidas. Essa jornada começa com a criação da Internet e sua disseminação por meio da Rede (world wide web). A arquitetura aberta e a falta de uma regulação específica da Rede proporcionaram a criação, especialmente nos EUA, de várias empresas de tecnologia que iriam moldar nossas vidas no século XXI. Algumas dessas empresas iriam se tornar as grandes plataformas digitais, que iriam derrubar barreiras físicas, criar conexões até então impossíveis e fomentar um ambiente de inovação e criação de difícil paralelo na história. No entanto, também trouxe enormes desafios já que discursos de ódio e informações falsas e/ou fabricadas passaram a fazer parte desse ecossistema e, muitas vezes, tomando o protagonismo. Com base nessa realidade, esta dissertação se propõe a tentar responder a duas perguntas centrais: Por que e como regular as redes sociais. Para responder tais questões é preciso ter dois olhares, um de dentro para fora e outro de fora para dentro. Na primeira hipótese, é preciso olhar para a maturidade regulatória brasileira, que tem enfrentado o assunto tanto do ponto legislativo (com a promulgação do Marco Civil da Internet e da Lei Geral de Proteção de Dados) quanto do ponto de vista Jurisprudencial, com atuação de bastante destaque do Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior Eleitoral. Na segunda hipótese, é preciso analisar exemplos transnacionais, como as legislações Europeias que estão em pleno vigor e as ideais de um guia mais abrangente como o proposto pela UNESCO. Além disso, há países que estão enfrentando o assunto cada qual com suas particularidades, mas que podem servir de exemplo e/ou uma inspiração para uma discussão de uma regulação local, mas com olhar atento para o que acontece no mundo. Por isso, uma sugestão a ser considera é uma regulação global, de modo a criar padrões e uma cooperação entre autoridades nacionais capazes de fazerem frente à ubiquidade das redes sociais.We are witnessing the pinnacle of the Information Age, where social media platforms are virtually omnipresent in our lives. This journey began with the creation of the Internet and its dissemination through the World Wide Web. The open architecture and lack of specific regulation initially facilitated the rise of several technology companies in the United States, which would go on to shape our lives in the 21st century. Some of these companies would become major digital platforms, breaking down physical barriers, creating previously impossible connections, and fostering an environment of innovation and creation unparalleled in history. However, this transformation also brought significant challenges, as hate speech and false/manufactured information became integral parts of this ecosystem, often taking center stage. Against this backdrop, this dissertation aims to address two central questions: Why and how should social media be regulated? To answer these questions, a dual perspective is necessary: an internal and an external one. Firstly, regarding internal considerations, it is crucial to examine Brazil\'s regulatory maturity, which has addressed these issues legislatively (through the enactment of the Internet Civil Rights Framework and the General Data Protection Law) and jurisprudentially, with prominent decisions from the Supreme Federal Court and the Superior Electoral Court. Secondly, an external perspective involves analyzing transnational examples, such as the robust European regulations currently in force, and broader guidelines proposed by organizations like UNESCO. Moreover, various countries are tackling these issues with their unique approaches, offering potential models or inspirations for local regulatory discussions, while remaining attentive to global developments. Therefore, a suggestion worth considering is global regulation aimed at establishing standards and fostering cooperation among national authorities capable of addressing the ubiquity of social media platforms.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPAlmeida, Fernando Dias Menezes deDantas, Paulo Henrique Spirandeli2024-08-15info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2134/tde-01112024-133341/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-08-21T15:22:10Zoai:teses.usp.br:tde-01112024-133341Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-08-21T15:22:10Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
| dc.title.none.fl_str_mv |
Regulação das redes sociais Regulation of social media |
| title |
Regulação das redes sociais |
| spellingShingle |
Regulação das redes sociais Dantas, Paulo Henrique Spirandeli Direito administrativo global Fake news Fake news Global administrative law Redes sociais Regulação Regulation Social media |
| title_short |
Regulação das redes sociais |
| title_full |
Regulação das redes sociais |
| title_fullStr |
Regulação das redes sociais |
| title_full_unstemmed |
Regulação das redes sociais |
| title_sort |
Regulação das redes sociais |
| author |
Dantas, Paulo Henrique Spirandeli |
| author_facet |
Dantas, Paulo Henrique Spirandeli |
| author_role |
author |
| dc.contributor.none.fl_str_mv |
Almeida, Fernando Dias Menezes de |
| dc.contributor.author.fl_str_mv |
Dantas, Paulo Henrique Spirandeli |
| dc.subject.por.fl_str_mv |
Direito administrativo global Fake news Fake news Global administrative law Redes sociais Regulação Regulation Social media |
| topic |
Direito administrativo global Fake news Fake news Global administrative law Redes sociais Regulação Regulation Social media |
| description |
Estamos vivenciando o pináculo da Era da Informação, na qual as redes sociais são praticamente onipresentes em nossas vidas. Essa jornada começa com a criação da Internet e sua disseminação por meio da Rede (world wide web). A arquitetura aberta e a falta de uma regulação específica da Rede proporcionaram a criação, especialmente nos EUA, de várias empresas de tecnologia que iriam moldar nossas vidas no século XXI. Algumas dessas empresas iriam se tornar as grandes plataformas digitais, que iriam derrubar barreiras físicas, criar conexões até então impossíveis e fomentar um ambiente de inovação e criação de difícil paralelo na história. No entanto, também trouxe enormes desafios já que discursos de ódio e informações falsas e/ou fabricadas passaram a fazer parte desse ecossistema e, muitas vezes, tomando o protagonismo. Com base nessa realidade, esta dissertação se propõe a tentar responder a duas perguntas centrais: Por que e como regular as redes sociais. Para responder tais questões é preciso ter dois olhares, um de dentro para fora e outro de fora para dentro. Na primeira hipótese, é preciso olhar para a maturidade regulatória brasileira, que tem enfrentado o assunto tanto do ponto legislativo (com a promulgação do Marco Civil da Internet e da Lei Geral de Proteção de Dados) quanto do ponto de vista Jurisprudencial, com atuação de bastante destaque do Supremo Tribunal Federal e Tribunal Superior Eleitoral. Na segunda hipótese, é preciso analisar exemplos transnacionais, como as legislações Europeias que estão em pleno vigor e as ideais de um guia mais abrangente como o proposto pela UNESCO. Além disso, há países que estão enfrentando o assunto cada qual com suas particularidades, mas que podem servir de exemplo e/ou uma inspiração para uma discussão de uma regulação local, mas com olhar atento para o que acontece no mundo. Por isso, uma sugestão a ser considera é uma regulação global, de modo a criar padrões e uma cooperação entre autoridades nacionais capazes de fazerem frente à ubiquidade das redes sociais. |
| publishDate |
2024 |
| dc.date.none.fl_str_mv |
2024-08-15 |
| dc.type.status.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/publishedVersion |
| dc.type.driver.fl_str_mv |
info:eu-repo/semantics/masterThesis |
| format |
masterThesis |
| status_str |
publishedVersion |
| dc.identifier.uri.fl_str_mv |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2134/tde-01112024-133341/ |
| url |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2134/tde-01112024-133341/ |
| dc.language.iso.fl_str_mv |
por |
| language |
por |
| dc.relation.none.fl_str_mv |
|
| dc.rights.driver.fl_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. info:eu-repo/semantics/openAccess |
| rights_invalid_str_mv |
Liberar o conteúdo para acesso público. |
| eu_rights_str_mv |
openAccess |
| dc.format.none.fl_str_mv |
application/pdf |
| dc.coverage.none.fl_str_mv |
|
| dc.publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| publisher.none.fl_str_mv |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP |
| dc.source.none.fl_str_mv |
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP instname:Universidade de São Paulo (USP) instacron:USP |
| instname_str |
Universidade de São Paulo (USP) |
| instacron_str |
USP |
| institution |
USP |
| reponame_str |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| collection |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| repository.name.fl_str_mv |
Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP) |
| repository.mail.fl_str_mv |
virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br |
| _version_ |
1865492318502518784 |