Estudo das estruturas de velocidade sob as bacias do Paraná, Chaco-Paraná e Pantanal
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/14/14132/tde-27012025-122257/ |
Resumo: | Este trabalho apresenta uma tomografia de tempo de percurso para a região das bacias do Paraná, Chaco-Paraná e Pantanal utilizando uma base de dados independente e concisa para ondas P combinado três catálogos com dados locais, regionais e telessismos. Desenvolvemos uma ferramenta para quantificar e filtrar a base de dados de acordo com o grau de correlação entre os sismogramas. Na inversão utilizamos um software com menores limita- ções de geometria que nos permitiu integrar os dados. Realizamos diversos testes sintéticos e avaliamos a densidade dos raios a fim de mensurar os limites de resolução e as regiões de maior e menor confiabilidade em nosso modelo. Em geral a resolução final para anomalias na região do manto superior foi de 250 km. Nos primeiros 100 km observamos anomalias de baixa velocidade coincidentes com intrusões alcalinas do Cretáceo Superior e com zonas que passaram por afinamento litosférico. Comparamos os limites dos blocos cratônicos propostos na literatura com as anomalias de velocidade observadas em 100 km de profundidade. Pela análise das seções verticais observamos que a placa de Nazca sofre alteração de profundidade do Norte para o Sul, ficando estagnada na base, ou logo abaixo, da zona de transição do manto, entre 600 e 800 km na região do Puna flat slab. Mapeamos a continuidade da placa de Nazca por pelo menos 1 500 km em direção a costa leste do continente, e observamos gaps em concordância com a literatura. A extensão da placa para a porção Norte ainda se mostrou como um desafio devido a diferença na cobertura de raios disponíveis. |
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Estudo das estruturas de velocidade sob as bacias do Paraná, Chaco-Paraná e PantanalA study of velocity structures under the Paraná, Chaco-Paraná, and Pantanal basinsBacias intracratônicasIntracratonic basinsNazca subductionPlaca de NazcaSeismic tomographTomografia sísmicaEste trabalho apresenta uma tomografia de tempo de percurso para a região das bacias do Paraná, Chaco-Paraná e Pantanal utilizando uma base de dados independente e concisa para ondas P combinado três catálogos com dados locais, regionais e telessismos. Desenvolvemos uma ferramenta para quantificar e filtrar a base de dados de acordo com o grau de correlação entre os sismogramas. Na inversão utilizamos um software com menores limita- ções de geometria que nos permitiu integrar os dados. Realizamos diversos testes sintéticos e avaliamos a densidade dos raios a fim de mensurar os limites de resolução e as regiões de maior e menor confiabilidade em nosso modelo. Em geral a resolução final para anomalias na região do manto superior foi de 250 km. Nos primeiros 100 km observamos anomalias de baixa velocidade coincidentes com intrusões alcalinas do Cretáceo Superior e com zonas que passaram por afinamento litosférico. Comparamos os limites dos blocos cratônicos propostos na literatura com as anomalias de velocidade observadas em 100 km de profundidade. Pela análise das seções verticais observamos que a placa de Nazca sofre alteração de profundidade do Norte para o Sul, ficando estagnada na base, ou logo abaixo, da zona de transição do manto, entre 600 e 800 km na região do Puna flat slab. Mapeamos a continuidade da placa de Nazca por pelo menos 1 500 km em direção a costa leste do continente, e observamos gaps em concordância com a literatura. A extensão da placa para a porção Norte ainda se mostrou como um desafio devido a diferença na cobertura de raios disponíveis.This work presents a travel time tomography for P-waves under the Paraná, Chaco-Paraná, and, Pantanal basins using an independent and concise catalog combining local, regional, and teleseismic events. We develop a tool to quantify and filter the dataset using the correlation coefficient between the seismograms. In the inversion step, we used software with fewer geometry limitations to allow the tree datasets to be joined. We perform several synthetic tests and ray density evaluations to understand the model resolution and reliability. In general, the final resolution for the anomalies in upper mantle region was of 250 km. On the first 100 km, we observed low-velocity anomalies that were geographically correlated to Upper Cretaceous alkaline intrusions and zones that suffered lithospheric thinning. We compare the contour of the proposed cratonic blocks with our results at 100 km depth. The vertical sections show the Nazca plate suffers depth variation from north to south, being stagnant on the base, or right below, the mantle transition zone, between 600 and 800 km, in the Puna flat slab region. We also map the plate continuity up to 1 500 km toward the easter of the continental coast and observe gaps in the plate. The Plate continuity to the North is still a challenge due to low-ray coverage.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPBianchi, Marcelo Belentani deDragone, Israel Augusto2024-11-25info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/14/14132/tde-27012025-122257/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-01-27T16:25:02Zoai:teses.usp.br:tde-27012025-122257Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-01-27T16:25:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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