Desempenho de misturas cimento Portland e escória de alto-forno submetidas a cura térmica.
| Ano de defesa: | 1995 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3146/tde-06032026-084257/ |
Resumo: | Este trabalho experimental tem como objetivo avaliar o desempenho de misturas cimento Portland - escória de alto-forno (35%, 39%, 50% e 70%) quando submetidas a cura térmica (60ºC, 80°C e 95ºC) em diferentes ciclos de cura. O desempenho mecânico foi medido por resistência a compressão, a composição química por difração de raios X e a evolução da hidratação pela determinação da água combinada. Observações da microestrutura completaram a avaliação das modificações provocadas pela cura térmica. A composição química é a indicada na literatura, ressaltando-se a formação de etringita secundária, maior quantidade de aluminatos e silico-aluminatos de cálcio. As observações da microestrutura permitiram identificar esses compostos e também a presença de periclásio. O teor de água combinada é menor para os cimentos com escória, embora com maior resistência a compressão. Apresentaram melhor desempenho nas idades iniciais os cimentos af-3 (70%) e af-2 (50%), com ciclos longos e temperaturas de 80ºC e 95°C, mas nas idades avançadas não houve crescimento significativo de resistência. Estatisticamente, os cimentos AF-2 e AF-3 são os mais adequados para a cura térmica e não há diferenças significativas entre eles. O pior desempenho foi obtido para o CP. Não existe um ciclo de cura universal, devendo ser determinado para cada aglomerante. |
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