Cálculo diferencial e integral no ensino médio: o ensino a partir das ideias fundamentais
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48136/tde-24042025-102543/ |
Resumo: | A motivação para este trabalho é a ausência do Cálculo Diferencial e Integral na Educação Básica. Por que o Cálculo não é ensinado na escola básica? Essa é a pergunta central deste trabalho. No Brasil, o Cálculo é restrito ao Ensino Superior e a disciplina é estruturante em diversos cursos superiores. Existe um padrão no modo como a disciplina é oferecida e, juntamente com esse padrão, são comuns altos índices de reprovação de estudantes nos cursos de Cálculo. Ao mesmo tempo, o Cálculo possui como fundamento duas ideias fundamentais, a ideia de variação e a ideia de acúmulo. Essas duas ideias podem ser compreendidas por todos e são acessíveis a estudantes da Educação Básica. É explorado o conceito de ideias fundamentais e sua importância no processo de ensino. É possível ensinar muita coisa a partir de poucos conceitos chave, sendo a estratégia dar destaque ao que é fundamento. A justificativa principal para que o Cálculo não seja ensinado na Educação Básica é o modo como se ensina Cálculo no país, que não é a partir de suas ideias fundamentais. Metodologicamente, são explorados os conceitos de indícios e de constelação e, assim, assumimos o ensaio como tese por meio do ato de constelar, a partir de indícios. Houve episódios em que o Cálculo era ensinado na Educação Básica, porém foram situações sem resultados satisfatórios, pois o que foi feito tratava-se de uma espécie de antecipação do que se faz nos cursos de Cálculo no Ensino Superior. O Cálculo pode e deve ser ensinado na Educação Básica, mas isso deve ser feito a partir de suas ideias fundamentais de variação e acúmulo. Nesse sentido, apresentamos um modo possível de ensinar Cálculo na escola básica, a partir de suas ideias fundamentais, no contexto do conceito de custo marginal. |
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Cálculo diferencial e integral no ensino médio: o ensino a partir das ideias fundamentaisDifferential and integral calculus in high school: teaching based on fundamental ideasEnsino de cálculo; Cálculo no ensino médioFundamental ideas of calculus; Variation and accumulationIdeias fundamentais do cálculo; Variação e acúmuloTeaching calculus; Calculus in high schoolA motivação para este trabalho é a ausência do Cálculo Diferencial e Integral na Educação Básica. Por que o Cálculo não é ensinado na escola básica? Essa é a pergunta central deste trabalho. No Brasil, o Cálculo é restrito ao Ensino Superior e a disciplina é estruturante em diversos cursos superiores. Existe um padrão no modo como a disciplina é oferecida e, juntamente com esse padrão, são comuns altos índices de reprovação de estudantes nos cursos de Cálculo. Ao mesmo tempo, o Cálculo possui como fundamento duas ideias fundamentais, a ideia de variação e a ideia de acúmulo. Essas duas ideias podem ser compreendidas por todos e são acessíveis a estudantes da Educação Básica. É explorado o conceito de ideias fundamentais e sua importância no processo de ensino. É possível ensinar muita coisa a partir de poucos conceitos chave, sendo a estratégia dar destaque ao que é fundamento. A justificativa principal para que o Cálculo não seja ensinado na Educação Básica é o modo como se ensina Cálculo no país, que não é a partir de suas ideias fundamentais. Metodologicamente, são explorados os conceitos de indícios e de constelação e, assim, assumimos o ensaio como tese por meio do ato de constelar, a partir de indícios. Houve episódios em que o Cálculo era ensinado na Educação Básica, porém foram situações sem resultados satisfatórios, pois o que foi feito tratava-se de uma espécie de antecipação do que se faz nos cursos de Cálculo no Ensino Superior. O Cálculo pode e deve ser ensinado na Educação Básica, mas isso deve ser feito a partir de suas ideias fundamentais de variação e acúmulo. Nesse sentido, apresentamos um modo possível de ensinar Cálculo na escola básica, a partir de suas ideias fundamentais, no contexto do conceito de custo marginal.The motivation for this work is the absence of Differential and Integral Calculus in Basic Education. Why isn\'t Calculus taught in elementary school? This is the central question of this work. In Brazil, Calculus is restricted to Higher Education and the subject is structured in several higher education courses. There is a pattern in the way the subject is offered and, along with this pattern, high student failure rates in Calculus courses are common. At the same time, Calculus is based on two fundamental ideas, the idea of variation and the idea of accumulation. These two ideas can be understood by everyone and are accessible to Basic Education students. The concept of fundamental ideas and their importance in the teaching process is explored. It is possible to teach a lot from a few key concepts, the strategy being to highlight the fundamentals. The main justification for Calculus not being taught in Basic Education is the way Calculus is taught in the country, which is not based on its fundamental ideas. Methodologically, the concepts of evidence and constellation are explored and, thus, we assume the essay as a thesis through the act of constellation, based on evidence. There were episodes in which Calculus was taught in Basic Education, but these were situations without satisfactory results, as what was done was a kind of anticipation of what is done in Calculus courses in Higher Education. Calculus can and should be taught in Basic Education, but this must be done based on its fundamental ideas of variation and accumulation. In this sense, we present a possible way of teaching Calculus in basic school, based on its fundamental ideas, in the context of the concept of marginal cost.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMachado, Nilson JoseDuarte, Samuel Gomes2025-02-24info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48136/tde-24042025-102543/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-05-27T14:26:02Zoai:teses.usp.br:tde-24042025-102543Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-05-27T14:26:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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