Germinação de espécies arbustivas e sua regeneração natural em áreas em restauração no estado de São Paulo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Carnier, Fausto Esgalha
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-07012014-104905/
Resumo: A diminuição de habitats tem como consequência a perda de biodiversidade, a mata Atlântica é o Bioma que comporta maior biodiversidade no mundo e devido à ocupação e exploração desordenada ocupa a posição de ecossistema mais ameaçado do planeta, perdendo assim, processos ecológicos, evolutivos, diversidade genética, populações e espécies. Devido a este cenário, a reparação dos danos ambientais gerados tornou-se algo urgente, gerando um campo chamado Ecologia da restauração. Os plantios florestais realizados para restauração das áreas utilizam somente espécies arbóreas, pois se espera que assim seja formada uma estrutura que catalise a sucessão secundária. Porém diversos estudos revelam que mesmo após anos de plantio outras formas de vida não voltam a regenerar com facilidade. O presente trabalho teve como objetivo geral avaliar o comportamento das espécies arbustivas em sua germinação e na recolonização de ambientes em recuperação com diferentes idades, visando auxiliar a utilização de espécies arbustivas em projetos de restauração florestal. Foram utilizadas sementes de 15 espécies arbustivas para avaliação da porcentagem de germinação, velocidade de germinação e Índice de velocidade de germinação, sendo que com Conchocarpus pentandrus (A. St.-Hil.) Kallunki & Pirani foi realizado também teste de armazenamento. Cinco das 15 espécies utilizadas obtiveram boa porcentagem de germinação sem nenhum tratamento prévio de quebra de dormência e Conchocarpus pentandrus obteve melhor taxa de porcentagem de germinação quando armazenado em embalagem permeável por até 3 meses. Para a regeneração natural foram feitas 6 parcelas de 6x8m em áreas com idades de plantio de 4, 7, 12, 15 e 20 anos e mais 6 parcelas em áreas nativas de referência. As áreas estão aumentando sua riqueza e diversidade com o passar do tempo, porém ainda estão longe dos valores atingidos pelas áreas de referência. Poucas arbustivas foram encontradas se regenerando, sendo a maioria arbustos de pequeno porte.
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