\"Resiliência pessoal\" da classificação dos resultados de enfermagem: estudo de validade qualitativa em pessoas idosas
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-04022025-101426/ |
Resumo: | Resiliência trata da resposta humana de adaptação frente às situações de adversidades. Ao longo da vida, a resiliência pode ser desenvolvida mediante as experiências de vida e, nas pessoas com idade avançada, está relacionada com melhores desfechos para a saúde. No âmbito da enfermagem, embora a resiliência esteja indexada às principais linguagens padronizadas de enfermagem, é observada a incipiência desse fenômeno, na perspectiva das pessoas idosas. Este estudo buscou validar o resultado de enfermagem \"Resiliência Pessoal\" (1309) da Classificação dos Resultados de Enfermagem em pessoas idosas, com base na literatura, opinião de especialistas e em cenário clínico. Foi desenvolvido um estudo metodológico de validade qualitativa, percorrendo três etapas consecutivas, sendo elas a primeira etapa uma análise de conceito pelo modelo evolucionista, a segunda a validação por especialista com a realização de um grupo focal e a terceira etapa uma pesquisa qualitativa, em cenário clínico, com pessoas idosas. Obteve aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, sob o Parecer CAAE 53223021.1.0000.5393. Na análise de conceito, 110 estudos foram incluídos por meio de uma revisão integrativa com as buscas realizadas nas bases de dados PubMed, CINAHL, PsycINFO, LILACS e Embase. Foi construído um modelo conceitual \"resiliência em pessoas idosas\", sob a definição \"atitudes positivas das pessoas idosas com auxílio de recursos disponíveis frente às experiências de adversidades\". Composto por seus elementos, os atributos \"atitudes positivas\" e \"recursos disponíveis\", seus antecedentes, consequentes e elementos empíricos. Na validação por especialistas, foi empregada a técnica de grupo focal, realizada em uma sessão síncrona e remota (on-line), com gravação de imagem e áudio pela plataforma Zoom Vídeo Communications®. Participaram oito enfermeiros especialistas, com média de 8,0 anos (DP=5,3) de experiência clínica na saúde do adulto e do idoso, do Brasil e Portugal. As opiniões e discussões se deram sobre a adequação e representação dos componentes do modelo conceitual, elaborado na primeira etapa do estudo, como um resultado de enfermagem de resiliência da pessoa idosa, da Classificação dos Resultados de Enfermagem. Adequação do conteúdo e a da escrita dos indicadores foram as principais recomendações dos enfermeiros especialistas, como a inclusão nos indicadores dos itens \"ressignificar as emoções\", \"finitude\", \"morte e morrer\", \"espiritualidade\", \"esperança\" e \"senso de humor\". Título e definição também foram avaliados. Na terceira etapa, foram entrevistadas 23 pessoas idosas em tratamento no Ambulatório de Geriatria, de um Hospital Geral Terciário. As entrevistas foram em sala privativa, realizadas pela pesquisadora principal do estudo, com gravação de áudio, e, posteriormente, transcritas para realização da análise de dados. Os participantes era a maioria 78,3% do sexo feminino, apresentavam média de 75,0 (P=7,0) anos de idade, 43,5% eram casados e com o mesmo percentual de viúvos e tinham em média 3,8 (DP=3,7) anos de escolaridade. A abordagem dedutiva direta, para categorização, emergiu em quatro categorias: \"Significado e sentido da resiliência\" relatados como \"ser forte\", \"enfrentamento\", \"compreensível\", \"lidar com adversidade\", \"empatia\", \"controle emocional\" e \"ter atitude\"; a categoria \"Características resilientes\" representada pelos exemplos resilientes, exemplos não resilientes, características e atitudes resilientes e contextos resilientes; a categoria \"Contexto pessoal da resiliência\", agrupada em autorrelato, situações e eventos, ações e atitudes resilientes e recursos; a categoria \"Atitudes e comportamentos resilientes na velhice\" distribuída em limitações e desafios da velhice, ações resilientes e Pandemia da COVID-19. Acredita-se que as evidências de validade do fenômeno da resiliência, em pessoas idosas, possam fortalecer o resultado de enfermagem \"Resiliência pessoal\" (1309) da Classificação dos Resultados de Enfermagem. |
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\"Resiliência pessoal\" da classificação dos resultados de enfermagem: estudo de validade qualitativa em pessoas idosasPersonal resilience in the nursing outcomes classification: qualitative validity study in older peopleAgedAgingEnfermagem geriátricaEnvelhecimentoEstudo de validaçãoFocus groupsGeriatric nursingGrupos focaisIdosoPesquisa qualitativaQualitative researchResilience psychologicalResiliência psicológicaStandardized nursing terminologyTerminologia padronizada em enfermagemValidation studyResiliência trata da resposta humana de adaptação frente às situações de adversidades. Ao longo da vida, a resiliência pode ser desenvolvida mediante as experiências de vida e, nas pessoas com idade avançada, está relacionada com melhores desfechos para a saúde. No âmbito da enfermagem, embora a resiliência esteja indexada às principais linguagens padronizadas de enfermagem, é observada a incipiência desse fenômeno, na perspectiva das pessoas idosas. Este estudo buscou validar o resultado de enfermagem \"Resiliência Pessoal\" (1309) da Classificação dos Resultados de Enfermagem em pessoas idosas, com base na literatura, opinião de especialistas e em cenário clínico. Foi desenvolvido um estudo metodológico de validade qualitativa, percorrendo três etapas consecutivas, sendo elas a primeira etapa uma análise de conceito pelo modelo evolucionista, a segunda a validação por especialista com a realização de um grupo focal e a terceira etapa uma pesquisa qualitativa, em cenário clínico, com pessoas idosas. Obteve aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, sob o Parecer CAAE 53223021.1.0000.5393. Na análise de conceito, 110 estudos foram incluídos por meio de uma revisão integrativa com as buscas realizadas nas bases de dados PubMed, CINAHL, PsycINFO, LILACS e Embase. Foi construído um modelo conceitual \"resiliência em pessoas idosas\", sob a definição \"atitudes positivas das pessoas idosas com auxílio de recursos disponíveis frente às experiências de adversidades\". Composto por seus elementos, os atributos \"atitudes positivas\" e \"recursos disponíveis\", seus antecedentes, consequentes e elementos empíricos. Na validação por especialistas, foi empregada a técnica de grupo focal, realizada em uma sessão síncrona e remota (on-line), com gravação de imagem e áudio pela plataforma Zoom Vídeo Communications®. Participaram oito enfermeiros especialistas, com média de 8,0 anos (DP=5,3) de experiência clínica na saúde do adulto e do idoso, do Brasil e Portugal. As opiniões e discussões se deram sobre a adequação e representação dos componentes do modelo conceitual, elaborado na primeira etapa do estudo, como um resultado de enfermagem de resiliência da pessoa idosa, da Classificação dos Resultados de Enfermagem. Adequação do conteúdo e a da escrita dos indicadores foram as principais recomendações dos enfermeiros especialistas, como a inclusão nos indicadores dos itens \"ressignificar as emoções\", \"finitude\", \"morte e morrer\", \"espiritualidade\", \"esperança\" e \"senso de humor\". Título e definição também foram avaliados. Na terceira etapa, foram entrevistadas 23 pessoas idosas em tratamento no Ambulatório de Geriatria, de um Hospital Geral Terciário. As entrevistas foram em sala privativa, realizadas pela pesquisadora principal do estudo, com gravação de áudio, e, posteriormente, transcritas para realização da análise de dados. Os participantes era a maioria 78,3% do sexo feminino, apresentavam média de 75,0 (P=7,0) anos de idade, 43,5% eram casados e com o mesmo percentual de viúvos e tinham em média 3,8 (DP=3,7) anos de escolaridade. A abordagem dedutiva direta, para categorização, emergiu em quatro categorias: \"Significado e sentido da resiliência\" relatados como \"ser forte\", \"enfrentamento\", \"compreensível\", \"lidar com adversidade\", \"empatia\", \"controle emocional\" e \"ter atitude\"; a categoria \"Características resilientes\" representada pelos exemplos resilientes, exemplos não resilientes, características e atitudes resilientes e contextos resilientes; a categoria \"Contexto pessoal da resiliência\", agrupada em autorrelato, situações e eventos, ações e atitudes resilientes e recursos; a categoria \"Atitudes e comportamentos resilientes na velhice\" distribuída em limitações e desafios da velhice, ações resilientes e Pandemia da COVID-19. Acredita-se que as evidências de validade do fenômeno da resiliência, em pessoas idosas, possam fortalecer o resultado de enfermagem \"Resiliência pessoal\" (1309) da Classificação dos Resultados de Enfermagem.Resilience refers to the human adaptive response to situations of adversity. During the life, resilience can be developed through life experiences and, in older people, is associated with better health outcomes. In the nursing field, although resilience is indexed in the main standardized nursing languages, this phenomenon remains underexplored from the perspective of older people. This study aimed to validate the nursing outcome \"Personal Resilience\" (1309) from the Nursing Outcomes Classification in older people, based on literature, expert opinion, and clinical settings. A methodological qualitative validity study was conducted, with three consecutive steps: the first step involved a concept analysis using the evolutionary model; the second, expert validation through a focus group; and the third step, a qualitative study in a clinical setting with older people. The study received ethical approval from the Research Ethics Committee of the School of Nursing of Ribeirão Preto at the University of São Paulo, number protocol CAAE 53223021.1.0000.5393. In the concept analysis, 110 studies were included through an integrative review conducted on PubMed, CINAHL, PsycINFO, LILACS, and Embase databases. A conceptual model of \"resilience in older people\" was constructed, defined as \"positive attitudes of older people supported by available resources when facing adversity.\" This model was composed of its elements, namely, the attributes \"positive attitudes\" and \"available resources,\" along with antecedents, consequences, and empirical elements. In the expert validation, the focus group technique was employed, conducted in a synchronous, remote session (online), with audio and video recording on the Zoom Video Communications® platform. Eight expert nurses participated, with an average of 8.0 years (SD=5.3) of clinical experience in adult and geriatric health in Brazil and Portugal. The discussions and opinions focused on the suitability and representation of the conceptual model components developed in the first stage of the study as a nursing outcome of resilience for older people of the Nursing Outcomes Classification. The main recommendations by expert nurses pertained to the content and language of the indicators, such as including items like \"reframe emotions,\" \"finitude,\" \"death and dying,\" \"spirituality,\" \"hope,\" and \"sense of humor\" in the indicators. The title and definition were also evaluated. In the third stage, 23 older people under treatment at a Geriatrics Outpatient Clinic in a Tertiary General Hospital were interviewed. The interviews were conducted in a private room by the primary researcher, recorded, and later transcribed for data analysis. Most participants were female (78.3%), with an average age of 75.0 years (SD=7.0), 43.5% were married and the same percentage were widowed, with an average of 3.8 (SD=3.7) years of schooling. A direct deductive approach for categorization led to four categories: \"Meaning and Sense of Resilience\" reported as \"being strong,\" \"coping,\" \"understanding,\" \"dealing with adversity,\" \"empathy,\" \"emotional control,\" and \"taking action\"; the category \"Resilient Characteristics\" represented by resilient and non-resilient examples, resilient characteristics, attitudes, and contexts; the category \"Personal Resilience Context,\" grouped into self-report, situations and events, actions and resilient attitudes, and resources; and the category \"Resilient Attitudes and Behaviors in Old Age,\" which included limitations and challenges in old age, resilient actions, and the COVID-19 Pandemic. Evidence supporting the validity of the resilience phenomenon in older people is believed to strengthen the nursing outcome \"Personal Resilience\" (1309) of the Nursing Outcomes Classification.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPKusumota, LucianaLima, Gabriella Santos2024-11-19info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22132/tde-04022025-101426/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-02-21T18:51:02Zoai:teses.usp.br:tde-04022025-101426Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-02-21T18:51:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Resiliência trata da resposta humana de adaptação frente às situações de adversidades. Ao longo da vida, a resiliência pode ser desenvolvida mediante as experiências de vida e, nas pessoas com idade avançada, está relacionada com melhores desfechos para a saúde. No âmbito da enfermagem, embora a resiliência esteja indexada às principais linguagens padronizadas de enfermagem, é observada a incipiência desse fenômeno, na perspectiva das pessoas idosas. Este estudo buscou validar o resultado de enfermagem \"Resiliência Pessoal\" (1309) da Classificação dos Resultados de Enfermagem em pessoas idosas, com base na literatura, opinião de especialistas e em cenário clínico. Foi desenvolvido um estudo metodológico de validade qualitativa, percorrendo três etapas consecutivas, sendo elas a primeira etapa uma análise de conceito pelo modelo evolucionista, a segunda a validação por especialista com a realização de um grupo focal e a terceira etapa uma pesquisa qualitativa, em cenário clínico, com pessoas idosas. Obteve aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, sob o Parecer CAAE 53223021.1.0000.5393. Na análise de conceito, 110 estudos foram incluídos por meio de uma revisão integrativa com as buscas realizadas nas bases de dados PubMed, CINAHL, PsycINFO, LILACS e Embase. Foi construído um modelo conceitual \"resiliência em pessoas idosas\", sob a definição \"atitudes positivas das pessoas idosas com auxílio de recursos disponíveis frente às experiências de adversidades\". Composto por seus elementos, os atributos \"atitudes positivas\" e \"recursos disponíveis\", seus antecedentes, consequentes e elementos empíricos. Na validação por especialistas, foi empregada a técnica de grupo focal, realizada em uma sessão síncrona e remota (on-line), com gravação de imagem e áudio pela plataforma Zoom Vídeo Communications®. Participaram oito enfermeiros especialistas, com média de 8,0 anos (DP=5,3) de experiência clínica na saúde do adulto e do idoso, do Brasil e Portugal. As opiniões e discussões se deram sobre a adequação e representação dos componentes do modelo conceitual, elaborado na primeira etapa do estudo, como um resultado de enfermagem de resiliência da pessoa idosa, da Classificação dos Resultados de Enfermagem. Adequação do conteúdo e a da escrita dos indicadores foram as principais recomendações dos enfermeiros especialistas, como a inclusão nos indicadores dos itens \"ressignificar as emoções\", \"finitude\", \"morte e morrer\", \"espiritualidade\", \"esperança\" e \"senso de humor\". Título e definição também foram avaliados. Na terceira etapa, foram entrevistadas 23 pessoas idosas em tratamento no Ambulatório de Geriatria, de um Hospital Geral Terciário. As entrevistas foram em sala privativa, realizadas pela pesquisadora principal do estudo, com gravação de áudio, e, posteriormente, transcritas para realização da análise de dados. Os participantes era a maioria 78,3% do sexo feminino, apresentavam média de 75,0 (P=7,0) anos de idade, 43,5% eram casados e com o mesmo percentual de viúvos e tinham em média 3,8 (DP=3,7) anos de escolaridade. A abordagem dedutiva direta, para categorização, emergiu em quatro categorias: \"Significado e sentido da resiliência\" relatados como \"ser forte\", \"enfrentamento\", \"compreensível\", \"lidar com adversidade\", \"empatia\", \"controle emocional\" e \"ter atitude\"; a categoria \"Características resilientes\" representada pelos exemplos resilientes, exemplos não resilientes, características e atitudes resilientes e contextos resilientes; a categoria \"Contexto pessoal da resiliência\", agrupada em autorrelato, situações e eventos, ações e atitudes resilientes e recursos; a categoria \"Atitudes e comportamentos resilientes na velhice\" distribuída em limitações e desafios da velhice, ações resilientes e Pandemia da COVID-19. Acredita-se que as evidências de validade do fenômeno da resiliência, em pessoas idosas, possam fortalecer o resultado de enfermagem \"Resiliência pessoal\" (1309) da Classificação dos Resultados de Enfermagem. |
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