Alterações gênicas de hepatócitos murinos infectados com vírus da febre amarela

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Santee, Kadija Mohamed
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10132/tde-04062021-140934/
Resumo: Sabe-se que o órgão mais afetado pela febre amarela é o fígado. Em estágios mais severos desta doença é possível identificar alterações histológicas, tal como a presença de pontos necróticos, esteatose hepática, formação de corpos apoptóticos e entre outros. Alguns estudos demonstram variações nas produções de citocinas mediadoras de inflamações como resultado da infecção aguda. Entretanto, a febre amarela pode se desenvolver sem apresentar sintomas de que há alterações ocorrendo nos órgãos afetados. Apesar disso, nossa hipótese é que o hepatócito do camundongo afetado com o vírus da febre amarela apresenta variações de expressão gênica desde a fase inicial da doença. Depois da infecção das células em cultura será realizado uma análise de qPCR nos hepatócitos e será observado modificações na expressão dos seguintes genes: pró (Tnf-α, Ip-10, Il-1β e Il-8) e anti-inflamatórios (Tgf-β) e indicadores de apoptose (Casp3) em hepatócitos murinos AML2 após 72 e 144 horas de infecção in vitro pelo vírus da febre amarela. Nossos resultados demonstraram uma elevação de expressão gênica significativa após as 72 horas de inoculação nos genes Casp3, Il-β, Il-8, Tgf- β e Tnf- α. Enquanto o Ip-10 não demonstrou elevações significativas quando comparado ao grupo controle. Os resultados do grupo de 144 horas foram inconclusivos e estão em andamento, serão acrescentados ao trabalho posteriormente. Logo, com esse trabalho é possível afirmar que, existem variações gênicas presentes no fígado desde o início da infecção pelo vírus da febre amarela.
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