Modelos supersimetricos com D-termos não desacoplados
| Ano de defesa: | 2017 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/43/43134/tde-25062025-143246/ |
Resumo: | Um dos problemas teóricos mais desconcertantes do Modelo Padrão é o famoso problema da hierarquia, i.e. a sensibilidade da escala eletrofraca aos detalhes do que acontece em escalas de energia muito maiores . A solução mais estudada para resolver este problema é uma extensão do Modelo Padrão que se baseia na incorporação de uma simetria que relaciona fermiões e bosons. A simetria é a chamada supersimetria, e sua realização fenomenologicamente viável mais simples é o Modelo Padrão Supersimétrico Minimal. A descoberta experimental de uma partícula escalar muito parecida com um bóson de Higgs com uma massa de 125 GeV, no entanto, colocou o Modelo Padrão Supersimétrico Minimal em desacordo. Isso ocorre porque o ajuste necessário para acomodar a massa do Higgs observada experimentalmente é pior do que 1%. Embora este nível de ajuste seja possível, seria desejável ter teorias supersimétricas com um ajuste mais baixo. Nesta tese, estudamos como resolver o problema de ajuste do MSSM aumentando a massa no nível da árvore do bóson de Higgs através de D-termos adicionais no potencial escalar. Em particular, estendemos o grupo de gauge do Modelo Padrao adicionando um grupo SU(2). Dado que dois padrões de ruptura da simetria estendida podem levar ao grupo de gauge do Modelo Padrao, estudamos suas conseqüências ao nível de bosons de gauge e das massas de Higgs. |
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Modelos supersimetricos com D-termos não desacopladosSupersymmetric models with non-decoupling D-termsD-termosD-termsHiggs boson massMassa do bóson de HiggsSupersimmetríaSupersymmetryUm dos problemas teóricos mais desconcertantes do Modelo Padrão é o famoso problema da hierarquia, i.e. a sensibilidade da escala eletrofraca aos detalhes do que acontece em escalas de energia muito maiores . A solução mais estudada para resolver este problema é uma extensão do Modelo Padrão que se baseia na incorporação de uma simetria que relaciona fermiões e bosons. A simetria é a chamada supersimetria, e sua realização fenomenologicamente viável mais simples é o Modelo Padrão Supersimétrico Minimal. A descoberta experimental de uma partícula escalar muito parecida com um bóson de Higgs com uma massa de 125 GeV, no entanto, colocou o Modelo Padrão Supersimétrico Minimal em desacordo. Isso ocorre porque o ajuste necessário para acomodar a massa do Higgs observada experimentalmente é pior do que 1%. Embora este nível de ajuste seja possível, seria desejável ter teorias supersimétricas com um ajuste mais baixo. Nesta tese, estudamos como resolver o problema de ajuste do MSSM aumentando a massa no nível da árvore do bóson de Higgs através de D-termos adicionais no potencial escalar. Em particular, estendemos o grupo de gauge do Modelo Padrao adicionando um grupo SU(2). Dado que dois padrões de ruptura da simetria estendida podem levar ao grupo de gauge do Modelo Padrao, estudamos suas conseqüências ao nível de bosons de gauge e das massas de Higgs.One of the most puzzling theoretical problems of the Standard Model (SM) is the famous hierarchy problem, i.e. the sensitivity of the electroweak scale to the details of what happens at much larger energy scales. The most studied solution to solve this problem is an extension of the SM that is based on the incorporation of a symmetry relating fermions and bosons. The symmetry is the so-called supersymmetry, and its simplest phenomenologically viable realization is the Minimal Supersymmetric Standard Model (MSSM). The experimental discovery of a scalar particle closely resembling a Higgs boson with a mass of 125 GeV has however put the MSSM at odds. This is because the tuning needed to accommodate the experimentally observed Higgs mass turns out to be worst than 1%. While this level of tuning is possible, it would be desirable to have supersymmetric theories with a lower tuning. In this thesis we study how to solve the tuning problem of the MSSM increasing the tree level mass of the Higgs boson via additional D-terms in the scalar potential. In particular, we extend the SM gauge group adding an SU(2) group. Given that two breaking patterns of the extended symmetry can lead to the SM gauge group, we study their consequences at the level of gauge boson and Higgs masses.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPBertuzzo, EnricoAlbornoz, Victor Manuel Munoz2017-10-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/43/43134/tde-25062025-143246/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-06-30T16:19:02Zoai:teses.usp.br:tde-25062025-143246Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-06-30T16:19:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Um dos problemas teóricos mais desconcertantes do Modelo Padrão é o famoso problema da hierarquia, i.e. a sensibilidade da escala eletrofraca aos detalhes do que acontece em escalas de energia muito maiores . A solução mais estudada para resolver este problema é uma extensão do Modelo Padrão que se baseia na incorporação de uma simetria que relaciona fermiões e bosons. A simetria é a chamada supersimetria, e sua realização fenomenologicamente viável mais simples é o Modelo Padrão Supersimétrico Minimal. A descoberta experimental de uma partícula escalar muito parecida com um bóson de Higgs com uma massa de 125 GeV, no entanto, colocou o Modelo Padrão Supersimétrico Minimal em desacordo. Isso ocorre porque o ajuste necessário para acomodar a massa do Higgs observada experimentalmente é pior do que 1%. Embora este nível de ajuste seja possível, seria desejável ter teorias supersimétricas com um ajuste mais baixo. Nesta tese, estudamos como resolver o problema de ajuste do MSSM aumentando a massa no nível da árvore do bóson de Higgs através de D-termos adicionais no potencial escalar. Em particular, estendemos o grupo de gauge do Modelo Padrao adicionando um grupo SU(2). Dado que dois padrões de ruptura da simetria estendida podem levar ao grupo de gauge do Modelo Padrao, estudamos suas conseqüências ao nível de bosons de gauge e das massas de Higgs. |
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