VOCÊ TEM FOME DE QUE? Dimensões da paisagem no campo da agrofloresta
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-07102025-161704/ |
Resumo: | Este trabalho investiga as formas de produção e vivência da paisagem em uma experiência de agricultura urbana, construída em bairro distante do centro, na zona leste do município de São José dos Campos, região do Vale do Paraíba, São Paulo. Ali há presença de diversos cursos dágua, afluentes do Rio Paraíba do Sul. Um deles é o Rio Alambari que, assim como suas margens, sofreu significativa degradação nesse processo de urbanização. A conjunção de diferentes atores dá origem ao trabalho de recuperação de um pequeno trecho da mata ciliar, em que, havendo o mote inicial do usufruto para cultivo agrícola nessa Área de Preservação Permanente, um acordo com a prefeitura resultou na autorização de uma agrofloresta, que se faria ferramenta para essa recuperação. No caso, a floresta é prioritária à prática da agricultura, o que define especificidades quanto ao manejo. Nesse contexto, enxerga-se um fenômeno que é o movimento simultaneamente imbricado no cotidiano e transformador de uma dada realidade. Para compreendê-lo, elege-se o método da pesquisa qualitativa fenomenológica, com imersões em campo e entrevistas, entrecruzadas pela bibliografia selecionada cotejada e auxiliadas pela pesquisa documental. Na polissemia que engendra o termo paisagem, o trabalho se baseia nos conceitos em que ela é tida como relação entre homem e meio, nas vivências de intervenção e de imersão corpórea. Isso passa pela crítica do pensamento dual moderno, assim como o faz a metodologia eleita. Considera-se que a experiência estudada é pequena, mas potente ao demonstrar a possibilidade concreta da reconstrução da mata pelo envolvimento dos cidadãos com a paisagem. |
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VOCÊ TEM FOME DE QUE? Dimensões da paisagem no campo da agroflorestaWHAT ARE YOU HUNGRY FOR? Landscape dimensions in the agroforestry matterAGRICULTURA URBANAFENOMENOLOGIALANDSCAPEPAISAGEMPHENOMENOLOGYURBAN AGRICULTUREEste trabalho investiga as formas de produção e vivência da paisagem em uma experiência de agricultura urbana, construída em bairro distante do centro, na zona leste do município de São José dos Campos, região do Vale do Paraíba, São Paulo. Ali há presença de diversos cursos dágua, afluentes do Rio Paraíba do Sul. Um deles é o Rio Alambari que, assim como suas margens, sofreu significativa degradação nesse processo de urbanização. A conjunção de diferentes atores dá origem ao trabalho de recuperação de um pequeno trecho da mata ciliar, em que, havendo o mote inicial do usufruto para cultivo agrícola nessa Área de Preservação Permanente, um acordo com a prefeitura resultou na autorização de uma agrofloresta, que se faria ferramenta para essa recuperação. No caso, a floresta é prioritária à prática da agricultura, o que define especificidades quanto ao manejo. Nesse contexto, enxerga-se um fenômeno que é o movimento simultaneamente imbricado no cotidiano e transformador de uma dada realidade. Para compreendê-lo, elege-se o método da pesquisa qualitativa fenomenológica, com imersões em campo e entrevistas, entrecruzadas pela bibliografia selecionada cotejada e auxiliadas pela pesquisa documental. Na polissemia que engendra o termo paisagem, o trabalho se baseia nos conceitos em que ela é tida como relação entre homem e meio, nas vivências de intervenção e de imersão corpórea. Isso passa pela crítica do pensamento dual moderno, assim como o faz a metodologia eleita. Considera-se que a experiência estudada é pequena, mas potente ao demonstrar a possibilidade concreta da reconstrução da mata pelo envolvimento dos cidadãos com a paisagem.The current research investigates the ways in which the landscape is produced and experienced in an urban agriculture experiment in the eastern partof São José dos Campos, Vale do Paraíba, São Paulo. There are several watercourses there, tributaries of the Paraíba do Sul River. One of them is the Alambari River which, like its banks, has suffered significant degradation in the process of urbanization. The combination of different actors gave rise to the work of recovering a small stretch of riparian forest, in which, while there was the initial idea of using this Permanent Preservation Area for agricultural cultivation, an agreement with the town hall resulted in the authorization of an agroforest, which would be a tool for this recovery. In this case, the forest is a priority for agriculture, which defines the specifics of its management. In this context, we see a phenomenon which is the movement that is both imbricated in everyday life and transforms a given reality. In order to understand it, we chose the method of phenomenological qualitative research, with immersions in the field and interviews, intertwined with the selected bibliography collated and aided by documentary research. In the polysemy that engenders the term landscape, the work is based on the concepts in which it is seen as a relationship between man and the environment, in the experiences of intervention and bodily immersion. This involves a critique of modern dual thinking, as does the chosen methodology. It is considered that the experience studied is small, but powerful in demonstrating the concrete possibility of reconstructing the forest through the involvement of citizens with the landscape.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPLima, Catharina Pinheiro Cordeiro dos SantosSousa, Adriana Ferreira2025-06-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-07102025-161704/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-10-30T19:03:02Zoai:teses.usp.br:tde-07102025-161704Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-10-30T19:03:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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