Calcário e gesso em um latossolo vermelho-amarelo cultivado com uma pastagem consorciada de soja-perene e colonião
| Ano de defesa: | 1993 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-20181127-160547/ |
Resumo: | O experimento foi conduzido em parcelas, em área situada na Estação Experimental do Instituto de Zootecnia, em Nova Odessa, Estado de aio Paulo. Estudaram-se os efeitos de doses de calcário dolomítico e de gesso sobre a produção de matéria seca, teor de proteína, quantidade total de proteína, composição química da soja-perene (Neonotonia wightii (Wightii & Arn.) Lackey cv.Tinaroo) e colonião (Panicum maximum jacq. cv. IZ-1). Na consorciação soja-perene e colonião estudaram-se a produção de matéria seca e a quantidade total de proteína. Os efeitos dos insumos sobre as principais características químicas do solo foram verificadas em duas profundidades. Utilizou-se um Latossolo vermelho-amarelo distrófico e avaliaram-se três doses de calcário dolomítico (0; 1,6 e 3,2t/ha) combinadas com três doses de gesso (0; 300 e 600kg/ha). Os noves tratamentos obtidos foram dispostos em blocos ao acaso com três repetições. Durante o período experimental de 4 anos efetuaram-se onze cortes na soja-perene e quatorze cortes no colonião. A aplicação do calcário dolomítico foi realizada 98 dias antes da semeadura das espécies, enquanto que as doses de gesso foram aplicadas, por ocasião da semeadura, somente nas linhas da leguminosa, e nos anos seguintes em cobertura em toda a parcela. Realizou-se uma adubação básica diferenciada para cada espécie. Durante o decorrer do experimento efetuaram-se adubações de reposição para potássio, fósforo e micronutrientes. Verificou-se que as doses de calcário dolomítico reduziram a acidez potencial e os teores de alumínio, elevaram o pH, os teores de cálcio e magnésio trocáveis e a porcentagem de saturação por bases do solo, durante os quatro anos do experimento. As doses de gesso utilizadas fizeram variar significativamente, os teores de cálcio, potássio, alumínio trocável, enxofre (S042-), acidez potencial, soma de bases, capacidade de troca de cátions, saturação por bases e porcentagem de saturação por alumínio na profundidade de 0-20cm e 20-40cm do solo, ocorrendo diferenças entre anos. Até a profundidade de amostragem realizada neste experimento, não se detectou arrastamento de cátions pelo gesso. Devido às condições de acidez do solo em estudar a soja-perene não conseguiu se estabelecer na ausência de calagem. A partir do terceiro e quarto anos a soja-perene e o colonião apresentaram aumentos significativos de produção e matéria seca e quantidades totais de proteína com a aplicação das doses de calcário, sendo que, para a consorciação, a resposta ocorreu nos quatro anos. A resposta do colonião à calagem é atribuída às maiores quantidades de nitrogênio incorporado ao sistema pela soja-perene, que foi tanto maior quanto maior a dose de calcário, do que uma resposta direta do colonião à aplicação do corretivo. Os teores de proteína do colonião a partir do segundo ano aumentaram significativamente e linearmente em função das doses de calcário estudadas. As produções de matéria seca e as quantidades totais de proteína da soja-perene e da consorciação soja-perene + colonião apresentaram diferenças significativas com aplicação das doses de gesso, com variações entre anos, enquanto que para o colonião não ocorreram, durante os quatro anos. O emprego das doses de calcário dolomítico resultou em variações significativas nos teores de cálcio, magnésio, ferro, manganês e zinco na matéria seca da soja-perene e colonião, sendo que os teores de potássio do colonião também apresentaram diferenças significativas, com variações entre anos. A aplicação das doses de gesso resultou em variações significativas nos teores de cálcio, magnésio, potássio e enxofre encontrados na matéria seca da soja-perene, com variações entre anos e nos teores de cálcio encontrados na matéria seca do colonião durante os quatro anos. |
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O experimento foi conduzido em parcelas, em área situada na Estação Experimental do Instituto de Zootecnia, em Nova Odessa, Estado de aio Paulo. Estudaram-se os efeitos de doses de calcário dolomítico e de gesso sobre a produção de matéria seca, teor de proteína, quantidade total de proteína, composição química da soja-perene (Neonotonia wightii (Wightii & Arn.) Lackey cv.Tinaroo) e colonião (Panicum maximum jacq. cv. IZ-1). Na consorciação soja-perene e colonião estudaram-se a produção de matéria seca e a quantidade total de proteína. Os efeitos dos insumos sobre as principais características químicas do solo foram verificadas em duas profundidades. Utilizou-se um Latossolo vermelho-amarelo distrófico e avaliaram-se três doses de calcário dolomítico (0; 1,6 e 3,2t/ha) combinadas com três doses de gesso (0; 300 e 600kg/ha). Os noves tratamentos obtidos foram dispostos em blocos ao acaso com três repetições. Durante o período experimental de 4 anos efetuaram-se onze cortes na soja-perene e quatorze cortes no colonião. A aplicação do calcário dolomítico foi realizada 98 dias antes da semeadura das espécies, enquanto que as doses de gesso foram aplicadas, por ocasião da semeadura, somente nas linhas da leguminosa, e nos anos seguintes em cobertura em toda a parcela. Realizou-se uma adubação básica diferenciada para cada espécie. Durante o decorrer do experimento efetuaram-se adubações de reposição para potássio, fósforo e micronutrientes. Verificou-se que as doses de calcário dolomítico reduziram a acidez potencial e os teores de alumínio, elevaram o pH, os teores de cálcio e magnésio trocáveis e a porcentagem de saturação por bases do solo, durante os quatro anos do experimento. As doses de gesso utilizadas fizeram variar significativamente, os teores de cálcio, potássio, alumínio trocável, enxofre (S042-), acidez potencial, soma de bases, capacidade de troca de cátions, saturação por bases e porcentagem de saturação por alumínio na profundidade de 0-20cm e 20-40cm do solo, ocorrendo diferenças entre anos. Até a profundidade de amostragem realizada neste experimento, não se detectou arrastamento de cátions pelo gesso. Devido às condições de acidez do solo em estudar a soja-perene não conseguiu se estabelecer na ausência de calagem. A partir do terceiro e quarto anos a soja-perene e o colonião apresentaram aumentos significativos de produção e matéria seca e quantidades totais de proteína com a aplicação das doses de calcário, sendo que, para a consorciação, a resposta ocorreu nos quatro anos. A resposta do colonião à calagem é atribuída às maiores quantidades de nitrogênio incorporado ao sistema pela soja-perene, que foi tanto maior quanto maior a dose de calcário, do que uma resposta direta do colonião à aplicação do corretivo. Os teores de proteína do colonião a partir do segundo ano aumentaram significativamente e linearmente em função das doses de calcário estudadas. As produções de matéria seca e as quantidades totais de proteína da soja-perene e da consorciação soja-perene + colonião apresentaram diferenças significativas com aplicação das doses de gesso, com variações entre anos, enquanto que para o colonião não ocorreram, durante os quatro anos. O emprego das doses de calcário dolomítico resultou em variações significativas nos teores de cálcio, magnésio, ferro, manganês e zinco na matéria seca da soja-perene e colonião, sendo que os teores de potássio do colonião também apresentaram diferenças significativas, com variações entre anos. A aplicação das doses de gesso resultou em variações significativas nos teores de cálcio, magnésio, potássio e enxofre encontrados na matéria seca da soja-perene, com variações entre anos e nos teores de cálcio encontrados na matéria seca do colonião durante os quatro anos. |
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