Extinção de esquiva em classes de equivalência
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47132/tde-20122024-122912/ |
Resumo: | Existe um conjunto de estudos que investigou se o procedimento de extinção realizado na presença de um estímulo pertencente a uma classe de equivalência ou outro tipo de relação derivada poderia reduzir a frequência de respostas a estímulos relacionados, o que foi denominado pela literatura como transferência de extinção. Entretanto, todos esses estudos apresentaram limitações na fase de extinção, o que pode ter comprometido a análise posterior da transferência. Em vista disso, o presente estudo avaliou três diferentes procedimentos de extinção da esquiva em relação à produção e transferência de extinção em classes de equivalência: esquiva ou ausência de esquiva foram seguidas por perda de pontos no Experimento 1, esquiva ou ausência de esquiva foram seguidas pelo intervalo entre tentativas no Experimento 2, perda de pontos foi produzida de maneira não contingente com a resposta de esquiva no Experimento 3. Ademais, o terceiro experimento foi realizado com o procedimento operante-livre em vez de tentativas discretas, possibilitando analisar o processo de extinção por meio de curvas de frequência acumulada de respostas ao longo do tempo. Todos os três experimentos iniciaram com o estabelecimento de duas classes de equivalência com quatro figuras abstratas em cada classe (A1-B1-C1-D1 e A2-B2-C2-D2). Na sequência, a resposta de clicar em um botão para evitar perda de pontos foi treinada na presença de B1 e, posteriormente, foi verificado se, sem treino direto, essa resposta ocorreria também na presença de C1 e D1. A extinção foi então conduzida com estímulos utilizados no treino da esquiva com metade dos participantes (B1 e B2; Grupo extinção direta) e com estímulos que não foram utilizados no treino da esquiva com a outra metade dos participantes (C1 e C2; Grupo extinção derivada). Por fim, os estímulos de ambas as classes (B1, C1, D1 e B2, C2, D2) foram reapresentados para avaliar se a resposta de esquiva deixaria de ocorrer no teste de transferência de extinção. No Experimento 1, empregando o procedimento de extinção no qual esquiva ou ausência de esquiva foram seguidas por perda de pontos, a resposta de esquiva parou de ocorrer nas tentativas com B1 (extinção direta) ou C1 (extinção derivada) na fase de extinção para 10 de 14 participantes, e para dois desses participantes também não ocorreu na presença dos outros estímulos da Classe 1 no teste de transferência de extinção. Portanto, a extinção foi estabelecida, mas a transferência de extinção não foi observada para a maioria dos participantes. No Experimento 2, empregando o procedimento de extinção no qual esquiva ou ausência de esquiva foram seguidas pelo IET, a resposta de esquiva parou de ocorrer nas tentativas com B1 (extinção direta) ou C1 (extinção derivada) na fase de extinção para 10 de 13 participantes. Entretanto, o fato de que alguns participantes deixaram de responder muito rápido (i.e., até a segunda tentativa) sugeriu que outro processo que não fosse extinção poderia ter ocorrido, destacando a necessidade de fazer uma investigação mais pormenorizada do processo de extinção. No Experimento 3, empregando o procedimento de extinção no qual perda de pontos foi produzida de maneira não contingente com a resposta de esquiva e operante-livre, a resposta de esquiva parou de ocorrer nas tentativas com B1 (extinção direta) ou C1 (extinção derivada) na fase de extinção para 10 de 13 participantes. Além disso, as curvas de frequência acumulada de respostas mostraram padrões típicos do processo de extinção da esquiva que não haviam sido observados nos experimentos anteriores com tentativas discretas. No teste de transferência de extinção, a resposta de esquiva não ocorreu na presença dos outros estímulos da Classe 1 apenas para três de 10 participantes. Em conjunto, esses achados mostram os efeitos de diferentes procedimentos de extinção no estudo da transferência de extinção. Também apresentam descrições mais detalhadas do processo de extinção, criando novas possibilidades para pesquisas futuras. |
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Extinção de esquiva em classes de equivalênciaAvoidance extinction in equivalence classesAvoidanceEquivalenceEquivalênciaEsquivaExtinçãoExtinctionFearHumanHumanosMedoTransferTransferênciaExiste um conjunto de estudos que investigou se o procedimento de extinção realizado na presença de um estímulo pertencente a uma classe de equivalência ou outro tipo de relação derivada poderia reduzir a frequência de respostas a estímulos relacionados, o que foi denominado pela literatura como transferência de extinção. Entretanto, todos esses estudos apresentaram limitações na fase de extinção, o que pode ter comprometido a análise posterior da transferência. Em vista disso, o presente estudo avaliou três diferentes procedimentos de extinção da esquiva em relação à produção e transferência de extinção em classes de equivalência: esquiva ou ausência de esquiva foram seguidas por perda de pontos no Experimento 1, esquiva ou ausência de esquiva foram seguidas pelo intervalo entre tentativas no Experimento 2, perda de pontos foi produzida de maneira não contingente com a resposta de esquiva no Experimento 3. Ademais, o terceiro experimento foi realizado com o procedimento operante-livre em vez de tentativas discretas, possibilitando analisar o processo de extinção por meio de curvas de frequência acumulada de respostas ao longo do tempo. Todos os três experimentos iniciaram com o estabelecimento de duas classes de equivalência com quatro figuras abstratas em cada classe (A1-B1-C1-D1 e A2-B2-C2-D2). Na sequência, a resposta de clicar em um botão para evitar perda de pontos foi treinada na presença de B1 e, posteriormente, foi verificado se, sem treino direto, essa resposta ocorreria também na presença de C1 e D1. A extinção foi então conduzida com estímulos utilizados no treino da esquiva com metade dos participantes (B1 e B2; Grupo extinção direta) e com estímulos que não foram utilizados no treino da esquiva com a outra metade dos participantes (C1 e C2; Grupo extinção derivada). Por fim, os estímulos de ambas as classes (B1, C1, D1 e B2, C2, D2) foram reapresentados para avaliar se a resposta de esquiva deixaria de ocorrer no teste de transferência de extinção. No Experimento 1, empregando o procedimento de extinção no qual esquiva ou ausência de esquiva foram seguidas por perda de pontos, a resposta de esquiva parou de ocorrer nas tentativas com B1 (extinção direta) ou C1 (extinção derivada) na fase de extinção para 10 de 14 participantes, e para dois desses participantes também não ocorreu na presença dos outros estímulos da Classe 1 no teste de transferência de extinção. Portanto, a extinção foi estabelecida, mas a transferência de extinção não foi observada para a maioria dos participantes. No Experimento 2, empregando o procedimento de extinção no qual esquiva ou ausência de esquiva foram seguidas pelo IET, a resposta de esquiva parou de ocorrer nas tentativas com B1 (extinção direta) ou C1 (extinção derivada) na fase de extinção para 10 de 13 participantes. Entretanto, o fato de que alguns participantes deixaram de responder muito rápido (i.e., até a segunda tentativa) sugeriu que outro processo que não fosse extinção poderia ter ocorrido, destacando a necessidade de fazer uma investigação mais pormenorizada do processo de extinção. No Experimento 3, empregando o procedimento de extinção no qual perda de pontos foi produzida de maneira não contingente com a resposta de esquiva e operante-livre, a resposta de esquiva parou de ocorrer nas tentativas com B1 (extinção direta) ou C1 (extinção derivada) na fase de extinção para 10 de 13 participantes. Além disso, as curvas de frequência acumulada de respostas mostraram padrões típicos do processo de extinção da esquiva que não haviam sido observados nos experimentos anteriores com tentativas discretas. No teste de transferência de extinção, a resposta de esquiva não ocorreu na presença dos outros estímulos da Classe 1 apenas para três de 10 participantes. Em conjunto, esses achados mostram os efeitos de diferentes procedimentos de extinção no estudo da transferência de extinção. Também apresentam descrições mais detalhadas do processo de extinção, criando novas possibilidades para pesquisas futuras.Some studies have investigated whether the extinction procedure conducted with one stimulus in an equivalence class or other derived relation could reduce the frequency of responses to related stimuli, which is known as transfer of extinction in the literature. However, limitations in the extinction phase can compromise the subsequent transfer of extinction analysis. The present study evaluated three different avoidance extinction procedures in terms of the production and transfer of extinction in equivalence classes: avoidance or non-avoidance was followed by loss of points in Experiment 1, avoidance or non-avoidance was followed by the ITI in Experiment 2, loss of points was provided according to a non-contingent schedule in Experiment 3. Also, the third experiment was carried out with the free-operant procedure instead of discrete trials, making it possible to analyze the extinction process in cumulative-response curves plotted over time. All three experiments began with the establishment of two equivalence classes with four abstract figures in each class (A1-B1-C1-D1 and A2-B2-C2-D2). Next, clicking a button to avoid loss of points was trained in the presence of B1, and subsequently, it was checked whether, without direct training, this response would also occur in the presence of C1 and D1. Avoidance extinction was then conducted with half of the participants with stimuli who underwent avoidance training (B1 and B2; direct extinction group) and the other half with stimuli who did not undergo avoidance training (C1 and C2; derived extinction group). Finally, stimuli from both classes (B1, C1, D1 and B2, C2, D2) were presented again to evaluate whether the avoidance response would no longer occur during the transfer of extinction test. In Experiment 1, using the extinction procedure in which avoidance or non-avoidance was followed by loss of points, the avoidance responses stopped occurring in trials with B1 (direct extinction) or C1 (derived extinction) in the extinction phase for 10 of 14 participants, and for two of these participants, it also did not occur in the presence of other Class 1 stimuli in the transfer of extinction test. So, extinction was produced, but the transfer of extinction was not observed for most of the participants. In Experiment 2, using the extinction procedure in which avoidance or non-avoidance was followed by the ITI, the avoidance responses stopped occurring in trials with B1 (direct extinction) or C1 (derived extinction) in the extinction phase for 10 of 13 participants. However, the fact that some participants quickly stopped responding (i.e., by the second trial) suggested that a process other than extinction might have occurred, indicating the need for a more detailed investigation of the process. In Experiment 3, using the extinction procedure in which loss of points was provided according to a non-contingent schedule, the avoidance responses stopped occurring in trials with B1 (direct extinction) or C1 (derived extinction) in the extinction phase for 10 of 13 participants. Also, cumulative-response curves showed extinction patterns that were not observed in the previous experiments with discrete trials. In the transfer of extinction test, the avoidance responses did not occur in the presence of Class 1 stimuli only for three of the 10 participants. Overall, these findings clarify the effects of different extinction procedures in the study of the transfer of extinction. They also present more detailed descriptions of the process of extinction, creating new possibilities for future research.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPDebert, PaulaBoldrin, Leandro da Silva2024-09-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47132/tde-20122024-122912/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-12-20T19:48:02Zoai:teses.usp.br:tde-20122024-122912Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-12-20T19:48:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Existe um conjunto de estudos que investigou se o procedimento de extinção realizado na presença de um estímulo pertencente a uma classe de equivalência ou outro tipo de relação derivada poderia reduzir a frequência de respostas a estímulos relacionados, o que foi denominado pela literatura como transferência de extinção. Entretanto, todos esses estudos apresentaram limitações na fase de extinção, o que pode ter comprometido a análise posterior da transferência. Em vista disso, o presente estudo avaliou três diferentes procedimentos de extinção da esquiva em relação à produção e transferência de extinção em classes de equivalência: esquiva ou ausência de esquiva foram seguidas por perda de pontos no Experimento 1, esquiva ou ausência de esquiva foram seguidas pelo intervalo entre tentativas no Experimento 2, perda de pontos foi produzida de maneira não contingente com a resposta de esquiva no Experimento 3. Ademais, o terceiro experimento foi realizado com o procedimento operante-livre em vez de tentativas discretas, possibilitando analisar o processo de extinção por meio de curvas de frequência acumulada de respostas ao longo do tempo. Todos os três experimentos iniciaram com o estabelecimento de duas classes de equivalência com quatro figuras abstratas em cada classe (A1-B1-C1-D1 e A2-B2-C2-D2). Na sequência, a resposta de clicar em um botão para evitar perda de pontos foi treinada na presença de B1 e, posteriormente, foi verificado se, sem treino direto, essa resposta ocorreria também na presença de C1 e D1. A extinção foi então conduzida com estímulos utilizados no treino da esquiva com metade dos participantes (B1 e B2; Grupo extinção direta) e com estímulos que não foram utilizados no treino da esquiva com a outra metade dos participantes (C1 e C2; Grupo extinção derivada). Por fim, os estímulos de ambas as classes (B1, C1, D1 e B2, C2, D2) foram reapresentados para avaliar se a resposta de esquiva deixaria de ocorrer no teste de transferência de extinção. No Experimento 1, empregando o procedimento de extinção no qual esquiva ou ausência de esquiva foram seguidas por perda de pontos, a resposta de esquiva parou de ocorrer nas tentativas com B1 (extinção direta) ou C1 (extinção derivada) na fase de extinção para 10 de 14 participantes, e para dois desses participantes também não ocorreu na presença dos outros estímulos da Classe 1 no teste de transferência de extinção. Portanto, a extinção foi estabelecida, mas a transferência de extinção não foi observada para a maioria dos participantes. No Experimento 2, empregando o procedimento de extinção no qual esquiva ou ausência de esquiva foram seguidas pelo IET, a resposta de esquiva parou de ocorrer nas tentativas com B1 (extinção direta) ou C1 (extinção derivada) na fase de extinção para 10 de 13 participantes. Entretanto, o fato de que alguns participantes deixaram de responder muito rápido (i.e., até a segunda tentativa) sugeriu que outro processo que não fosse extinção poderia ter ocorrido, destacando a necessidade de fazer uma investigação mais pormenorizada do processo de extinção. No Experimento 3, empregando o procedimento de extinção no qual perda de pontos foi produzida de maneira não contingente com a resposta de esquiva e operante-livre, a resposta de esquiva parou de ocorrer nas tentativas com B1 (extinção direta) ou C1 (extinção derivada) na fase de extinção para 10 de 13 participantes. Além disso, as curvas de frequência acumulada de respostas mostraram padrões típicos do processo de extinção da esquiva que não haviam sido observados nos experimentos anteriores com tentativas discretas. No teste de transferência de extinção, a resposta de esquiva não ocorreu na presença dos outros estímulos da Classe 1 apenas para três de 10 participantes. Em conjunto, esses achados mostram os efeitos de diferentes procedimentos de extinção no estudo da transferência de extinção. Também apresentam descrições mais detalhadas do processo de extinção, criando novas possibilidades para pesquisas futuras. |
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