Validação de um algoritmo de inteligência artificial para estimativa de pressão muscular inspiratória em pacientes sob ventilação mecânica assistida

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Plens, Glauco Cabral Marinho
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5150/tde-26082025-152112/
Resumo: INTRODUÇÃO: Extremos de esforço inspiratório durante ventilação mecânica estão associados à disfunção do músculo diafragma induzida pelo ventilador, e esforço excessivo, ao dano pulmonar por altos níveis de pressão de distensão em pacientes com síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA). Além disso, assincronias entre o esforço respiratório do paciente e o ciclo do ventilador mecânico estão associadas a piores desfechos clínicos, sendo importante detectar essas assincronias e implementar ajustes ventilatórios para corrigi-las. O método padrão-ouro para monitorização da pressão muscular inspiratória (Pmus) de pacientes sob ventilação mecânica é o balão esofágico, um método invasivo e de alto custo. Métodos não-invasivos alternativos, entretanto, apresentam acurácia limitada e requerem a realização de manobras de oclusão inspiratória (pressure muscle index, PMI) ou expiratória (pressão de oclusão, Pocc). Um método de estimativa da Pmus em pacientes sob ventilação mecânica assistida foi recentemente desenvolvido utilizando um modelo de aprendizado de máquina. Neste projeto, nosso objetivo foi validar as estimativas de Pmus pela ferramenta de inteligência artifical (Pmus,IA), comparadas às medidas padrão-ouro obtidas por meio de pressão esofágica (Pmus, esofágica). MÉTODOS: Esse estudo diagnóstico prospectivo incluiu adultos sob ventilação mecânica assistida em duas unidades de terapia intensiva de um hospital acadêmico em São Paulo. A Pmus,IA e a Pmus, esofágica foram medidas simultaneamente durante ajuste decremental dos níveis de pressão de suporte. Análises de concordância e correlação foram realizadas para comparar ambos os métodos. Adicionalmente, analisamos a capacidade da Pmus,IA de classificar esforço insuficiente ou excessivo por meio de curvas ROC (Receiver Operating Characteristic curve). Em um conjunto de dados obtidos com um simulador do sistema respiratório (ASL-5000), avaliamos a sensibilidade e especificidade de detecção de assincronias paciente-ventilador utilizando a curva da Pmus,IA. RESULTADOS: Um total de 48 participantes foram incluídos, apresentando Pmus, esofágica entre 1,0 e 28,4 cmH2O. A Pmus,IA apresentou forte associação com a Pmus, esofágica (R2 = 0,92, p < 0,001), além de viés aceitável, com precisão subótima (viés = 0,9 cmH2O, limites de concordância de 95% -5,1 6,9 cmH2O). Ademais, a Pmus,IA detectou níveis insuficientes e excessivos de Pmus, esofágica de modo acurado (AUROC para limiares de Pmus, esofágica de 5 e 15 cmH2O de 0,88 e 0,90, respectivamente). Em comparação a outros métodos não-invasivos obtidos por manobras de oclusão, a Pmus,IA apresentou melhor acurácia do que a Pmus estimada por PMI (R2 = 0,71, p < 0,001; viés = -5,6 cmH2O, limites de concordância de 95% -12,4 1,1 cmH2O) e performance similar à Pmus estimada por Pocc (R2 = 0,77, p < 0,001; viés = -0,9 cmH2O, limites de concordância de 95% -6,3 4,6 cmH2O). Nos dados simulados com o ASL-5000, a sensibilidade e a especificidade foram superiores a 80% para detecção de assincronias utilizando a curva de Pmus,IA. CONCLUSÃO: A Pmus,IA apresentou boa validade, com precisão subótima, para estimar a pressão muscular inspiratória, com desempenho superior à estimativa por meio de PMI. A Pmus,IA também apresentou boa performance para classificar esforço insuficiente ou excessivo. Ademais, em uma amostra com dados simulados, o algoritmo de inteligência artificial apresentou boa acurácia para detectar assincronias paciente-ventilador
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Além disso, assincronias entre o esforço respiratório do paciente e o ciclo do ventilador mecânico estão associadas a piores desfechos clínicos, sendo importante detectar essas assincronias e implementar ajustes ventilatórios para corrigi-las. O método padrão-ouro para monitorização da pressão muscular inspiratória (Pmus) de pacientes sob ventilação mecânica é o balão esofágico, um método invasivo e de alto custo. Métodos não-invasivos alternativos, entretanto, apresentam acurácia limitada e requerem a realização de manobras de oclusão inspiratória (pressure muscle index, PMI) ou expiratória (pressão de oclusão, Pocc). Um método de estimativa da Pmus em pacientes sob ventilação mecânica assistida foi recentemente desenvolvido utilizando um modelo de aprendizado de máquina. Neste projeto, nosso objetivo foi validar as estimativas de Pmus pela ferramenta de inteligência artifical (Pmus,IA), comparadas às medidas padrão-ouro obtidas por meio de pressão esofágica (Pmus, esofágica). MÉTODOS: Esse estudo diagnóstico prospectivo incluiu adultos sob ventilação mecânica assistida em duas unidades de terapia intensiva de um hospital acadêmico em São Paulo. A Pmus,IA e a Pmus, esofágica foram medidas simultaneamente durante ajuste decremental dos níveis de pressão de suporte. Análises de concordância e correlação foram realizadas para comparar ambos os métodos. Adicionalmente, analisamos a capacidade da Pmus,IA de classificar esforço insuficiente ou excessivo por meio de curvas ROC (Receiver Operating Characteristic curve). Em um conjunto de dados obtidos com um simulador do sistema respiratório (ASL-5000), avaliamos a sensibilidade e especificidade de detecção de assincronias paciente-ventilador utilizando a curva da Pmus,IA. RESULTADOS: Um total de 48 participantes foram incluídos, apresentando Pmus, esofágica entre 1,0 e 28,4 cmH2O. A Pmus,IA apresentou forte associação com a Pmus, esofágica (R2 = 0,92, p < 0,001), além de viés aceitável, com precisão subótima (viés = 0,9 cmH2O, limites de concordância de 95% -5,1 6,9 cmH2O). Ademais, a Pmus,IA detectou níveis insuficientes e excessivos de Pmus, esofágica de modo acurado (AUROC para limiares de Pmus, esofágica de 5 e 15 cmH2O de 0,88 e 0,90, respectivamente). Em comparação a outros métodos não-invasivos obtidos por manobras de oclusão, a Pmus,IA apresentou melhor acurácia do que a Pmus estimada por PMI (R2 = 0,71, p < 0,001; viés = -5,6 cmH2O, limites de concordância de 95% -12,4 1,1 cmH2O) e performance similar à Pmus estimada por Pocc (R2 = 0,77, p < 0,001; viés = -0,9 cmH2O, limites de concordância de 95% -6,3 4,6 cmH2O). Nos dados simulados com o ASL-5000, a sensibilidade e a especificidade foram superiores a 80% para detecção de assincronias utilizando a curva de Pmus,IA. CONCLUSÃO: A Pmus,IA apresentou boa validade, com precisão subótima, para estimar a pressão muscular inspiratória, com desempenho superior à estimativa por meio de PMI. A Pmus,IA também apresentou boa performance para classificar esforço insuficiente ou excessivo. Ademais, em uma amostra com dados simulados, o algoritmo de inteligência artificial apresentou boa acurácia para detectar assincronias paciente-ventiladorINTRODUCTION: Extremes of inspiratory effort during mechanical ventilation are associated with ventilator-induced diaphragmatic dysfunction, and strong efforts lead to lung injury due to high levels of driving pressure in patients with acute respiratory distress syndrome (ARDS). Additionally, patient-ventilator asynchronies are associated with worse clinical outcomes, highlighting the importance of asynchrony detection and ventilatory adjustments to correct them. The current gold-standard to monitor inspiratory muscle pressure (Pmus) during mechanical ventilation is esophageal manometry, an invasive and expensive method. Alternative non-invasive methods have been proposed; however, they lack accuracy and warrant inspiratory or expiratory occlusion maneuvers to be performed (pressure muscle index, PMI, and occlusion pressure, Pocc, respectively). A machine learning algorithm has been recently developed to estimate Pmus during assisted mechanical ventilation. Our aim in this study was to validate estimates of Pmus by the artificial intelligence algorithm (Pmus,AI) against the gold-standard measured with an esophageal balloon (Pmus, esophageal). METHODS: This prospective diagnostic study included adults under assisted mechanical ventilation from two intensive care units at an academic hospital in São Paulo. Pmus,AI and Pmus, esophageal were measured simultaneously during decremental adjustments of pressure support level. Agreement and correlation analyses were performed to compare both methods. Additionally, we evaluated the ability of Pmus,AI to classify insufficient or excessive effort using receiver-operating characteristic (ROC) curves. In a dataset generated with a simulator of the respiratory system (ASL-5000), we evaluated the sensitivity and specificity of patient-ventilator asynchrony detection using Pmus,AI waveform. RESULTS: We included 48 participants presenting Pmus, esophageal between 1.0 and 28.4 cmH2O. Pmus,AI showed strong association with Pmus, esophageal (R2 = 0.92, p < 0.001), and acceptable bias, with suboptimal precision (bias = 0.9 cmH2O, 95% limits of agreement -5.1 6.9 cmH2O). Additionally, Pmus,AI detected insufficient and excessive levels of Pmus, esophageal accurately (AUROC for Pmus, esophageal thresholds of 5 and 15 cmH2O were 0.88 and 0.90, respectively). When compared to other non-invasive methods to estimate Pmus with occlusion maneuvers, Pmus,AI presented better accuracy than Pmus estimated with PMI (R2 = 0.71, p < 0.001; bias = -5.6 cmH2O, 95% limits of agreement -12.4 1.1 cmH2O) and similar performance to Pmus estimated with Pocc (R2 = 0.77, p < 0.001; bias = -0.9 cmH2O, 95% limits of agreement -6.3 4.6 cmH2O). In simulated data with ASL-5000, sensitivity and specificity were higher than 80% for the detection of patient-ventilator asynchronies. CONCLUSION: Pmus,AI presented good validity and suboptimal precision as an estimator of inspiratory muscle pressure, showing better accuracy than PMI. Pmus,AI also presented good performance to classify insufficient of excessive levels of inspiratory effort. Additionally, in a sample using simulated data, the artificial intelligence algorithm presented good accuracy to detect patient-ventilator asynchroniesBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCosta, Eduardo Leite VieiraPlens, Glauco Cabral Marinho2024-12-09info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5150/tde-26082025-152112/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-08-27T15:28:02Zoai:teses.usp.br:tde-26082025-152112Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-08-27T15:28:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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