Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Cunha, Ana Carolina Lopes Rodrigues da
Orientador(a): Vianna, Elcio dos Santos Oliveira
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo
Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
PCR
IMC
CRP
BMI
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17138/tde-17032026-163953/
Resumo: Introdução: A DPOC é uma doença com alto peso socioeconômico para a população mundial. Possui fisiopatologia complexa pois a capacidade respiratória de um indivíduo pode sofrer influência de inúmeros fatores ambientais e endógenos. Ser capaz de identificar aqueles indivíduos que tem maior potencial de desenvolvê-la é fundamental para redução em sua incidência. Métodos: Trata-se de um estudo observacional, longitudinal, que utiliza dados da 1978/1979 Ribeirão Preto birth coorte (São Paulo, Brazil). O estudo incluiu 895 indivíduos que participaram da quarta e da quinta fases da coorte. Foi realizada uma regressão linear múltipla para avaliar a associação entre tabagismo ativo, tabagismo passivo, IMC, dosagem de PCR, sintomas respiratórios e variação de VEF1. Resultados: A análise demonstrou que houve associação entre IMC, dosagem de PCR e tabagismo ativo com variação de VEF1 em adultos jovens. O tabagismo ativo aumentou a queda de VEF1 em 1,95%. Para cada 1 kg/m2 aumentado no IMC perde-se 0,28% de VEF1, enquanto que a elevação na dosagem de PCR de 1 mg/dL aumenta a queda de VEF1 em 0,76%. Conclusão: Além da conhecida associação do tabagismo com a perda de função pulmonar, houve também associação com IMC e dosagem de PCR, podendo-se levantar a hipótese de que há influência de processo metabólico associado ao desenvolvimento de DPOC.
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