A ultrassonografia como preditor da consolidação das fraturas da tíbia tratadas com haste intramedular bloqueada

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Gaiarsa, Guilherme Pelosini
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5140/tde-15082025-141657/
Resumo: A consolidação das fraturas é um processo conhecido e cotidiano da ortopedia, porém o diagnóstico do momento da consolidação e a previsibilidade da evolução desfavorável do processo de consolidação é controverso e mal definido. A inexistência de um padrão ouro para o diagnóstico da consolidação e de um tempo esperado para o processo de consolidação dificultam também a definição de uma não união das fraturas. Diversos autores têm discutido os métodos diagnósticos, e apesar de frequentemente citada, a ultrassonografia não é um método diagnóstico estabelecido no diagnóstico da consolidação das fraturas. Comparamos a capacidade das radiografias comuns preverem a consolidação das fraturas, baseado em metodologia já estabelecida da avaliação da consolidação de uma cortical até o quarto mês como fator prognostico bastante sensível e específico para este fim. A Ultrassonografia foi capaz de diagnosticar a consolidação de uma cortical nas fraturas de tíbia tratadas com haste intramedular em média em 2,2 meses, tempo 1,5 mês inferior ao tempo necessário para o diagnóstico radiográfico. A ausência da visualização de uma cortical consolidada na ultrassonografia até o quarto mês foi capaz de prever a não consolidação das fraturas, podendo servir de parâmetro para intervenções médicas com o objetivo de obter a consolidação
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