Modelos supersimetricos com D-termos não desacoplados

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Albornoz, Victor Manuel Munoz
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/43/43134/tde-25062025-143246/
Resumo: Um dos problemas teóricos mais desconcertantes do Modelo Padrão é o famoso problema da hierarquia, i.e. a sensibilidade da escala eletrofraca aos detalhes do que acontece em escalas de energia muito maiores . A solução mais estudada para resolver este problema é uma extensão do Modelo Padrão que se baseia na incorporação de uma simetria que relaciona fermiões e bosons. A simetria é a chamada supersimetria, e sua realização fenomenologicamente viável mais simples é o Modelo Padrão Supersimétrico Minimal. A descoberta experimental de uma partícula escalar muito parecida com um bóson de Higgs com uma massa de 125 GeV, no entanto, colocou o Modelo Padrão Supersimétrico Minimal em desacordo. Isso ocorre porque o ajuste necessário para acomodar a massa do Higgs observada experimentalmente é pior do que 1%. Embora este nível de ajuste seja possível, seria desejável ter teorias supersimétricas com um ajuste mais baixo. Nesta tese, estudamos como resolver o problema de ajuste do MSSM aumentando a massa no nível da árvore do bóson de Higgs através de D-termos adicionais no potencial escalar. Em particular, estendemos o grupo de gauge do Modelo Padrao adicionando um grupo SU(2). Dado que dois padrões de ruptura da simetria estendida podem levar ao grupo de gauge do Modelo Padrao, estudamos suas conseqüências ao nível de bosons de gauge e das massas de Higgs.
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