Evolução magmática e modelo metalogenético dos granitos mineralizados da região de Pitinga, Amazonas, Brasil.
| Ano de defesa: | 1998 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3134/tde-27022026-134116/ |
Resumo: | A mina de Pitinga, AM, se destaca por possuir uma mineralização disseminada de estanho em um albita-granito percalino, além de abrigar o único depósito de grande porte de criolita do mundo. A região de Pitinga é composta predominantemente porrochas vulcânicas ácidas e piroclásticas do Grupo Iricoumé, hospedeiras dos granitos multifásicos Água Boa e Madeira. Os maiores depósitos de cassiterita aluvionar ocorrem nos sistemas de rios que drenam os dois corpos graníticos. O objetivodeste estudo foi elucidar a evolução magmática dos Granitos Água Boa e Madeira, a partir de dados petrográficos, geoquímicos e geocronológicos. Os Maciços Água Boa e Madeira, de forma oval e alongados na direção NE-SW, são compostos por trêsfácies principais, na seguinte ordem de posicionamento; granito rapakivi; biotita-granito; e topázio-granito no Água Boa e albita-granito no corpo Madeira. Idades SHRIMP U/Pb e Ar/Ar situam os Maciços Água Boa e Madeira na Suíte IntrusivaMapuera. As idades modelo \'T IND.DM\' relacionam esses granitos à Província Ventuari-Tapajós. O modelo de posicionamento dos Maciços Água Boa e Madeira, em níveis crustais rasos, através do aproveitamento de fraturas rúpteis, com dois ou trêsestágios diferentes de cristalização, devidos a descompressão, considera várias injeções sucessivas, produzidas por segregação de \"batches\" de protolitos ligeiramente diferenciados (fácies rapakivi, biotita e albita) e por fracionamentomagmático nacâmara magmática (topázio), de um magma granítico tipo-A. Esse magma apresentava temperaturas elevadas (900-600 C) e condições anidras, sendo que a saturação em fluidos ocorreu apenas após o posicionamento. O \"melt\" foitransportado, quase adiabaticamente, de níveis crustais inferiores a médios (em torno de 5-6 Kbar) para níveis crustais elevados (em torno de 0,5-1 Kbar), na forma de um \"crystal mush\" contendo cerca de 30 a 50% de cristais. Durante os estágiosde cristalização e posicionamento, a descompressão deslocou o sistema para o campo de estabilidade do plagioclásio, causando absorção, principalmente do quartzo, com subsequente re-equilíbrio em pressões baixas. A formação dos Maciços Água Boa,apresentando magnetita e pirita na maioria de seus fácies, deu-se em condições oxidantes. A cristalização em condições de alta fugacidade de oxigênio, acima do \"buffer\" NNO, também são consubstanciadas pela presença de cassiterita comcaracterísticas magmáticas. Geoquimicamente, os Maciços Água Boa e Madeira são classificados como metaluminosos (fácies rapakivi), peraluminosos (biotita- e topázio-granitos) e peralcalinos (albita-granito). Aspectos petrográficos e geoquímicosdos Granitos Rapakivi de Pitinga sugerem uma evolução associada a fusão parcial de diferentes fontes (fácies rapakivi, biotita- e albita-granito), com provável fracionamento posterior, do qual resultaram apenas topázio-granito, microgranito egreisen. Osvalores de \'epsilon\'\'Nd IND.inicial\', sugerindo várias fases de mistura de crosta e manto, com contribuição predominantemente crustal, consubstanciam as indicações de caráter geoquímico. O estabelecimento de quatro fontes diferentes(duas de granito rapakivi, biotita- e albita-granitos), bem como a sequência de fracionamento, que formou apenas o topázio-granito, indicam que os dois corpos graníticos se formaram de fontes diferentes e que as mineralizações de Sn (Água Boa eMadeira) e de metais raros (Madeira) não são relacionadas a fracionamento sequencial envolvendo o fácies rapakivi. Os dois corpos de criolita maciça, que ocorrem a cerca de 150 m abaixo do teto do granito, podem ser resultantes de um\"melt\"imiscível de fluoreto, que se separou durante a cristalização do albita-granito. |
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Evolução magmática e modelo metalogenético dos granitos mineralizados da região de Pitinga, Amazonas, Brasil.Untitled in englishGraniteGranitoA mina de Pitinga, AM, se destaca por possuir uma mineralização disseminada de estanho em um albita-granito percalino, além de abrigar o único depósito de grande porte de criolita do mundo. A região de Pitinga é composta predominantemente porrochas vulcânicas ácidas e piroclásticas do Grupo Iricoumé, hospedeiras dos granitos multifásicos Água Boa e Madeira. Os maiores depósitos de cassiterita aluvionar ocorrem nos sistemas de rios que drenam os dois corpos graníticos. O objetivodeste estudo foi elucidar a evolução magmática dos Granitos Água Boa e Madeira, a partir de dados petrográficos, geoquímicos e geocronológicos. Os Maciços Água Boa e Madeira, de forma oval e alongados na direção NE-SW, são compostos por trêsfácies principais, na seguinte ordem de posicionamento; granito rapakivi; biotita-granito; e topázio-granito no Água Boa e albita-granito no corpo Madeira. Idades SHRIMP U/Pb e Ar/Ar situam os Maciços Água Boa e Madeira na Suíte IntrusivaMapuera. As idades modelo \'T IND.DM\' relacionam esses granitos à Província Ventuari-Tapajós. O modelo de posicionamento dos Maciços Água Boa e Madeira, em níveis crustais rasos, através do aproveitamento de fraturas rúpteis, com dois ou trêsestágios diferentes de cristalização, devidos a descompressão, considera várias injeções sucessivas, produzidas por segregação de \"batches\" de protolitos ligeiramente diferenciados (fácies rapakivi, biotita e albita) e por fracionamentomagmático nacâmara magmática (topázio), de um magma granítico tipo-A. Esse magma apresentava temperaturas elevadas (900-600 C) e condições anidras, sendo que a saturação em fluidos ocorreu apenas após o posicionamento. O \"melt\" foitransportado, quase adiabaticamente, de níveis crustais inferiores a médios (em torno de 5-6 Kbar) para níveis crustais elevados (em torno de 0,5-1 Kbar), na forma de um \"crystal mush\" contendo cerca de 30 a 50% de cristais. Durante os estágiosde cristalização e posicionamento, a descompressão deslocou o sistema para o campo de estabilidade do plagioclásio, causando absorção, principalmente do quartzo, com subsequente re-equilíbrio em pressões baixas. A formação dos Maciços Água Boa,apresentando magnetita e pirita na maioria de seus fácies, deu-se em condições oxidantes. A cristalização em condições de alta fugacidade de oxigênio, acima do \"buffer\" NNO, também são consubstanciadas pela presença de cassiterita comcaracterísticas magmáticas. Geoquimicamente, os Maciços Água Boa e Madeira são classificados como metaluminosos (fácies rapakivi), peraluminosos (biotita- e topázio-granitos) e peralcalinos (albita-granito). Aspectos petrográficos e geoquímicosdos Granitos Rapakivi de Pitinga sugerem uma evolução associada a fusão parcial de diferentes fontes (fácies rapakivi, biotita- e albita-granito), com provável fracionamento posterior, do qual resultaram apenas topázio-granito, microgranito egreisen. Osvalores de \'epsilon\'\'Nd IND.inicial\', sugerindo várias fases de mistura de crosta e manto, com contribuição predominantemente crustal, consubstanciam as indicações de caráter geoquímico. O estabelecimento de quatro fontes diferentes(duas de granito rapakivi, biotita- e albita-granitos), bem como a sequência de fracionamento, que formou apenas o topázio-granito, indicam que os dois corpos graníticos se formaram de fontes diferentes e que as mineralizações de Sn (Água Boa eMadeira) e de metais raros (Madeira) não são relacionadas a fracionamento sequencial envolvendo o fácies rapakivi. Os dois corpos de criolita maciça, que ocorrem a cerca de 150 m abaixo do teto do granito, podem ser resultantes de um\"melt\"imiscível de fluoreto, que se separou durante a cristalização do albita-granito.The Pitinga mine in northern Brazil is unique in having disseminated tin mineralization hosted within a peralkaline albite-granite, and also in containing the worlds only major cryolite deposit. The Pitinga region is composed predominantly of acid volcanic and pyroclastic rocks of the Iricoumé Group, which are intruded by the multiphase Água Boa and Madeira Granites. Major alluvial cassiterite deposits occurt within creek systems draining the two granitic bodies. The aim of this study was to elucidate the magmatic evolution of the Água Boa and Madeira Granites based on petrographic, geochemical and age determinations data. The oval-shaped Água Boa and Madeira Granites are elongated NE-SW and present three major fácies, in order of emplacement: rapakivi-granite; biotite-granite; and topaz-granite in the Água Boa and albite-granite in the Madeira body. SHRIMP U/Pb and Ar/Ar ages situate the Água Boa and madeira Granites within the Mapuera Intrusive Suite. The T2 model ages place the granites in the Ventuari-Tapajós Province. The modelo f shallow level emplacement of the Água Boa and Madeira Granites, through brittle fracture exploitation with two or three different stages of crystallisation due to decompression, considers several successive injections, produced either by segregation of batches of slightly different sources (rapakivi, biotite and albite granite) or magmatic fractionation in the magma chamber (topaz), of an A-type granitic magma. The magma was hot (around 900-600°C) and anhydrous, with fluid saturation occuring after emplacement. The melt was transported as a crystal mush (crystal fraction between 30 to 50%) almost adiabatically, possibly from the lower-middle crust (around 5-6 kbar) to upper crustal levels (around 0.5-1kbar). During the crystallisation and emplacement stages, decompression shifted the system into the plagioclase stability Field, causing resorption mainlyof quartz and subsequent reequilibration at low pressure. The foremation of the Água Boa and Madeira Granites, with magnetite and pyrite in the majority of their fácies, was under oxidising conditions. The crystallisation in high oxygen fugacity, above the NNO buffer, is supported by the presence of magmatic cassiterite. Geochemically, the Água Boa and Madeira Granites are classified as metaluminous (rapakivi fácies), peraluminous (biotite and topaz-granite) and peralkaline (albite-granite). Petrographic and geochemical features of the Pitinga rapakivi granites suggest an evolution associated with partial melting of different sources (rapakivi fácies, biotite and albite-granite) with a likely later fractionation procedd to form only the topaz granite, microgranite and greisens. The ENdinitial values, which suggest several mixtures between the crust and mantle with predominat crustal contribution, substantiate the geochemical indications. The establishment of four different sources (two rapakivi-granites, biotite and albite-granite) and the fractionation sequence which produced only the topaz-granite indicate that the two granitic bodies were formed by different sources and that Sn (Água Boa and Madeira) and rare metrals (Madeira) mineralizations are not related to serial fractionation involving the rapakivi fácies. Two massive bodies of cryolite occurring approximately 150 m below the roof of the granite may be products of an immiscible fluoride melt that separated during crystallisation of the albite granite.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPBorn, HelmutLenharo, Sara Lais Rahal1998-10-01info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3134/tde-27022026-134116/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-02-27T16:45:02Zoai:teses.usp.br:tde-27022026-134116Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-02-27T16:45:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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