Soja sob alta temperatura do solo e déficit hídrico: interações solo-planta-microrganismos
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-06012026-174754/ |
Resumo: | O crescimento populacional e as mudanças climáticas colocam em risco a segurança alimentar, exigindo aumento da produtividade agrícola em meio a eventos extremos como calor e seca. Esses estresses abióticos afetam diretamente a soja, cultura de grande relevância econômica mundial, comprometendo o crescimento, trocas gasosas, metabolismo, fixação biológica de nitrogênio (FBN) e a dinâmica microbiana do solo. Embora estudos tenham demonstrado que o calor e seca podem atuar de forma combinada, intensificando efeitos deletérios, ou isolada sobre a cultura, ainda há lacunas quanto à resposta específica quando aplicados ao nível do sistema radicular, órgão chave na percepção e sinalização do estresse. Nesse contexto, este trabalho avaliou os efeitos do estresse térmico por altas temperaturas do solo e estresse hídrico, seguido de déficit hídrico, aplicados isoladamente e combinados, sobre o desenvolvimento da soja, FBN e microrganismos do solo. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em esquema fatorial 2 x 2, utilizando duas temperaturas do solo (24°C e 36°C) e dois regimes hídricos (com e sem restrição), totalizando quatro tratamentos com doze repetições. Para a indução do calor e da restrição hídrica na cultura, foi desenvolvido um protocolo experimental que integrou o aquecimento do solo e monitoramento contínuo da umidade, através da utilização de caixas térmicas de polietileno, banhos ultratermostáticos com circulação de água e sensores multiparâmetros de reflectometria no domínio do tempo (TDR). A suspensão da irrigação foi realizada no estádio vegetativo, com posterior reidratação. Foram mensurados parâmetros biométricos e nutricionais da parte aérea, raiz e nódulos. Além disso, foram realizadas análises de conteúdo hídrico foliar, trocas gasosas, quantificação de ureídeos, malondialdeídeo e atividade enzimática do solo. Os resultados indicaram que a disponibilidade hídrica foi determinante para o crescimento foliar, acúmulo de biomassa e ureídeos, além da maior nodulação. O déficit hídrico levou a um aumento da taxa fotossintética líquida, sugerindo mecanismo de osmorregulação como forma de adaptação. A temperatura de 36°C favoreceu o desenvolvimento aéreo e radicular, estimulando a expansão celular e termotolerância. Na condição controle, de 24°C, destacou-se a manutenção da turgescência foliar, a preservação dos nutrientes nas raízes e maior atividade da β-glicosidase no solo. A combinação dos fatores promoveu incrementos na altura e massa seca das plantas, aumento da peroxidação lipídica e da massa seca de nódulos, além de alterações nutricionais específicas, de Mg e Cu na parte aérea e Zn e Mo nos nódulos, e influência sobre a atividade da arilsulfatase. De maneira geral, o calor e a disponibilidade hídrica atuaram como principais indutores das respostas, promovendo tanto sinergismos positivos quanto negativos nas variáveis analisadas. No entanto, os efeitos mais marcantes foram observados sob estresses isolados, evidenciando que o calor e a seca aplicados isoladamente exerceram maior impacto nas variáveis analisadas, enquanto a combinação modulou respostas específicas no sistema solo-planta-microrganismos. Esses resultados reforçam que a resposta da soja frente aos estresses abióticos depende não apenas da intensidade dos fatores combinados, mas também da sua atuação isolada no nível radicular, modulando processos fisiológicos, bioquímicos e microbiológicos essenciais para a adaptação da cultura. |
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Soja sob alta temperatura do solo e déficit hídrico: interações solo-planta-microrganismosSoybean under high soil temperature and water deficit: soil-plant-microorganism interactionsGlycine maxGlycine maxAbiotic stressesBiological nitrogen fixationClimate changeEstresses abióticosFixação biológica de nitrogênioMudanças climáticasO crescimento populacional e as mudanças climáticas colocam em risco a segurança alimentar, exigindo aumento da produtividade agrícola em meio a eventos extremos como calor e seca. Esses estresses abióticos afetam diretamente a soja, cultura de grande relevância econômica mundial, comprometendo o crescimento, trocas gasosas, metabolismo, fixação biológica de nitrogênio (FBN) e a dinâmica microbiana do solo. Embora estudos tenham demonstrado que o calor e seca podem atuar de forma combinada, intensificando efeitos deletérios, ou isolada sobre a cultura, ainda há lacunas quanto à resposta específica quando aplicados ao nível do sistema radicular, órgão chave na percepção e sinalização do estresse. Nesse contexto, este trabalho avaliou os efeitos do estresse térmico por altas temperaturas do solo e estresse hídrico, seguido de déficit hídrico, aplicados isoladamente e combinados, sobre o desenvolvimento da soja, FBN e microrganismos do solo. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em esquema fatorial 2 x 2, utilizando duas temperaturas do solo (24°C e 36°C) e dois regimes hídricos (com e sem restrição), totalizando quatro tratamentos com doze repetições. Para a indução do calor e da restrição hídrica na cultura, foi desenvolvido um protocolo experimental que integrou o aquecimento do solo e monitoramento contínuo da umidade, através da utilização de caixas térmicas de polietileno, banhos ultratermostáticos com circulação de água e sensores multiparâmetros de reflectometria no domínio do tempo (TDR). A suspensão da irrigação foi realizada no estádio vegetativo, com posterior reidratação. Foram mensurados parâmetros biométricos e nutricionais da parte aérea, raiz e nódulos. Além disso, foram realizadas análises de conteúdo hídrico foliar, trocas gasosas, quantificação de ureídeos, malondialdeídeo e atividade enzimática do solo. Os resultados indicaram que a disponibilidade hídrica foi determinante para o crescimento foliar, acúmulo de biomassa e ureídeos, além da maior nodulação. O déficit hídrico levou a um aumento da taxa fotossintética líquida, sugerindo mecanismo de osmorregulação como forma de adaptação. A temperatura de 36°C favoreceu o desenvolvimento aéreo e radicular, estimulando a expansão celular e termotolerância. Na condição controle, de 24°C, destacou-se a manutenção da turgescência foliar, a preservação dos nutrientes nas raízes e maior atividade da β-glicosidase no solo. A combinação dos fatores promoveu incrementos na altura e massa seca das plantas, aumento da peroxidação lipídica e da massa seca de nódulos, além de alterações nutricionais específicas, de Mg e Cu na parte aérea e Zn e Mo nos nódulos, e influência sobre a atividade da arilsulfatase. De maneira geral, o calor e a disponibilidade hídrica atuaram como principais indutores das respostas, promovendo tanto sinergismos positivos quanto negativos nas variáveis analisadas. No entanto, os efeitos mais marcantes foram observados sob estresses isolados, evidenciando que o calor e a seca aplicados isoladamente exerceram maior impacto nas variáveis analisadas, enquanto a combinação modulou respostas específicas no sistema solo-planta-microrganismos. Esses resultados reforçam que a resposta da soja frente aos estresses abióticos depende não apenas da intensidade dos fatores combinados, mas também da sua atuação isolada no nível radicular, modulando processos fisiológicos, bioquímicos e microbiológicos essenciais para a adaptação da cultura.The growing global population and climate change pose significant risks to food security, demanding increased agricultural productivity amid extreme events such as heat and drought. These abiotic stresses directly affect soybean, a crop of major global economic importance, compromising growth, gas exchange, metabolism, biological nitrogen fixation (BNF), and soil microbial dynamics. Although previous studies have shown that heat and drought may act synergistically, intensifying detrimental effects, or individually on the crop, gaps remain regarding the specific plant responses when these stresses are applied at the root system level, a key organ for stress perception and signaling. In this context, the present study evaluated the effects of soil heat stress and water stress, followed by water deficit, applied individually and in combination, on soybean development, BNF, and soil microorganisms. The experiment was conducted in a greenhouse using a 2 × 2 factorial design with two soil temperatures (24°C and 36°C) and two water regimes (with and without restriction), totaling four treatments with twelve replicates. To induce heat and water restriction, an experimental protocol was developed integrating soil heating and continuous moisture monitoring through polyethylene thermal boxes, ultrathermostatic water baths with circulation, and multiparameter time-domain reflectometry (TDR) sensors. Irrigation was suspended during the vegetative stage, followed by rehydration, and biometric and nutritional parameters of the shoot, roots, and nodules were measured. Leaf water content, gas exchange, ureide content, malondialdehyde, and soil enzymatic activity were also analyzed. Results showed that water availability was a key determinant of leaf growth, biomass accumulation, ureide concentration, and greater nodulation. Water deficit increased net photosynthetic rate, suggesting activation of osmoregulatory mechanisms as an adaptive response. The 36°C soil temperature favored shoot and root development, stimulating cell expansion and thermotolerance. Under the control condition of 24°C, plants exhibited better maintenance of leaf turgor, preservation of root nutrient status, and higher β-glucosidase activity in the soil. The combination of both stresses promoted increases in plant height and shoot dry mass, enhanced lipid peroxidation, increased nodule dry mass, and induced specific nutritional changes, particularly in Mg and Cu in the shoot and Zn and Mo in nodules, as well as influencing arylsulfatase activity. Overall, heat and water availability acted as major drivers of plant responses, generating both positive and negative synergisms depending on the variable analyzed. However, the most pronounced effects were observed under isolated stresses, demonstrating that heat and drought applied individually exerted stronger impacts, whereas their combination modulated specific responses within the soilplantmicroorganism system. These findings reinforce that soybean responses to abiotic stresses depend not only on the combined intensity of stress factors but also on their isolated effects at the root level, which modulate essential physiological, biochemical, and microbiological processes underpinning crop adaptation.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPTezotto, TiagoCabral, Camila Domingos2025-11-11info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-06012026-174754/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-01-08T12:18:02Zoai:teses.usp.br:tde-06012026-174754Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-01-08T12:18:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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O crescimento populacional e as mudanças climáticas colocam em risco a segurança alimentar, exigindo aumento da produtividade agrícola em meio a eventos extremos como calor e seca. Esses estresses abióticos afetam diretamente a soja, cultura de grande relevância econômica mundial, comprometendo o crescimento, trocas gasosas, metabolismo, fixação biológica de nitrogênio (FBN) e a dinâmica microbiana do solo. Embora estudos tenham demonstrado que o calor e seca podem atuar de forma combinada, intensificando efeitos deletérios, ou isolada sobre a cultura, ainda há lacunas quanto à resposta específica quando aplicados ao nível do sistema radicular, órgão chave na percepção e sinalização do estresse. Nesse contexto, este trabalho avaliou os efeitos do estresse térmico por altas temperaturas do solo e estresse hídrico, seguido de déficit hídrico, aplicados isoladamente e combinados, sobre o desenvolvimento da soja, FBN e microrganismos do solo. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em esquema fatorial 2 x 2, utilizando duas temperaturas do solo (24°C e 36°C) e dois regimes hídricos (com e sem restrição), totalizando quatro tratamentos com doze repetições. Para a indução do calor e da restrição hídrica na cultura, foi desenvolvido um protocolo experimental que integrou o aquecimento do solo e monitoramento contínuo da umidade, através da utilização de caixas térmicas de polietileno, banhos ultratermostáticos com circulação de água e sensores multiparâmetros de reflectometria no domínio do tempo (TDR). A suspensão da irrigação foi realizada no estádio vegetativo, com posterior reidratação. Foram mensurados parâmetros biométricos e nutricionais da parte aérea, raiz e nódulos. Além disso, foram realizadas análises de conteúdo hídrico foliar, trocas gasosas, quantificação de ureídeos, malondialdeídeo e atividade enzimática do solo. Os resultados indicaram que a disponibilidade hídrica foi determinante para o crescimento foliar, acúmulo de biomassa e ureídeos, além da maior nodulação. O déficit hídrico levou a um aumento da taxa fotossintética líquida, sugerindo mecanismo de osmorregulação como forma de adaptação. A temperatura de 36°C favoreceu o desenvolvimento aéreo e radicular, estimulando a expansão celular e termotolerância. Na condição controle, de 24°C, destacou-se a manutenção da turgescência foliar, a preservação dos nutrientes nas raízes e maior atividade da β-glicosidase no solo. A combinação dos fatores promoveu incrementos na altura e massa seca das plantas, aumento da peroxidação lipídica e da massa seca de nódulos, além de alterações nutricionais específicas, de Mg e Cu na parte aérea e Zn e Mo nos nódulos, e influência sobre a atividade da arilsulfatase. De maneira geral, o calor e a disponibilidade hídrica atuaram como principais indutores das respostas, promovendo tanto sinergismos positivos quanto negativos nas variáveis analisadas. No entanto, os efeitos mais marcantes foram observados sob estresses isolados, evidenciando que o calor e a seca aplicados isoladamente exerceram maior impacto nas variáveis analisadas, enquanto a combinação modulou respostas específicas no sistema solo-planta-microrganismos. Esses resultados reforçam que a resposta da soja frente aos estresses abióticos depende não apenas da intensidade dos fatores combinados, mas também da sua atuação isolada no nível radicular, modulando processos fisiológicos, bioquímicos e microbiológicos essenciais para a adaptação da cultura. |
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