Cruzamentos dialélicos em soja com ênfase em teor de proteína e produção de grãos
| Ano de defesa: | 1991 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11137/tde-20181127-155203/ |
Resumo: | Oito linhagens de soja [Glycine max (L.) Merril], sendo três introduzidas dos Estados Unidos da América (grupo exótico) e cinco selecionadas da coleção de soja do Departamento de Genética da ESALQ/USP (grupo adaptado) foram intercruzadas em esquema dialélico, com a finalidade de avaliar o potencial para utilização em programa de melhoramento genético visando o teor de proteína e a produção de grãos. Para a avaliação experimental dos parentais e progênies F2 utilizou-se um delineamento em blocos ao acaso com sete repetições e parcelas de uma fileira de 3 m de comprimento, com um espaçamento de 1 m entre fileiras e 10 cm entre plantas dentro de fileiras. Avaliaram-se os caracteres teor de proteína (TP), produção de grãos (PG), número de dias para início de florescimento (DF), altura da planta no florescimento (AF), número de dias para a maturidade (DM), altura da planta na maturidade (AM), altura de inserção da primeira vagem (AI), valor agronômico (VA) e acamamento (AC). A análise dialélica baseou-se no método 2 de GRIFFING (1956b), modelo misto B. Os resultados gerais obtidos indicaram: a) existência de diferenças estatísticas entre médias dentro de parentais e progênies F2para todos os caracteres, exceto para VA nos parentais ; b) os cruzamentos foram relativamente diferentes quanto a variância fenotípica para os diferentes caracteres, indicando que os parentais apresentam características complementares; c) a heterose apresentou ampla variação; entretanto, os maiores valores nem sempre estiveram associados as maiores médias e variâncias; d) os quadrados médios para capacidade geral de combinação (CGC) foram significativos para todos os caracteres e, para a maioria deles, quanto à capacidade especifica de combinação (CEC), com exceção de VA; e) a magnitude relativa da capacidade geral de combinação com base em BAKER (1978) foi superior a 85,4% para sete dos nove caracteres. Devido a isso, verificou-se que as médias da geração F2 podem ser preditas com base apenas na capacidade geral de combinação para a maioria dos caracteres, com exceção de TP; f) os efeitos da capacidade geral de combinação (g) apresentaram menor variação para DF, AF, DM, VA, AC, TP, e maior variação para AM, AI e PG; g) a avaliação da capacidade específica combinação inerente de aos parentais (s ) revelou, para a maioria dos caracteres, valores extremos ocorrendo no grupo de parentais exóticos, indicando a maior divergência genética dos mesmos comparada aos parentais adaptados; h) a variabilidade genética e o grau de complementação exibido pelos parentais, para a maioria dos caracteres demonstra que os mesmos são adequados para a formação de uma população de base genética ampla, visando a seleção de genótipos superiores quanto ao teor de proteína e produção de grãos simultaneamente |
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