Estudo, em escala de laboratório, do inchamento de água de vermiculitas brasileiras tratadas com soluções salinas inorgânicas.
| Ano de defesa: | 1986 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3137/tde-01092025-140147/ |
Resumo: | Na presente Dissertação estudamos o comportamento de inchamento em água de uma vermiculita brasileira, de Paulistana, Estado do Piauí, depois de tratada com soluções de cloreto de lítio. Testamos também a vermiculita de Paulistana com relação a tratamentos com soluções de outros cloretos inorgânicos que não o cloreto de lítio. Os inchamentos máximos obtidos nos ensaios quantitativos realizados com a vermiculita de Paulistana foram de, respectivamente, 8,0; 3,6; 4,0; 4,3 ; 6,3; 6,1; 6,6; 2,7; 6,6 e 7,1 vezes o volume aparente inicial, para amostras tratadas com soluções aquosas de cloretos de lítio, potássio, sódio, amônio, níquel, magnésio, cálcio, bário, cromo e alumínio. Observamos o comportamento de dezessete amostras brasileiras e três amostras estrangeiras de vermiculitas quanto ao inchamento em água depois de tratamentos com soluções aquosas de alguns cloretos inorgânicos. Tentamos conseguir a delaminação em meio aquoso das amostras inchadas por meio de agitação mecânica; conseguimos delaminar facilmente os empilhamentos de cristais, embora não tenhamos conseguido atingir até a camada cristalinaestrutural 2:1 de vermiculita. |
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Estudo, em escala de laboratório, do inchamento de água de vermiculitas brasileiras tratadas com soluções salinas inorgânicas.Untitled in englishVermiculitaVermiculiteNa presente Dissertação estudamos o comportamento de inchamento em água de uma vermiculita brasileira, de Paulistana, Estado do Piauí, depois de tratada com soluções de cloreto de lítio. Testamos também a vermiculita de Paulistana com relação a tratamentos com soluções de outros cloretos inorgânicos que não o cloreto de lítio. Os inchamentos máximos obtidos nos ensaios quantitativos realizados com a vermiculita de Paulistana foram de, respectivamente, 8,0; 3,6; 4,0; 4,3 ; 6,3; 6,1; 6,6; 2,7; 6,6 e 7,1 vezes o volume aparente inicial, para amostras tratadas com soluções aquosas de cloretos de lítio, potássio, sódio, amônio, níquel, magnésio, cálcio, bário, cromo e alumínio. Observamos o comportamento de dezessete amostras brasileiras e três amostras estrangeiras de vermiculitas quanto ao inchamento em água depois de tratamentos com soluções aquosas de alguns cloretos inorgânicos. Tentamos conseguir a delaminação em meio aquoso das amostras inchadas por meio de agitação mecânica; conseguimos delaminar facilmente os empilhamentos de cristais, embora não tenhamos conseguido atingir até a camada cristalinaestrutural 2:1 de vermiculita.In this Dissertation we studied the swelling behaviour in water of one Brazilian vermiculite, from Paulistana, Piaui State, after treatment with aqueous solutions of lithium chloride. We also studied the swelling after treatment with other inorganic chloride solutions. The maximum swelling we have obtained with Paulistanas vermiculite, treated with various salt solutions were: 8,0; 3,6; 4,0; 4,4; 6,3; 6,1; 2,7; 6,6 e 7,1 times the initial apparent volume, for vermiculites treated with lithium, potassium, sodium, ammonium, magnesium, calcium, barium, chromium and aluminium chloride aqueous solutions , respectively. We have observed the swelling behavior of 17 Brazilian samples and 3 foreign samples, after treatment with inorganic chlorides of aqueous solutions. We tried to delaminate the swollen samples in an aqueous medium, by monas of an waring blendor; we succeed in delaminating easily the swollen booklets of vermiculite crystals, but not the 2:1 unilayer; the delaminated vermiculite can still exfoliated by heating.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSantos, Persio de SouzaCoelho, Antonio Carlos Vieira1986-06-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3137/tde-01092025-140147/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-09-01T17:06:02Zoai:teses.usp.br:tde-01092025-140147Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-09-01T17:06:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Na presente Dissertação estudamos o comportamento de inchamento em água de uma vermiculita brasileira, de Paulistana, Estado do Piauí, depois de tratada com soluções de cloreto de lítio. Testamos também a vermiculita de Paulistana com relação a tratamentos com soluções de outros cloretos inorgânicos que não o cloreto de lítio. Os inchamentos máximos obtidos nos ensaios quantitativos realizados com a vermiculita de Paulistana foram de, respectivamente, 8,0; 3,6; 4,0; 4,3 ; 6,3; 6,1; 6,6; 2,7; 6,6 e 7,1 vezes o volume aparente inicial, para amostras tratadas com soluções aquosas de cloretos de lítio, potássio, sódio, amônio, níquel, magnésio, cálcio, bário, cromo e alumínio. Observamos o comportamento de dezessete amostras brasileiras e três amostras estrangeiras de vermiculitas quanto ao inchamento em água depois de tratamentos com soluções aquosas de alguns cloretos inorgânicos. Tentamos conseguir a delaminação em meio aquoso das amostras inchadas por meio de agitação mecânica; conseguimos delaminar facilmente os empilhamentos de cristais, embora não tenhamos conseguido atingir até a camada cristalinaestrutural 2:1 de vermiculita. |
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