Petrogênese do campo kimberlítico de Juína (MT): implicações geodinâmicas e subsídios para modelos exploratórios

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Cabral Neto, Izaac
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/44/44143/tde-27112024-094449/
Resumo: Este estudo visa avançar o conhecimento sobre as intrusões kimberlíticas de Juína e o manto litosférico subjacente, além de explorar a relação geotectônica regional. Amostras de testemunhos de sondagem e minerais indicadores de kimberlito (MIK), como granada piropo, espinélio cromífero, ilmenita magnesiana, diopsídio cromífero, flogopita e zircão, foram analisadas. Adicionalmente, comparamos zircões mantélicos de Juína com duas outras áreas kimberlíticas produtoras de diamantes no Brasil: Paranatinga, no Cráton Amazônico, e a Província Ígnea do Alto Paranaíba (APIP), no sudeste do Cráton São Francisco. As concentrações de elementos maiores e menores de MIK foram medidas in situ com uma microssonda eletrônica no Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, enquanto as concentrações de elementos-traço foram obtidas por LA-ICP-MS no Arctic Resources Laboratory da Universidade de Alberta. A composição isotópica de U-Th-Pb em zircões foi determinada utilizando LA-SC-SF-ICP-MS no mesmo laboratório, e as análises dos isótopos Lu-Yb-Hf e oxigênio (18O, 16O) foram realizadas com uma microssonda iônica no Canadian Centre for Isotopic Microanalysis, Universidade de Alberta. Com base nas características petrográficas e composições minerais, os pipes de Juína foram interpretados como kimberlitos arquetípicos com estilos de colocação piroclásticos, preenchidos com kimberlito vulcanoclástico ressedimentado e kimberlito piroclástico do tipo Kimberley. A composição e a textura das fases magmáticas sugerem cristalização a partir de magmas kimberlíticos sensu stricto. A presença de granadas eclogíticas com alto teor de Na e a ausência de granadas G10 com alto teor de Cr e baixo teor de Ca sugerem a presença de diamantes eclogíticos entre as populações de diamantes litosféricos de Juína. Os teores de Zr e Y e as razões Ti/Eu e Zr/Hf nas granadas peridotíticas, e os teores de Zr e as razões Ca/Al, LaN/YbN, Ti/Eu e Zr/Hf nos clinopiroxênios indicam uma forte conexão com metasomatismo do manto relacionado a melts kimberlíticos. Os zircões analisados apresentam padrões de REEN relativamente uniformes, sendo empobrecidos em LREE e enriquecidos em HREE, com anomalias positivas de Ce variáveis, mas sem anomalias discerníveis de Eu. Aplicando o termômetro de Ti em zircão recentemente revisado, obteve-se temperaturas médias de cristalização de 860 ± 137 oC, 900 ± 34 oC e 1165 ± 147 oC para os zircões de Juína, Paranatinga e APIP, respectivamente. As idades U-Pb revelam quatro picos principais de magmatismo kimberlítico: ~78 e 86 Ma na APIP, 92 Ma em Juína e 122 Ma em Paranatinga. Os valores de Hf variam de +4,2 a +9,3 para Juína, +4,7 a +6,2 para Paranatinga e -11,0 a 0,0 para APIP. Valores médios de 18O são similares para zircões de Juína e Paranatinga, mas mais baixos que aqueles da APIP. As composições isotópicas de Hf indicam que os zircões de Juína e Paranatinga são consistentes com kimberlitos primitivos, enquanto os zircões de APIP exibem características de kimberlitos anômalos, sugerindo uma fonte de reservatórios mantélicos contaminados. O contraste nos valores médios de 18O entre os crátons Amazônico e São Francisco sugere reservatórios mantélicos distintos ou diferentes graus de interação com o manto litosférico subcontinental isotopicamente heterogêneo.
id USP_b212f020157dba8294951656621fe76b
oai_identifier_str oai:teses.usp.br:tde-27112024-094449
network_acronym_str USP
network_name_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
repository_id_str
spelling Petrogênese do campo kimberlítico de Juína (MT): implicações geodinâmicas e subsídios para modelos exploratóriosPetrogenesis of the Juína kimberlite field (MT): geodynamic implications and subsidies for exploratory modelsBrasilBrazilKimberliteKimberlitoLithospheric mantleMantle metasomatismManto litosféricoMegacristais de zircãoMetassomatismo do mantoZircon megacrystsEste estudo visa avançar o conhecimento sobre as intrusões kimberlíticas de Juína e o manto litosférico subjacente, além de explorar a relação geotectônica regional. Amostras de testemunhos de sondagem e minerais indicadores de kimberlito (MIK), como granada piropo, espinélio cromífero, ilmenita magnesiana, diopsídio cromífero, flogopita e zircão, foram analisadas. Adicionalmente, comparamos zircões mantélicos de Juína com duas outras áreas kimberlíticas produtoras de diamantes no Brasil: Paranatinga, no Cráton Amazônico, e a Província Ígnea do Alto Paranaíba (APIP), no sudeste do Cráton São Francisco. As concentrações de elementos maiores e menores de MIK foram medidas in situ com uma microssonda eletrônica no Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, enquanto as concentrações de elementos-traço foram obtidas por LA-ICP-MS no Arctic Resources Laboratory da Universidade de Alberta. A composição isotópica de U-Th-Pb em zircões foi determinada utilizando LA-SC-SF-ICP-MS no mesmo laboratório, e as análises dos isótopos Lu-Yb-Hf e oxigênio (18O, 16O) foram realizadas com uma microssonda iônica no Canadian Centre for Isotopic Microanalysis, Universidade de Alberta. Com base nas características petrográficas e composições minerais, os pipes de Juína foram interpretados como kimberlitos arquetípicos com estilos de colocação piroclásticos, preenchidos com kimberlito vulcanoclástico ressedimentado e kimberlito piroclástico do tipo Kimberley. A composição e a textura das fases magmáticas sugerem cristalização a partir de magmas kimberlíticos sensu stricto. A presença de granadas eclogíticas com alto teor de Na e a ausência de granadas G10 com alto teor de Cr e baixo teor de Ca sugerem a presença de diamantes eclogíticos entre as populações de diamantes litosféricos de Juína. Os teores de Zr e Y e as razões Ti/Eu e Zr/Hf nas granadas peridotíticas, e os teores de Zr e as razões Ca/Al, LaN/YbN, Ti/Eu e Zr/Hf nos clinopiroxênios indicam uma forte conexão com metasomatismo do manto relacionado a melts kimberlíticos. Os zircões analisados apresentam padrões de REEN relativamente uniformes, sendo empobrecidos em LREE e enriquecidos em HREE, com anomalias positivas de Ce variáveis, mas sem anomalias discerníveis de Eu. Aplicando o termômetro de Ti em zircão recentemente revisado, obteve-se temperaturas médias de cristalização de 860 ± 137 oC, 900 ± 34 oC e 1165 ± 147 oC para os zircões de Juína, Paranatinga e APIP, respectivamente. As idades U-Pb revelam quatro picos principais de magmatismo kimberlítico: ~78 e 86 Ma na APIP, 92 Ma em Juína e 122 Ma em Paranatinga. Os valores de Hf variam de +4,2 a +9,3 para Juína, +4,7 a +6,2 para Paranatinga e -11,0 a 0,0 para APIP. Valores médios de 18O são similares para zircões de Juína e Paranatinga, mas mais baixos que aqueles da APIP. As composições isotópicas de Hf indicam que os zircões de Juína e Paranatinga são consistentes com kimberlitos primitivos, enquanto os zircões de APIP exibem características de kimberlitos anômalos, sugerindo uma fonte de reservatórios mantélicos contaminados. O contraste nos valores médios de 18O entre os crátons Amazônico e São Francisco sugere reservatórios mantélicos distintos ou diferentes graus de interação com o manto litosférico subcontinental isotopicamente heterogêneo.This study aims to advance the knowledge of the kimberlite intrusions in Juína and the underlying lithospheric mantle, as well as explore the regional geotectonic relationship. Core samples and kimberlite indicator minerals (KIM) such as pyrope garnet, Cr-spinel, Mg- ilmenite, Cr-diopside, phlogopite, and zircon were analyzed. In addition, we compared mantle- derived zircons from Juína with those from two other major diamond-producing kimberlite areas in Brazil: Paranatinga in the Amazonian craton and the Alto Paranaíba Igneous Province (APIP) in the southeastern São Francisco craton. Major and minor element concentrations of KIMs were measured in situ with an electron microprobe at the Institute of Geosciences, University of São Paulo, while trace element concentrations were obtained by LA-ICP-MS at the Arctic Resources Laboratory, University of Alberta. The U-Th-Pb isotopic composition of zircons was determined using LA coupled to an Element XR SC-SF-ICP-MS, and Lu-Yb-Hf was measured using a laser ablation-MC-ICP-MS at the same laboratory. Oxygen (18O, 16O) isotope analyses were performed with an ion microprobe at the Canadian Centre for Isotopic Microanalysis, University of Alberta. Based on petrographic characteristics and mineral compositions, the Juína pipes were interpreted as archetypal kimberlites with pyroclastic emplacement styles, filled with resedimented volcaniclastic kimberlite and Kimberley-type pyroclastic kimberlite. The composition and texture of the magmatic phases suggest crystallization from kimberlite magmas sensu stricto. The presence of eclogitic garnets with high Na content and the absence of G10 garnets with high Cr and low Ca content suggest the presence of eclogitic diamonds among the lithospheric diamond populations of Juína. The concentrations of Zr and Y, the Ti/Eu and Zr/Hf ratios in peridotitic garnets, and the Zr, Ca/Al, LaN/YbN, Ti/Eu, and Zr/Hf contents in clinopyroxenes indicate a strong connection with mantle metasomatism related to kimberlitic melts in the Juína area. The analyzed zircons exhibit relatively uniform REEN patterns, being depleted in LREE and enriched in HREE, with variable positive Ce anomalies but no discernible Eu anomalies. Applying the recently revised Ti-in- zircon thermometer, the average crystallization temperatures were 860 ± 137 oC, 900 ± 34 oC, and 1165 ± 147 oC for zircons from Juína, Paranatinga, and APIP, respectively. The U-Pb ages reveal four main peaks of kimberlite magmatism: ~78 and 86 Ma in APIP, 92 Ma in Juína, and 122 Ma in Paranatinga. Hf values range from +4.2 to +9.3 for Juína, +4.7 to +6.2 for Paranatinga, and -11.0 to 0.0 for APIP. Average 18O values in zircon megacrysts are similar for Juína and Paranatinga but lower than those in APIP. The Hf isotopic compositions indicate that the zircons from Juína and Paranatinga are consistent with primitive kimberlites, while the zircons from APIP exhibit characteristics of anomalous kimberlites, suggesting a source from contaminated mantle reservoirs. The contrast in average 18O values between the Amazonian and São Francisco cratons suggests distinct mantle reservoirs or different degrees of interaction with the isotopically heterogeneous subcontinental lithospheric mantle.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPPearson, David GrahamRuberti, ExcelsoCabral Neto, Izaac2024-10-10info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/44/44143/tde-27112024-094449/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPReter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-11-27T12:00:02Zoai:teses.usp.br:tde-27112024-094449Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-11-27T12:00:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
dc.title.none.fl_str_mv Petrogênese do campo kimberlítico de Juína (MT): implicações geodinâmicas e subsídios para modelos exploratórios
Petrogenesis of the Juína kimberlite field (MT): geodynamic implications and subsidies for exploratory models
title Petrogênese do campo kimberlítico de Juína (MT): implicações geodinâmicas e subsídios para modelos exploratórios
spellingShingle Petrogênese do campo kimberlítico de Juína (MT): implicações geodinâmicas e subsídios para modelos exploratórios
Cabral Neto, Izaac
Brasil
Brazil
Kimberlite
Kimberlito
Lithospheric mantle
Mantle metasomatism
Manto litosférico
Megacristais de zircão
Metassomatismo do manto
Zircon megacrysts
title_short Petrogênese do campo kimberlítico de Juína (MT): implicações geodinâmicas e subsídios para modelos exploratórios
title_full Petrogênese do campo kimberlítico de Juína (MT): implicações geodinâmicas e subsídios para modelos exploratórios
title_fullStr Petrogênese do campo kimberlítico de Juína (MT): implicações geodinâmicas e subsídios para modelos exploratórios
title_full_unstemmed Petrogênese do campo kimberlítico de Juína (MT): implicações geodinâmicas e subsídios para modelos exploratórios
title_sort Petrogênese do campo kimberlítico de Juína (MT): implicações geodinâmicas e subsídios para modelos exploratórios
author Cabral Neto, Izaac
author_facet Cabral Neto, Izaac
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Pearson, David Graham
Ruberti, Excelso
dc.contributor.author.fl_str_mv Cabral Neto, Izaac
dc.subject.por.fl_str_mv Brasil
Brazil
Kimberlite
Kimberlito
Lithospheric mantle
Mantle metasomatism
Manto litosférico
Megacristais de zircão
Metassomatismo do manto
Zircon megacrysts
topic Brasil
Brazil
Kimberlite
Kimberlito
Lithospheric mantle
Mantle metasomatism
Manto litosférico
Megacristais de zircão
Metassomatismo do manto
Zircon megacrysts
description Este estudo visa avançar o conhecimento sobre as intrusões kimberlíticas de Juína e o manto litosférico subjacente, além de explorar a relação geotectônica regional. Amostras de testemunhos de sondagem e minerais indicadores de kimberlito (MIK), como granada piropo, espinélio cromífero, ilmenita magnesiana, diopsídio cromífero, flogopita e zircão, foram analisadas. Adicionalmente, comparamos zircões mantélicos de Juína com duas outras áreas kimberlíticas produtoras de diamantes no Brasil: Paranatinga, no Cráton Amazônico, e a Província Ígnea do Alto Paranaíba (APIP), no sudeste do Cráton São Francisco. As concentrações de elementos maiores e menores de MIK foram medidas in situ com uma microssonda eletrônica no Instituto de Geociências da Universidade de São Paulo, enquanto as concentrações de elementos-traço foram obtidas por LA-ICP-MS no Arctic Resources Laboratory da Universidade de Alberta. A composição isotópica de U-Th-Pb em zircões foi determinada utilizando LA-SC-SF-ICP-MS no mesmo laboratório, e as análises dos isótopos Lu-Yb-Hf e oxigênio (18O, 16O) foram realizadas com uma microssonda iônica no Canadian Centre for Isotopic Microanalysis, Universidade de Alberta. Com base nas características petrográficas e composições minerais, os pipes de Juína foram interpretados como kimberlitos arquetípicos com estilos de colocação piroclásticos, preenchidos com kimberlito vulcanoclástico ressedimentado e kimberlito piroclástico do tipo Kimberley. A composição e a textura das fases magmáticas sugerem cristalização a partir de magmas kimberlíticos sensu stricto. A presença de granadas eclogíticas com alto teor de Na e a ausência de granadas G10 com alto teor de Cr e baixo teor de Ca sugerem a presença de diamantes eclogíticos entre as populações de diamantes litosféricos de Juína. Os teores de Zr e Y e as razões Ti/Eu e Zr/Hf nas granadas peridotíticas, e os teores de Zr e as razões Ca/Al, LaN/YbN, Ti/Eu e Zr/Hf nos clinopiroxênios indicam uma forte conexão com metasomatismo do manto relacionado a melts kimberlíticos. Os zircões analisados apresentam padrões de REEN relativamente uniformes, sendo empobrecidos em LREE e enriquecidos em HREE, com anomalias positivas de Ce variáveis, mas sem anomalias discerníveis de Eu. Aplicando o termômetro de Ti em zircão recentemente revisado, obteve-se temperaturas médias de cristalização de 860 ± 137 oC, 900 ± 34 oC e 1165 ± 147 oC para os zircões de Juína, Paranatinga e APIP, respectivamente. As idades U-Pb revelam quatro picos principais de magmatismo kimberlítico: ~78 e 86 Ma na APIP, 92 Ma em Juína e 122 Ma em Paranatinga. Os valores de Hf variam de +4,2 a +9,3 para Juína, +4,7 a +6,2 para Paranatinga e -11,0 a 0,0 para APIP. Valores médios de 18O são similares para zircões de Juína e Paranatinga, mas mais baixos que aqueles da APIP. As composições isotópicas de Hf indicam que os zircões de Juína e Paranatinga são consistentes com kimberlitos primitivos, enquanto os zircões de APIP exibem características de kimberlitos anômalos, sugerindo uma fonte de reservatórios mantélicos contaminados. O contraste nos valores médios de 18O entre os crátons Amazônico e São Francisco sugere reservatórios mantélicos distintos ou diferentes graus de interação com o manto litosférico subcontinental isotopicamente heterogêneo.
publishDate 2024
dc.date.none.fl_str_mv 2024-10-10
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/doctoralThesis
format doctoralThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/44/44143/tde-27112024-094449/
url https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/44/44143/tde-27112024-094449/
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.relation.none.fl_str_mv
dc.rights.driver.fl_str_mv Reter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Reter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.coverage.none.fl_str_mv
dc.publisher.none.fl_str_mv Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
publisher.none.fl_str_mv Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
dc.source.none.fl_str_mv
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
instname:Universidade de São Paulo (USP)
instacron:USP
instname_str Universidade de São Paulo (USP)
instacron_str USP
institution USP
reponame_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
collection Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
repository.name.fl_str_mv Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)
repository.mail.fl_str_mv virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br
_version_ 1818598508933939200