A morte para mim é a morte dos grupos: processos de memória na companhia Terpsí Teatro de Dança (RS)
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27162/tde-22012025-113743/ |
Resumo: | Este estudo explora a trajetória e os processos criativos da Terpsí Teatro de Dança, fundada em 1987 em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e da coreógrafa Carlota Albuquerque. Através de relatos e testemunhos de artistas que participaram da companhia ao longo dos anos, delineamos os métodos e as dinâmicas que caracterizam o grupo, com foco em conceitos essenciais como criação coletiva, autoria e a relação corpobjeto. A pesquisa analisa como esses conceitos se entrelaçam ao longo da história da companhia, destacando o papel da afetividade e da memória como motores fundamentais nos processos criativos. Tais elementos não apenas moldam as interações entre os artistas, mas também influenciam a concepção cênica das obras da companhia. Um aspecto central deste estudo é o relato pessoal da autora, filha de Carlota Albuquerque, que oferece uma perspectiva íntima sobre a subjetividade da memória coletiva e os desafios enfrentados na produção artística de uma companhia artesanal, esteticamente moldada por políticas culturais contemporâneas a ela. Além disso, o estudo se aprofunda em duas obras emblemáticas da companhia: Ditos e Malditos: Desejos da Clausura (2008, 2009) e Casa das Especiarias (2011, 2013). Através dessas análises, investigamos como o conceito de instalação, amplamente utilizado por Carlota Albuquerque, serve como um mecanismo eficaz para a concretização dos processos criativos e a realização das performances. |
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