Efeitos da aplicação de zinco e boro em solos sob vegetação de cerrado

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1975
Autor(a) principal: Laun, Carlos Ricardo Pereira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-20240301-152037/
Resumo: O presente trabalho teve como objetivo estudar os efeitos da aplicação dos micronutrientes zinco e boro em duas unidades de solos cobertas com vegetação de cerrado, classificadas como Latossolo Vermelho Amarelo-fase arenosa e regossolo, que ocorrem no Município de São Simão no Estado de São Paulo. Foram feitas determinações químicas do zinco e boro solúveis em amostras colhidas nas áreas experimentais, antes e depois do tratamento dos solos com calcário dolomitico. As determinações do boro foram complementadas por testes biológicos do girassol (Helianthus annus L.) e as do zinco por ensaios microbiológicos com o fungo Aspergillus nigger. Simultaneamente foram conduzidos ensaios de campo com milho ( Zea mays L.) e feijão (Phaseolus vulgaris L.) para estudos do zinco e boro. Os estudos com boro foram realizados somente com feijão. Outros experimentos com milho foram desenvolvi dos sob condições controladas, em casa de vegetação, para estudos de aplicação de zinco. As principais conclusões a serem alinhadas são as que seguem: 1. Os resultados colhidos nos ensaios microbiológicos mostraram boa correlação com os testes químicos. 2. O teste biológico do girassol apresentou correlação com os dados analíticos, indicando que as duas unidades de solos estudadas são ligeiramente deficientes ou não deficientes em boro. 3. A cultura do milho deu boas respostas ao zinco quando cultivada no Rogossolo, correspondendo a uma dose máxima econômica de 2,4 kg/ha de zinco. 4. Não houve efeito do zinco para o milho quando cultivado na unidade de solo mapeada como Latossolo Vermelho Amarelo-fase arenosa. 5. Não houve efeito da adição de zinco nem de boro na produção do feijoeiro.
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