Avaliação morfológica do colágeno após aquecimento induzido in vivo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Rosa, Rubens dos Santos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/82/82131/tde-13022008-100411/
Resumo: As terapias térmicas vêm sendo utilizadas com muita freqüência em áreas da saúde, como ortopedia, dermatologia e oftalmologia entre outras. Em média a literatura revela que na prática de tratamentos com calor os tecidos são submetidos a temperaturas que não ultrapassam os 45 ºC (igual aproximadamente 8,5 acima da média da temperatura corpórea normal). Este trabalho procurou verificar de fato a possível influência das variações térmicas sobre o colágeno, quanto à possibilidade de desnaturação do mesmo. Utilizou-se 48 ratos (Rattus Novergicus Albinus) da raça Wistar machos, divididos em oito grupos: grupo I Controle (sem alteração térmica), grupo II (35 ºC), III (40 ºC), IV (42 ºC), V (45 ºC), VI (48 ºC), VII (50 ºC), VIII (55 ºC) (cujos membros inferiores foram submersos por 10 minutos em água aquecida com temperatura variável). Em seguida os animais do grupo controle e experimental foram sacrificados, retirando por dissecação e tenotomia os tendões calcâneos que conferidos às lâminas histológicas passaram por análise microscópica de medidas de birrefringência, análise histológica por microscopia de luz e análises por calorimetria exploratória diferencial (DSC). Os resultados mostram que existe uma diferença significativa, dos grupos I a IV, em relação aos grupos V a VII, obtidos pela média de valores de retardos ópticos (RO), após as análises de medidas de birrefringência, confirmados pela análise visual histológica e pela calorimetria exploratória diferencial, sugerindo que em temperaturas elevadas ocorre uma desnaturação da proteína colágeno.
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