Análise sobre eficiência em mercados futuros: uma comparação entre os contratos de algodão em pluma da BM&F e da NYBOT
| Ano de defesa: | 2001 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Link de acesso: | http://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11132/tde-20181127-161823/ |
Resumo: | A dissertação teve por objetivo analisar qual a opção de hedge era mais eficiente para os integrantes do Sistema Agroindustrial do Algodão, se era o contrato de algodão em pluma da Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F) ou o da New York Board of Trade (NYBOT). A escolha pela cadeia do algodão deveu-se ao fato deste setor ter passado na década de 1990 por substâncias mudanças que resultaram num sistema competitivo, tanto ao nível agrícola quanto industrial. Além da reestruturação do setor a década de 1990 trouxe consigo algumas outras mudanças, como o início do processo de desregulamentação governamental do setor agrícola, fazendo com os produtores passem a buscar instrumentos alternativos de gerenciamento de riscos que independam da participação do Estado. Outra mudança foi a permissão ao investidor estrangeiro para operar nos mercados futuros agropecuários brasileiros. Com este novo cenário poderia se esperar que estivessem criadas as bases para o desenvolvimento pleno do contrato futuro de algodão. O instrumento de proteção natural para os agentes nacionais é o da BM&F, pois se acredita que a utilização do contrato futuro de algodão da NYBOT não seja eficiente para estes agentes, devido às políticas de subsídios norte-americanas à produção e aos períodos distintos de safra e entressafra dos dois países. As hipóteses anteriores foram comprovadas e verificou-se que durante o período analisado o contrato de algodão da BM&F foi eficiente para o"hedger"nacional, no sentido que permitiu previsões não viesadas quanto ao futuro preço à vista no vencimento do contrato. Também conclui-se que a opção norte-americana por"hedge"é arriscada para os agentes nacionais, sejam eles indústria ou produtor. No que diz respeito ao fato do instrumento BM&F não estar sendo utilizado pelos agentes nacionais, a dissertação levantou algumas hipóteses. Dentre as quais estão a intervenção governamental no mercado de algodão, e o (continuação) processo de integração verificado na cadeia como resultado da abertura econômica na década de 1990. Além do problema de capitalização encontrado por algumas empresas e produtores a fim de fazer frente ao pagamento de possíveis ajustes diários negativos no decorrer da operação de"hedging" |
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