Um Estudo sobre o Conceito de Angústia

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Vieira, Fernando Filipe Paulos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47133/tde-03042025-153638/
Resumo: Este estudo investigou diferenças nos sintomas psicopatológicos e comorbidades quanto à experiência de angústia e se a angústia tem mais relação com a depressão ou com a ansiedade. Foi incluída uma amostra por conveniência de 100 (N=100) pacientes atendidos nos ambulatórios geral, de ansiedade e de transtornos afetivos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, (N=50) pacientes sem angústia, (N=35) pacientes com angústia e (N=15) pacientes com angústia mas sem descrição correta do sentimento, entre os 17 e os 77 anos de idade (M=44,54 anos). Foram utilizados um questionário sociodemográfico, as escalas clínicas Brief Symptom Inventory (BSI), Defensive Style Questionnaire (DSQ-40), Hospital Anxiety and Depression Scale (HADS), Hamilton Anxiety Scale (HAM-A), Inventário de Ansiedade Estado-Traço (IDATE) e a Mini International Neuropsychiatric Interview (MINI). A hipótese 1 prévia diferenças significativas relativamente aos sintomas psicopatológicos e às comorbidades. A hipótese 2 prévia diferenças significativas quanto ao diagnóstico de depressão e ansiedade entre pacientes com e sem angústia. Dos resultados obtidos, foi possível confirmar que os sintomas BSI somatização, HAM-A medos, HAM-A humor depressivo, HAM-A sintomas gastrointestinais e HAM-A sintomas neurovegetativos mostraram significância, confirmando-se a hipótese 1. No que respeita à hipótese 2, os resultados revelam que a depressão apresenta maior proximidade com a angústia do que a ansiedade, sendo que os pacientes com depressão têm 3,64 vezes mais chance de experimentar angústia quanto comparados com os pacientes com ansiedade.
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