Otosclerose: aspectos epidemiológicos, audiométricos e resultados cirúrgicos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1993
Autor(a) principal: Amaral, Maria Stella Arantes do
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17146/tde-27102025-155537/
Resumo: A otosclerose é um processo osteodisrófico da cápsula óptica, traduzida clinicamente por uma hipoacusia de evolução progressiva. O tratamento cirúrgico moderno para a otosclerose é um dos mais importantes avanços da otologia. Foi feito um estudo retrospectivo de 58 estapedotomias realizadas no Departamento de Otorrinolaringologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo, no período de 1985 a 1989, onde analisou-se a idade de acometimento mais frequente da otosclerose, a raça predominante, as principais queixas dos pacientes, os tipos de hipoacusia apresentados, os tipos de curva audiométrica e impanométrica no primeiro exame, assim como o \"gap\" obtido e o ganho auditivo após a cirurgia. As conclusões atestam o êxito obtido na utilização do método cirúrgico empregado - a estapedotomia - atualmente a técnica cirúrgica mais indicada e utilizada para pacientes portadores de otosclerose fenestral.
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