Estudo farmacocinético e análise da distribuição transplacentária da lidocaína e seu metabólito na assistência anestésica via peridural de gestantes diabéticas gestacionais

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: Moisés, Elaine Christine Dantas
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-26092013-162603/
Resumo: O bloqueio peridural com lidocaína, bupivacaína e fentanila representa um dos procedimentos anestésicos mais utilizados em obstetrícia, fato que justifica o estudo farmacocinético destes fármacos nessas condições. Os objetivos deste trabalho foram investigar a farmacocinética e a análise da transferência placentária da lidocaína e seu metabólito monoetilglicinaxilidida (MEGX) em gestantes normais e com diabetes mellitusgestacional (DMG), submetidas a anestesia peridural com lidocaína, bem como, avaliar a influência das alteraçõesfisiopatológicas da diabetes gestacional sobre os parâmetros farmacocinéticos desta droga e de seu metabólito. Foram avaliadas dez gestantes normais (grupo 1) e seis gestantes com DMG (grupo 2), todas de termo. Todas receberam cloridrato de lidocaína a 2% sem vasoconstrictor, em dose pré-determinada, por via loco-regional peridural. Na seqüência foram coletadas amostras sanguíneas maternas nos tempos 1 minuto, 5, 15, 30, 45, 60, 120, 240, 360, 480, 600, 720 e 840 minutos e amostras de sangue do espaço interviloso placentário, de artéria e veia umbilical para determinação das concentraçõesde lidocaína e MEGX por cromatografia e a análise farmacocinética. Com base nas concentrações maternas e fetais no momento do nascimento foram determinadas as relações entre os compartimentos maternos e fetais destes fármacos e taxa de extração fetal. As medianas dos parâmetros farmacocinéticos da lidocaína para os grupos 1 e 2 foram, respectivamente: Cmax 879,11 e 1145,58 ng/mL, t1/2 ?202,09 e 272,16 min, ?0,0034 e 0,0025 min -1 , AUC 0-? 256013,50 e 455950,97 ng.min/mL, Cl/f/kg 10,61 e 5,64 mL/min/kg, Vd/f/kg 3255,24 e 2188,304 mL/kg. As medianas dos parâmetros farmacocinéticos do MEGX para os grupos 1 e 2 foram, respectivamente: Cmax 82,71 e 141,38 ng/mL, Tmax 44,71 e 193,14 min, t1/2 ?7,64 e 59,77 min, ?0,097 e 0,012 min -1 , t1/2 ?247,28 e 492,20 min, ? 0,0028 e 0,0016 min -1 , AUC 0-? 29906,71 e 108229,19 ng.min/mL. A mediana do tempo de latência entre a administração da droga e o nascimento foi de 28,5 min e 28 min nos grupos 1 e 2, respectivamente. As medianas das relações entre os compartimentos maternos e fetais para a lidocaína nos grupos 1 e 2 foram, respectivamente: relação veia umbilical / sangue materno periférico: 0,60 e 0,46; relação espaço interviloso / materna: 1,01 e 0,88; relação artéria umbilical/ veia umbilical: 0,77 e 0,91; relação veia umbilical / espaço interviloso: 0,53 e 0,51. As medianas nos grupos 1 e 2 para o MEGX foram, respectivamente: relação feto / materna 0,43 e 0,97; relação espaço interviloso / materna: 0,64 e 0,90; relação artéria umbilical/ veia umbilical: 1,09 e 0,99; relação veia umbilical / espaço interviloso: 0,55 e 0,78. Os dados desse estudo permitem concluir que o clearanceaparente da lidocaína e do MEGX mostraram-se reduzidos nas pacientes diabéticas em relação às normais, sugerindo que o DMG inibe as isoformas CYP1A2 / CYP3A4, responsáveis pela metabolização desse fármaco e de seus metabólitos. O DMG não afetou o transporte passivo da lidocaína, porém, interferiu na transferência transplacentária do MEGX, atuando como um mecanismo facilitador para o transporte do mesmo.
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spelling Estudo farmacocinético e análise da distribuição transplacentária da lidocaína e seu metabólito na assistência anestésica via peridural de gestantes diabéticas gestacionaisPharmacokinetics and analysis of transplacental distribution of lidocaine and its metabolite in epidural anesthesia for normal pregnant womenAnestesia obstétricaEpidural roteFarmGravidezLidocaínaLidocaineMEGXMEGXMonoethylglycineaxilidideMonoetilglicinaxilididaObstetrical anesthesiaPregnancyVia epiduralO bloqueio peridural com lidocaína, bupivacaína e fentanila representa um dos procedimentos anestésicos mais utilizados em obstetrícia, fato que justifica o estudo farmacocinético destes fármacos nessas condições. Os objetivos deste trabalho foram investigar a farmacocinética e a análise da transferência placentária da lidocaína e seu metabólito monoetilglicinaxilidida (MEGX) em gestantes normais e com diabetes mellitusgestacional (DMG), submetidas a anestesia peridural com lidocaína, bem como, avaliar a influência das alteraçõesfisiopatológicas da diabetes gestacional sobre os parâmetros farmacocinéticos desta droga e de seu metabólito. Foram avaliadas dez gestantes normais (grupo 1) e seis gestantes com DMG (grupo 2), todas de termo. Todas receberam cloridrato de lidocaína a 2% sem vasoconstrictor, em dose pré-determinada, por via loco-regional peridural. Na seqüência foram coletadas amostras sanguíneas maternas nos tempos 1 minuto, 5, 15, 30, 45, 60, 120, 240, 360, 480, 600, 720 e 840 minutos e amostras de sangue do espaço interviloso placentário, de artéria e veia umbilical para determinação das concentraçõesde lidocaína e MEGX por cromatografia e a análise farmacocinética. Com base nas concentrações maternas e fetais no momento do nascimento foram determinadas as relações entre os compartimentos maternos e fetais destes fármacos e taxa de extração fetal. As medianas dos parâmetros farmacocinéticos da lidocaína para os grupos 1 e 2 foram, respectivamente: Cmax 879,11 e 1145,58 ng/mL, t1/2 ?202,09 e 272,16 min, ?0,0034 e 0,0025 min -1 , AUC 0-? 256013,50 e 455950,97 ng.min/mL, Cl/f/kg 10,61 e 5,64 mL/min/kg, Vd/f/kg 3255,24 e 2188,304 mL/kg. As medianas dos parâmetros farmacocinéticos do MEGX para os grupos 1 e 2 foram, respectivamente: Cmax 82,71 e 141,38 ng/mL, Tmax 44,71 e 193,14 min, t1/2 ?7,64 e 59,77 min, ?0,097 e 0,012 min -1 , t1/2 ?247,28 e 492,20 min, ? 0,0028 e 0,0016 min -1 , AUC 0-? 29906,71 e 108229,19 ng.min/mL. A mediana do tempo de latência entre a administração da droga e o nascimento foi de 28,5 min e 28 min nos grupos 1 e 2, respectivamente. As medianas das relações entre os compartimentos maternos e fetais para a lidocaína nos grupos 1 e 2 foram, respectivamente: relação veia umbilical / sangue materno periférico: 0,60 e 0,46; relação espaço interviloso / materna: 1,01 e 0,88; relação artéria umbilical/ veia umbilical: 0,77 e 0,91; relação veia umbilical / espaço interviloso: 0,53 e 0,51. As medianas nos grupos 1 e 2 para o MEGX foram, respectivamente: relação feto / materna 0,43 e 0,97; relação espaço interviloso / materna: 0,64 e 0,90; relação artéria umbilical/ veia umbilical: 1,09 e 0,99; relação veia umbilical / espaço interviloso: 0,55 e 0,78. Os dados desse estudo permitem concluir que o clearanceaparente da lidocaína e do MEGX mostraram-se reduzidos nas pacientes diabéticas em relação às normais, sugerindo que o DMG inibe as isoformas CYP1A2 / CYP3A4, responsáveis pela metabolização desse fármaco e de seus metabólitos. O DMG não afetou o transporte passivo da lidocaína, porém, interferiu na transferência transplacentária do MEGX, atuando como um mecanismo facilitador para o transporte do mesmo.The epidural blockade with lidocaine, bupivacaine and fentanyl represents one of the anesthetic procedures most frequently usedin obstetrics, a fact that justifies the pharmacokinetic study of these drugs in these conditions. The objectives of the present study were to investigate the pharmacokinetics and placental transfer of lidocaine and its metabolite monoetilglicinaxilidida (MEGX) in normal parturients and with gestational diabetes mellitus (GDM), whose pregnancies were resolved by caesarean section with epidural anesthesia and to evaluate the influence of GDM on the pharmacokinetic parameters of this drug and its metabolite. Ten parturients considered to be normal in clinical and laboratory terms (group 1) and six pregnant with GDM (group 2) with term gestation were evaluated.All pregnant women received 2% lidocaine hydrochloride without a vasoconstrictor by epidural rote, with pre-determined dose. Maternal blood samples were collected at 1, 5, 15, 30, 45, 60, 120, 240, 360, 480, 600, 720, and 840 minutes together with blood samples from the placental interviloso space, umbilical artery and umbilical vein for determination of the concentrations of lidocaine and MEGX by chromatography and the pharmacokinetic analysis. The relationship between maternal and fetal concentrationsand ratio of fetal extraction of the drug were determined on the basis of concentrationsat the time of birth. The median of the pharmacokinetic parameters of lidocaine for groups 1 and 2 respectively were: Cmax 879.11 and 1145.58 ng/mL; t1/2 ?202,09 and 272,16 min, ?0,0034 and 0,0025 min -1 , AUC 0-? 256013,50 and 455950,97 ng.min/mL, Cl/f/kg 10,61 and 5,64 mL/min/kg, Vd/f/kg 3255,24 and 2188,304 mL/kg. The median of the pharmacokinetic parameters of MEGX for groups 1 and 2 respectively were: Cmax 82,71 and 141,38 ng/mL, Tmax 44,71 and 193,14 min, t1/2 ?7,64 and 59,77 min, ?0,097 and 0,012 min -1 , t1/2 ? 247,28 and 492,20 min, ?0,0028 and 0,0016 min -1 , AUC 0-? 29906,71 and 108229,19 ng.min/mL. The latency between drug administration and birth was 28.5 min and 28 min in groups 1 and 2, respectively. The medians of the relationship between maternal and fetal compartments for lidocaine in groups 1 and 2 were, respectively: the fetus / mother ratio (umbilical vein / maternal peripheral blood): 0.60 and 0.46; interviloso space / mother ratio: 1.01 and 0.88; umbilical artery / umbilical vein ratio: 0.77 and 0.91; umbilical vein / interviloso space ratio: 0.53 and 0.51. The medians in groups 1 and 2 for the MEGX were, respectively: the fetus / maternal ratio 0.43 and 0.97; interviloso space / mother ratio: 0.64 and 0.90; umbilical artery / umbilical vein ratio: 1.09 and 0.99; umbilical vein / interviloso space ratio: 0.55 and 0.78. The data of this study suggest that the lidocaine and MEGX clearance have been reduced in diabetic patients in relation to the normal ones, suggesting that the GDM inhibits the isoforms CYP1A2 / CYP3A4, responsiblefor the metabolism of the drug and its metabolites. The DMG did not affect the passive transport of lidocaine, however, facilitated the placental transfer of MEGX.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCunha, Sergio Pereira daMoisés, Elaine Christine Dantas2008-02-11info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttp://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-26092013-162603/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2016-07-28T16:10:37Zoai:teses.usp.br:tde-26092013-162603Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212016-07-28T16:10:37Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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