Capacidade anaeróbia determinada por meio de apenas um esforço exaustivo: influências da exposição à hipóxia e sua sensibilidade ao treinamento

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Almeida, Camila Bálsamo Gardim de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17152/tde-04082021-141436/
Resumo: O Máximo Déficit de Oxigênio Acumulado (MAOD) foi padronizado para a estimativa indireta da capacidade anaeróbia (CAn). Embora seja o método mais aceito, o MAOD necessita de muitos dias de avaliação (i.e., > 4 dias). Outra abordagem que tem sido frequentemente utilizada para estimativa da CAn, é a somatória das contribuições energéticas dos metabolismos lático e alático obtidas em um único esforço exaustivo: denominado ETA. Desse modo, o ETA representa um grande avanço para a investigação sobre a CAn, mas necessita de mais estudos acerca de sua validade. Neste contexto, o presente projeto propõe a investigação sobre as respostas do ETA aos efeitos da hipóxia, bem como do treinamento físico e do polimento. Para tanto, 14 indivíduos fisicamente ativos com idade variando entre 18 a 35 anos (média de idade 28,1 ± 6,4 anos) participaram do presente estudo, divididos em grupo normóxia (n=5) e hipóxia (n=9), e também subdivididos em grupos da perna treinada (n=14) e controle (n=14). O programa de treinamento foi composto por 20 sessões, a partir da combinação de esforços relativizados pela intensidade de consumo pico de oxigênio (VO2PICO). As avaliações foram realizadas antes, após 17 sessões (treinamento anaeróbio) e após 3 sessões de polimento. Todas as avaliações foram realizadas após este período de recuperação, sendo aplicadas antes do início do treinamento, ao final do período de treinamento anaeróbio e ao final do polimento. O ETA foi calculado a partir da somatória das concentrações energéticas aláticas e láticas, determinadas por meio da fase rápida do excesso de oxigênio consumido pós-exercício e do acúmulo das concentrações de lactato observadas com o esforço exaustivo. Os principais resultados mostraram que o ETA aumentou no grupo da pern treinada em hipóxia (PT-Hip) quando comparado ao normóxia nos valores corrigidos pela massa (PT-Nor) (O2 (mL.kg-1): PT-Hip= 33,0 ± 5,1; PT-N24,5 ± 3,8) e pelo peso da coxa (O2 (mL.kg-1.cx: PT-H=330 ± 51*; PT-N=245,1 ± 38). Já os resultados encontrados no treinamento e polimento mostraram que o ETA foi maior na perna treinada pós (PT-Pós) quando comparada a treinada pré (PT-B) nos dados absolutos, corrigidos pela massa corporal e da coxa e também apresentados em kj (O2ml: PT-P= 2769.9±862; PT-B= 1993.88 ±483, p= 0,02), (O2ml.kg: TL-P= 35.2±10.3; PT-B= 24.7±5.1,p<0,01), (O2ml.kg.th: PT-P= 352.3±103; PT-B=246.9 ± 51.7, p<0,01), (ETA-kj: PT-P=57.8±18; PT-B= 41.6±18, p<0,01). E também quando comparado a perna controle pós (PC-P) com a PT-P (O2ml: PT-P=2769.9±862; PC-P=2253.1±1030, p=0,02), (O2ml.kg: PT-P= .2±10.3; PC-P= 28.4 ± 12.3, p<0,01), (O2ml.kg.th:PT-P= 352.3 ± 103; PC-P= 284.6 ± 123, p<0,01). Assim, concluímos que o ETA foi sensível a exposição a hipóxia e também ao treinamento e polimento, mostrando ser uma ferramenta capaz de avaliar a capacidade anaeróbia.
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spelling Capacidade anaeróbia determinada por meio de apenas um esforço exaustivo: influências da exposição à hipóxia e sua sensibilidade ao treinamentoAnaerobic capacity determined through only an exhaustive effort: influences of exposure to hypoxia and its sensitivity to trainingAnaerobic capacityAnaerobic evaluationAvaliação anaeróbiaCapacidade anaeróbiaDéficit de oxigênio acumuladoDeficit of accumulated oxygenGlicogênioGlycogenO Máximo Déficit de Oxigênio Acumulado (MAOD) foi padronizado para a estimativa indireta da capacidade anaeróbia (CAn). Embora seja o método mais aceito, o MAOD necessita de muitos dias de avaliação (i.e., > 4 dias). Outra abordagem que tem sido frequentemente utilizada para estimativa da CAn, é a somatória das contribuições energéticas dos metabolismos lático e alático obtidas em um único esforço exaustivo: denominado ETA. Desse modo, o ETA representa um grande avanço para a investigação sobre a CAn, mas necessita de mais estudos acerca de sua validade. Neste contexto, o presente projeto propõe a investigação sobre as respostas do ETA aos efeitos da hipóxia, bem como do treinamento físico e do polimento. Para tanto, 14 indivíduos fisicamente ativos com idade variando entre 18 a 35 anos (média de idade 28,1 ± 6,4 anos) participaram do presente estudo, divididos em grupo normóxia (n=5) e hipóxia (n=9), e também subdivididos em grupos da perna treinada (n=14) e controle (n=14). O programa de treinamento foi composto por 20 sessões, a partir da combinação de esforços relativizados pela intensidade de consumo pico de oxigênio (VO2PICO). As avaliações foram realizadas antes, após 17 sessões (treinamento anaeróbio) e após 3 sessões de polimento. Todas as avaliações foram realizadas após este período de recuperação, sendo aplicadas antes do início do treinamento, ao final do período de treinamento anaeróbio e ao final do polimento. O ETA foi calculado a partir da somatória das concentrações energéticas aláticas e láticas, determinadas por meio da fase rápida do excesso de oxigênio consumido pós-exercício e do acúmulo das concentrações de lactato observadas com o esforço exaustivo. Os principais resultados mostraram que o ETA aumentou no grupo da pern treinada em hipóxia (PT-Hip) quando comparado ao normóxia nos valores corrigidos pela massa (PT-Nor) (O2 (mL.kg-1): PT-Hip= 33,0 ± 5,1; PT-N24,5 ± 3,8) e pelo peso da coxa (O2 (mL.kg-1.cx: PT-H=330 ± 51*; PT-N=245,1 ± 38). Já os resultados encontrados no treinamento e polimento mostraram que o ETA foi maior na perna treinada pós (PT-Pós) quando comparada a treinada pré (PT-B) nos dados absolutos, corrigidos pela massa corporal e da coxa e também apresentados em kj (O2ml: PT-P= 2769.9±862; PT-B= 1993.88 ±483, p= 0,02), (O2ml.kg: TL-P= 35.2±10.3; PT-B= 24.7±5.1,p<0,01), (O2ml.kg.th: PT-P= 352.3±103; PT-B=246.9 ± 51.7, p<0,01), (ETA-kj: PT-P=57.8±18; PT-B= 41.6±18, p<0,01). E também quando comparado a perna controle pós (PC-P) com a PT-P (O2ml: PT-P=2769.9±862; PC-P=2253.1±1030, p=0,02), (O2ml.kg: PT-P= .2±10.3; PC-P= 28.4 ± 12.3, p<0,01), (O2ml.kg.th:PT-P= 352.3 ± 103; PC-P= 284.6 ± 123, p<0,01). Assim, concluímos que o ETA foi sensível a exposição a hipóxia e também ao treinamento e polimento, mostrando ser uma ferramenta capaz de avaliar a capacidade anaeróbia.The Maximum Accumulated Oxygen Deficit (MAOD) was standardized for the indirect estimation of anaerobic capacity (AC). Although it is the most accepted method, MAOD requires many evaluation days (i.e.,> 4 days). Another approach that has been frequently used to estimate the CAn, is the sum of the energetic contributions of the lactic and alactic metabolisms obtained in a single exhaustive effort: called SAW. Thus, the SAW represents a major advance for research on AC, but it needs further studies on its validity. In this context, the present project proposes to investigate the SAW responses to the effects of hypoxia, as well as physical training and taper. For this purpose, physically active individuals aged between 18 to 35 years (mean age 28.1 ± 6.4 years) participated in the present study, divided into normoxic group (n = 5) and hypoxia (n = 9), and also subdivided into groups of the trained leg (n = 14) and control (n = 14). The training program consisted of 20 sessions, based on the combination of efforts related to the intensity of peak oxygen consumption (VO2PICO). The evaluations were performed before, after 17 sessions (anaerobic training) and after 3 taper sessions. All evaluations were carried out after this recovery period, being applied before the beginning of training, at the end of the anaerobic training period and at the end of taper. The SAW was calculated from the sum of the alactic and lactic energy concentrations, determined through the rapid phase of excess oxygen consumed post-exercise and the accumulation of lactate concentrations observed with exhaustive effort. The main results showed that SAW increased in the leg group trained in hypoxia (TL-Hip) when compared to normoxia in values corrected by mass (TL-Nor) (O2 (mL.kg-1): TL-Hip = 33, 0 ± 5.1; TL-Nor = 24.5 ± 3.8) and the thigh weight (O2 (mL.kg-1.cx: TL-Hip = 330 ± 51 *; TL-Nor = 245.1 ± 38 The results were presented in absolute data, corrected by body and thigh mass, thus, MAODRED was higher after in the post trained leg (TL-P) when compared to baseline trained leg (TL-B) in absolute data, those corrected by mass and in kj (O2ml: TL-P= 2769.9±862; TL-B= 1993.88 ±483, p= 0,02), (O2ml.kg: TL-P= 35.2±10.3; TL-B= 24.7±5.1,p<0,01), (O2ml.kg.th:TL-P= 352.3±103; TL-B=246.9 ± 51.7, p<0,01), (SAWkj: TL-P=57.8±18; TL-B= 41.6±18, p<0,01). And also, when comparing the pos control leg (CL-P) with TL-P (O2ml: TL-P=2769.9±862; CL-P=2253.1±1030, p=0,02), (O2ml.kg:TL-P= 35.2±10.3; CL-P= 28.4 ± 12.3, p<0,01), (O2ml.kg.th:TL-P= 352.3 ± 103; CL-P= 284.6 ± 123, p<0,01). Thus, we conclude that SAW was sensitive to exposure to hypoxia and also to training and taper, proving to be a tool capable of assessing anaerobic capacity.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPPapoti, MarceloAlmeida, Camila Bálsamo Gardim de2021-05-17info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17152/tde-04082021-141436/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2021-08-09T18:29:02Zoai:teses.usp.br:tde-04082021-141436Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212021-08-09T18:29:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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