Sobre a extratibilidade de cianeto-E ciano-complexos de trifenil-N-propil-fosfonio e trifenil-isopropil-fosfônio e algumas aplicações analíticas
| Ano de defesa: | 1971 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46133/tde-03052018-092546/ |
Resumo: | O estudo sistemático da extratibilidade de cianato e ciano-complexos de trifenil-n-propil e trifenil-isopropil-fosfônio, proporcionou a possibilidade de se efetuar, com eficiência, separações bem como de elaborar prova de identificação e métodos de determinação de interesse analítico. Mediante o emprêgo de íons cianato e de trifenil-isopropil-fosfônio, pôde-se estabelecer condições que permitiram extrair, do meio aquoso, íons de cobalto com 99,3% de eficiência (coeficiente de extração), em metil-isopropil-cetôna. Conseguiu-se, dessa maneira, separar baixos teores de cobalto de grandes quantidades de níquel. Pôde-se, assim, elaborar prova para a identificação de cobalto até 0,25 µg, com limite de diluição de l:2.000.000. A prova pode ser executada na presença de grande número de íons estranhos. O método quantitativo elaborado, além de possibilitar a separação dos ions Co(II) e Ni(II), permitiu determinar cobalto na faixa de concentração de 4 a 60 µg/ml, diretamente no extrato orgânico, por via espetrofotométrica, em 630 mµ. Isolou-se um composto correspondente à fórmula (Φ3-P-C3H7)2 [Co(OCN) 4] que se provou ser a espécie extraída no procedimento analítico. A marcante diferença de comportamento observada entre o ferrocianeto de trifenil-n-propil ou trifenil-isopropil-fosfônio e o correspondente ferricianeto, permitiu a elaboração de método para a separação quantitativa dêsses anions, mediante extração, em álcool pentílico, do ferricianeto -de trifenil-n-propilfosfônio, sendo o coeficiente de extração 97,5%. A medida espetrofotométrica, direta, do ferricianeto extraído, em 420 mµ, permite determinar 20 a 200 µg/ml. Entretanto, após reação, na própria fase orgânica, com íons Fe(II), a coloração azul obtida tornou o método cêrca de oito vêzes mais sensível e aplicável na faixa de 2 a 18 µg/ml, sendo a medida espetrofotométrica efetuada em 720 mµ. |
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Sobre a extratibilidade de cianeto-E ciano-complexos de trifenil-N-propil-fosfonio e trifenil-isopropil-fosfônio e algumas aplicações analíticasAbout extractibility of cyanate-E cyano-complexes of the triphenyl-n-propyl-phosphonium and triphenyl-isopropyl-phosphonium and some analytical applicationsAnalytical chemistryQuímica analíticaO estudo sistemático da extratibilidade de cianato e ciano-complexos de trifenil-n-propil e trifenil-isopropil-fosfônio, proporcionou a possibilidade de se efetuar, com eficiência, separações bem como de elaborar prova de identificação e métodos de determinação de interesse analítico. Mediante o emprêgo de íons cianato e de trifenil-isopropil-fosfônio, pôde-se estabelecer condições que permitiram extrair, do meio aquoso, íons de cobalto com 99,3% de eficiência (coeficiente de extração), em metil-isopropil-cetôna. Conseguiu-se, dessa maneira, separar baixos teores de cobalto de grandes quantidades de níquel. Pôde-se, assim, elaborar prova para a identificação de cobalto até 0,25 µg, com limite de diluição de l:2.000.000. A prova pode ser executada na presença de grande número de íons estranhos. O método quantitativo elaborado, além de possibilitar a separação dos ions Co(II) e Ni(II), permitiu determinar cobalto na faixa de concentração de 4 a 60 µg/ml, diretamente no extrato orgânico, por via espetrofotométrica, em 630 mµ. Isolou-se um composto correspondente à fórmula (Φ3-P-C3H7)2 [Co(OCN) 4] que se provou ser a espécie extraída no procedimento analítico. A marcante diferença de comportamento observada entre o ferrocianeto de trifenil-n-propil ou trifenil-isopropil-fosfônio e o correspondente ferricianeto, permitiu a elaboração de método para a separação quantitativa dêsses anions, mediante extração, em álcool pentílico, do ferricianeto -de trifenil-n-propilfosfônio, sendo o coeficiente de extração 97,5%. A medida espetrofotométrica, direta, do ferricianeto extraído, em 420 mµ, permite determinar 20 a 200 µg/ml. Entretanto, após reação, na própria fase orgânica, com íons Fe(II), a coloração azul obtida tornou o método cêrca de oito vêzes mais sensível e aplicável na faixa de 2 a 18 µg/ml, sendo a medida espetrofotométrica efetuada em 720 mµ.O estudo sistemático da extratibilidade de cianato e ciano-complexos de trifenil-n-propil e trifenil-isopropil-fosfônio, proporcionou a possibilidade de se efetuar, com eficiência, separações bem como de elaborar prova de identificação e métodos de determinação de interesse analítico. Mediante o emprêgo de íons cianato e de trifenil-isopropil-fosfônio, pôde-se estabelecer condições que permitiram extrair, do meio aquoso, íons de cobalto com 99,3% de eficiência (coeficiente de extração), em metil-isopropil-cetôna. Conseguiu-se, dessa maneira, separar baixos teores de cobalto de grandes quantidades de níquel. Pôde-se, assim, elaborar prova para a identificação de cobalto até 0,25 µg, com limite de diluição de l:2.000.000. A prova pode ser executada na presença de grande número de íons estranhos. O método quantitativo elaborado, além de possibilitar a separação dos ions Co(II) e Ni(II), permitiu determinar cobalto na faixa de concentração de 4 a 60 µg/ml, diretamente no extrato orgânico, por via espetrofotométrica, em 630 mµ. Isolou-se um composto correspondente à fórmula (Φ3-P-C3H7)2 [Co(OCN) 4] que se provou ser a espécie extraída no procedimento analítico. A marcante diferença de comportamento observada entre o ferrocianeto de trifenil-n-propil ou trifenil-isopropil-fosfônio e o correspondente ferricianeto, permitiu a elaboração de método para a separação quantitativa dêsses anions, mediante extração, em álcool pentílico, do ferricianeto -de trifenil-n-propilfosfônio, sendo o coeficiente de extração 97,5%. A medida espetrofotométrica, direta, do ferricianeto extraído, em 420 mµ, permite determinar 20 a 200 µg/ml. Entretanto, após reação, na própria fase orgânica, com íons Fe(II), a coloração azul obtida tornou o método cêrca de oito vêzes mais sensível e aplicável na faixa de 2 a 18 µg/ml, sendo a medida espetrofotométrica efetuada em 720 mµ.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSenise, Paschoal Ernesto AmericoOliveira, Ruth Leme de1971-02-02info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttp://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46133/tde-03052018-092546/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2018-10-03T01:45:28Zoai:teses.usp.br:tde-03052018-092546Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212018-10-03T01:45:28Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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