Análise do crescimento e digestibilidade da matéria seca “in vitro” da Galactia striata (Jacq.) Urb., em função de sete épocas de semeadura em um Latossolo Vermelho Escuro álico, na região de Ilha Solteira, SP

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1984
Autor(a) principal: Costa, Ciniro
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11139/tde-20231122-100258/
Resumo: O experimento foi conduzido em um solo Latossolo Vermelho Escuro álico, textura média, na Fazenda Experimental da UNESP - “Campus” de Ilha Solteira, SP. O trabalho teve como objetivo estudar o comportamento da Galactia striata (Jacq.) Urb., quanto ao aspecto de crescimento e valor nutritivo, em sete épocas de semeadura (de 30 em 30 dias) e 5 épocas de coleta (de 28 em 28 dias após emergência das plantas), no período de verão de 28/09/1979 a 30/05/80. O delineamento experimental foi em blocos casualizados com parcelas subdivididas, considerando as épocas de semeadura, as parcelas e as épocas de coleta, as subparcelas. A aplicação de calcário se processou 30 dias antes de cada época de semeadura e a adubação fundamental na semeadura, consistiu na aplicação de 20 kg/ha de nitrogênio na forma de sulfato de amônio (21% N), 120 kg de P2O5 na forma de superfosfato simples (8,8% P) e 60 kg/ha de K2O na forma de cloreto de potássio (49,8% K). As semeaduras foram realizadas em linhas espaçadas de 0,30 m, com dez linhas de 15 m por parcela, a uma profundidade de 2,5 cm, sendo deixadas após o desbaste 10-15 plantas por metro linear. No material coletado separaram-se as folhas das hastes. As amostras foram pesadas e analisadas para nitrogênio na matéria seca e digestibilidade “in vitro” da matéria seca. Concluiu-se que: A época de semeadura de maior acúmulo de matéria seca deu-se em 28/09/79, sendo que o período de semeadura mais promissor compreende entre final de setembro até o final de novembro. A relação folha/haste decresce com a idade da planta. A taxa de crescimento diária máxima foi observada no período de 28 dias aos 56 dias após emergência das plantas. O IAF “ótimo” para a semeadura de maior acúmulo de matéria seca foi 2,7 aos 56 dias, e o IAF “crítico” foi de 4,6 aos 112 dias após emergência das plantas. A concentração de nitrogênio nas hastes e folhas decresce com a idade da forrageira, embora sempre acima do nível crítico (1,12% de N na MS), o qual limita a ingestão de forragem pelo animal. A Galactia striata é capaz de prover forragem de alto valor nutritivo, tanto no período de verão como no de inverno.
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