Mecanismos geoquímicos de formação de óxidos de FeMn em dentes fósseis de tubarão da Elevação do Rio Grande

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Felipe, Thales Chamarelli
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21136/tde-25092024-171838/
Resumo: Os óxidos de ferro (Fe) e manganês (Mn) de mar profundo são, geralmente, formados pela precipitação química de metais dissolvidos na água. A precipitação abiótica é considerada o principal mecanismo de formação desses minerais, a partir de três tipos de processos: hidrogenético, hidrotermal ou diagenético. O presente estudo teve como objetivo investigar a formação de óxidos de FeMn em dentes fósseis de tubarão. Estas amostras foram coletadas por dragagem científica em áreas de formação de óxidos de FeMn, na Elevação do Rio Grande. Assim, as amostras (RGR1-RGR6) foram caracterizadas, visando identificar os processos genéticos que levaram à formação dos óxidos. A metodologia envolveu o uso de técnicas de microanálise, como microscopia eletrônica de varredura, microtomografia por raios-x, espectroscopia Raman, microssonda eletrônica, fluorescência de raios-x e espectroscopia de absorção de raios-x próxima à borda. Os resultados mostraram a intrusão de dendritos de FeMn nas amostras RGR4, RGR5 e RGR6, tornando-as prioritárias para análises seguintes. Nas amostras RGR4 e RGR5, crostas de FeMn externas aos dentes possuem assinatura hidrogenética, apresentando microestruturas em camadas laminares ou botrioidais. Crostas micrométricas foram observadas em túbulos na dentina, apresentando uma compartimentação entre camadas ricas em Fe, ricas em Mn e precipitados de carbonato e argilominerais. Os óxidos de Fe e de Mn foram identificados, respectivamente, como goethita e litioforita-asbolano. Camadas de goethita revestem as cavidades no interior das amostras, apresentando assinatura hidrotermal (RGR5) ou mista hidrogenético-hidrotermal (RGR4). Estas camadas apresentam texturas globulares, toroidais ou aciculares (< 5 µm). A assinatura hidrotermal pode estar relacionada à contribuição de um sistema hidrotermal de baixa temperatura. Também foi observada uma associação entre argilominerais, com microestruturas ricas em Mn, e camadas ricas em Fe. Diversas destas estruturas ocorrem adjacentes a microperfurações endolíticas, formadas por atividade fúngica, apresentando um padrão ramificante, similar a hifas fossilizadas. As superfícies ricas em Mn possuem formato colunar e botrioidal, textura globular (~5 µm) e acicular, por vezes, compondo micronódulos de 10-100 µm, com assinatura diagenética. Estes minerais ocorrem sempre sobrepostos a camadas de óxidos de Fe, marcando um evento de precipitação secundária. Dados de especiação do Mn, mostram haver regiões com predominância de Mn(II, III), com uma transição de Mn3O4 para MnO2, do núcleo para as camadas externas. Os valores baixos do estado de oxidação do Mn, assim como acamamentos particionados entre óxidos Fe e Mn, podem indicar um evento de soterramento das amostras RGR4, RGR5 e RGR6. Portanto, a precipitação sequencial do Fe (III) e Mn (II, III, IV) estaria ligada a variação das condições redox, após o soterramento. Enquanto as concreções ricas em Fe foram formadas próximo a interface sedimento-água de fundo, parte dos óxidos ricos em Mn precipitaram próximos da camada redox manganosa, com caráter mais redutor e baixa disponibilidade de O2. Essa hipótese explicaria sua formação em um contexto diagenético. Assim, através dos resultados descritos, foi possível determinar os mecanismos de formação dos óxidos polimetálicos observados e estabelecer uma conexão com as condições redox do microambiente de formação.
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Assim, as amostras (RGR1-RGR6) foram caracterizadas, visando identificar os processos genéticos que levaram à formação dos óxidos. A metodologia envolveu o uso de técnicas de microanálise, como microscopia eletrônica de varredura, microtomografia por raios-x, espectroscopia Raman, microssonda eletrônica, fluorescência de raios-x e espectroscopia de absorção de raios-x próxima à borda. Os resultados mostraram a intrusão de dendritos de FeMn nas amostras RGR4, RGR5 e RGR6, tornando-as prioritárias para análises seguintes. Nas amostras RGR4 e RGR5, crostas de FeMn externas aos dentes possuem assinatura hidrogenética, apresentando microestruturas em camadas laminares ou botrioidais. Crostas micrométricas foram observadas em túbulos na dentina, apresentando uma compartimentação entre camadas ricas em Fe, ricas em Mn e precipitados de carbonato e argilominerais. Os óxidos de Fe e de Mn foram identificados, respectivamente, como goethita e litioforita-asbolano. Camadas de goethita revestem as cavidades no interior das amostras, apresentando assinatura hidrotermal (RGR5) ou mista hidrogenético-hidrotermal (RGR4). Estas camadas apresentam texturas globulares, toroidais ou aciculares (< 5 µm). A assinatura hidrotermal pode estar relacionada à contribuição de um sistema hidrotermal de baixa temperatura. Também foi observada uma associação entre argilominerais, com microestruturas ricas em Mn, e camadas ricas em Fe. Diversas destas estruturas ocorrem adjacentes a microperfurações endolíticas, formadas por atividade fúngica, apresentando um padrão ramificante, similar a hifas fossilizadas. As superfícies ricas em Mn possuem formato colunar e botrioidal, textura globular (~5 µm) e acicular, por vezes, compondo micronódulos de 10-100 µm, com assinatura diagenética. Estes minerais ocorrem sempre sobrepostos a camadas de óxidos de Fe, marcando um evento de precipitação secundária. Dados de especiação do Mn, mostram haver regiões com predominância de Mn(II, III), com uma transição de Mn3O4 para MnO2, do núcleo para as camadas externas. Os valores baixos do estado de oxidação do Mn, assim como acamamentos particionados entre óxidos Fe e Mn, podem indicar um evento de soterramento das amostras RGR4, RGR5 e RGR6. Portanto, a precipitação sequencial do Fe (III) e Mn (II, III, IV) estaria ligada a variação das condições redox, após o soterramento. Enquanto as concreções ricas em Fe foram formadas próximo a interface sedimento-água de fundo, parte dos óxidos ricos em Mn precipitaram próximos da camada redox manganosa, com caráter mais redutor e baixa disponibilidade de O2. Essa hipótese explicaria sua formação em um contexto diagenético. Assim, através dos resultados descritos, foi possível determinar os mecanismos de formação dos óxidos polimetálicos observados e estabelecer uma conexão com as condições redox do microambiente de formação.Deep-sea iron and manganese oxides are commonly formed on the seabed by the chemical precipitation of dissolved metals. These minerals are formed by abiotic precipitation, which can be hydrogenetic, hydrothermal, or diagenetic. This study investigated the formation mechanisms of FeMn oxides in six fossil shark teeth. These samples were collected by scientific dredging in areas of FeMn oxide formation in the Rio Grande Rise. The samples (RGR1-RGR6) were characterized with a suite of techniques to identify the genetic processes that led to the formation of the oxides, including scanning electron microscopy, x-ray microtomography, Raman spectroscopy, electron microprobe, x-ray fluorescence and near-edge x-ray absorption spectroscopy. The results showed the intrusion of FeMn dendrites in samples RGR4, RGR5 and RGR6, making them priority for subsequent analyses. In samples RGR4 and RGR5, FeMn crusts grown on the surface of the teeth have a hydrogenetic signature, presenting laminar or botryoidal microlayers. Micrometric crusts were observed also in dentin tubules, showing alternation of Fe-enriched and Mn-enriched layers, and carbonate and clay mineral precipitates. The mineralogy of Fe and Mn oxides was determined to be goethite and lithiophorite-asbolane, respectively. Layers of goethite line the cavities inside the samples, bearing a hydrothermal (RGR5) or mixed hydrogenetic-hydrothermal (RGR4) signature. These layers have a globular, toroidal or acicular shape (< 5 µm). The hydrothermal signature may be related to the contribution of a low-temperature hydrothermal system. An association between clay minerals was also observed, with microstructures rich in Mn and layers rich in Fe. Several of these structures occur adjacent to endolithic microborings formed by fungi and reveal a dendritic pattern similar to fossilized hyphae. Mn-rich surfaces have a columnar and botryoidal shape, globular (~5 µm) and acicular texture, sometimes composing 10-100 µm micronodules with a diagenetic signature. These minerals always overlay layers of Fe oxides, marking a secondary precipitation event. Mn speciation shows that there are regions with a predominance of Mn(II, III), with a transition from Mn3O4 to MnO2, from the core to the external layers. The low values of the oxidation state of Mn, as well as the alternate bedding of Fe and Mn oxides, may indicate a burial event of samples RGR4, RGR5 and RGR6. Therefore, the redox shift, linked to progressive burial of the samples, could lead to sequential precipitation of Fe (III) and Mn (II, III, IV), at different sediment depths. While the Fe-rich concretions were formed close to the seafloor, part of the Mn-rich oxides precipitated close to the manganese redox zone, with a more reducing character and low O2 availability, in a diagenetic context. The results of this study made it possible to determine the formation mechanisms, the redox conditions and the formation microenvironment of the FeMn oxides.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMillo, ChristianFelipe, Thales Chamarelli2024-06-25info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/21/21136/tde-25092024-171838/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPReter o conteúdo por motivos de patente, publicação e/ou direitos autoriais.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-10-22T13:36:02Zoai:teses.usp.br:tde-25092024-171838Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-10-22T13:36:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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