Ingestão de cafeína e desempenho motor de extrovertidos e introvertidos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Gomes, Ana Carolina
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100139/tde-22092019-064926/
Resumo: Extrovertidos são ativos e agitados, enquanto introvertidos são quietos e retraídos. Essas diferenças se devem ao nível de ativação cortical mais baixo nos extrovertidos e mais alto nos introvertidos. Logo, para alcançar níveis ótimos de ativação cortical na execução de tarefas, extrovertidos buscam estímulos, tais como a ingestão de cafeína, enquanto introvertidos os evitam. O objetivo específico deste estudo foi analisar como a cafeína influencia o desempenho de extrovertidos e introvertidos na execução de tarefas motoras de estabilização, manipulação e locomoção. O objetivo secundário foi analisar a percepção dos sujeitos em relação à ingestão de cafeína e placebo. O Questionário de Personalidade de Eysenck (EPQ) foi utilizado para classificar os sujeitos em extrovertidos (n=21) e introvertidos (n=21). A amostra foi composta por estudantes universitários de ambos os sexos, os quais executaram as tarefas em dois dias distintos, cada dia em uma condição: a primeira com ingestão de cafeína e a segunda com ingestão de placebo. A ordem das condições foi contrabalanceada e a administração das substâncias ocorreu por meio de técnica duplo-cega. O tempo de execução nas tarefas foi usado para comparar o desempenho dos grupos. A análise de variância fatorial [2 (extroversão/introversão) X 2 (cafeína x placebo)] para cada tarefa não indicou quaisquer diferenças nos fatores principais, tampouco na interação. O teste qui-quadrado apontou que os introvertidos tiveram melhor percepção em relação à substância que ingeriram, o que não ocorreu com os extrovertidos
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