Estudo da correlação entre posicionamento do disco articular, cabeça da mandíbula, estalo e dor à palpação em pacientes portadores de disfunção temporomandibular avaliados clinicamente e pela ressonância magnética

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Nunes, Thaís Borguezan
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23141/tde-28052013-200102/
Resumo: A Disfunção Temporomandibular (DTM) se refere a várias doenças que envolvem os músculos da mastigação e/ou a articulação temporomandibular (ATM). Ao longo da história, o desenvolvimento de técnicas de imagem possibilitou a avaliação das disfunções intra-articulares. A Ressonância Magnética (RM) é considerada o melhor método de avaliação de imagem para diagnosticar doenças da ATM e o exame mais preciso para detectar a posição do disco articular e visualizar estruturas ósseas, como a cabeça da mandíbula e a fossa mandibular, complementando o exame clínico. A associação entre sinais e sintomas de DTM e achados na RM é controversa na literatura e a correlação entre a posição da cabeça da mandíbula dentro da fossa mandibular e a sintomatologia de pacientes diagnosticados com DTM foi pouco elucidada pelos autores. O objetivo do estudo foi analisar os achados imaginológicos da ressonância magnética quanto à posição da cabeça da mandíbula e quanto à posição do disco articular, verificando sua correlação com os sinais clínicos de estalo e de dor à palpação muscular e articular relatados pelo paciente. Foram analisados 163 prontuários contendo ficha clínica e exame de RM de pacientes com DTM. As fichas clínicas forneceram dados referentes a sinais e sintomas dos pacientes, como presença de estalo e de dor à palpação, e o exame de imagem possibilitou a classificação da posição do disco articular (em posição, deslocado com redução e deslocado sem redução) e da cabeça da mandíbula (concêntrica, posterior e anterior). As variáveis clínicas e imaginológicas foram avaliadas por meio de um método de classificação que proporcionou uma análise dos dados sob o ponto de vista holístico, levando em consideração a situação clínica das duas ATMs do mesmo paciente simultanamente. Os dados obtidos foram analisando usando o teste exato de Fischer. A classificação adotada dificultou a comparação com outros estudos, já que usualmente os autores fazem a somatória das articulações do lado direito e esquerdo, porém é válida por proporcionar uma análise das variáveis clínicas e imaginológicas dentro de um sistema, que é o indivíduo. No estudo, 20,2% dos pacientes eram homens e 79,8% eram mulheres com média de idade de aproximadamente 37 anos. Os pacientes se distribuíram em maior porcentagem quando houve a mesma posição dos discos articulares bilateralmente (65,0%), porém quanto à cabeça da mandíbula, combinações heterogêneas foram observadas em maior quantidade (60,7%). Apenas 19,1% da amostra não possuía estalo e 25,8% apresentavam dor posterior à cápsula articular. Os músculos mais álgicos foram pterigoideo lateral e masseter, já os menos álgicos foram temporal posterior e cervical. A média de dor total muscular e articular (10,56) se mostrou maior do que a média de dor muscular (9,60) nos pacientes. A dor total em pacientes com ausência de dor posterior à cápsula articular foi significativamente menor do que a dor total em pacientes que apresentam dor posterior à cápsula bilateral. Não houve correlação entre a posição do disco articular e da cabeça da mandíbula, nem entre as variáveis clínicas e imaginológicas. A nova metodologia proposta permitiu a observação de que a maioria dos pacientes apresenta discos bilateralmente concordantes quanto à posição e que a presença de artralgia está relacionada à maior quantidade de músculos álgicos à palpação.
id USP_d698da8d087b37d92f6bed4956f540f2
oai_identifier_str oai:teses.usp.br:tde-28052013-200102
network_acronym_str USP
network_name_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
repository_id_str
spelling Estudo da correlação entre posicionamento do disco articular, cabeça da mandíbula, estalo e dor à palpação em pacientes portadores de disfunção temporomandibular avaliados clinicamente e pela ressonância magnéticaStudy of correlation between articular disc position, condyle, clicking and pain on palpation in patients with temporomandibular disorders assessed clinically and by magnetic resonance imagingCabeça da MandíbulaCondyleDisco deslocadoDisfunção temporomandibularDisplaced discDor à palpaçãoMagnetic resonance imagingPain on palpationRessonância magnéticaTemporomandibular disorderA Disfunção Temporomandibular (DTM) se refere a várias doenças que envolvem os músculos da mastigação e/ou a articulação temporomandibular (ATM). Ao longo da história, o desenvolvimento de técnicas de imagem possibilitou a avaliação das disfunções intra-articulares. A Ressonância Magnética (RM) é considerada o melhor método de avaliação de imagem para diagnosticar doenças da ATM e o exame mais preciso para detectar a posição do disco articular e visualizar estruturas ósseas, como a cabeça da mandíbula e a fossa mandibular, complementando o exame clínico. A associação entre sinais e sintomas de DTM e achados na RM é controversa na literatura e a correlação entre a posição da cabeça da mandíbula dentro da fossa mandibular e a sintomatologia de pacientes diagnosticados com DTM foi pouco elucidada pelos autores. O objetivo do estudo foi analisar os achados imaginológicos da ressonância magnética quanto à posição da cabeça da mandíbula e quanto à posição do disco articular, verificando sua correlação com os sinais clínicos de estalo e de dor à palpação muscular e articular relatados pelo paciente. Foram analisados 163 prontuários contendo ficha clínica e exame de RM de pacientes com DTM. As fichas clínicas forneceram dados referentes a sinais e sintomas dos pacientes, como presença de estalo e de dor à palpação, e o exame de imagem possibilitou a classificação da posição do disco articular (em posição, deslocado com redução e deslocado sem redução) e da cabeça da mandíbula (concêntrica, posterior e anterior). As variáveis clínicas e imaginológicas foram avaliadas por meio de um método de classificação que proporcionou uma análise dos dados sob o ponto de vista holístico, levando em consideração a situação clínica das duas ATMs do mesmo paciente simultanamente. Os dados obtidos foram analisando usando o teste exato de Fischer. A classificação adotada dificultou a comparação com outros estudos, já que usualmente os autores fazem a somatória das articulações do lado direito e esquerdo, porém é válida por proporcionar uma análise das variáveis clínicas e imaginológicas dentro de um sistema, que é o indivíduo. No estudo, 20,2% dos pacientes eram homens e 79,8% eram mulheres com média de idade de aproximadamente 37 anos. Os pacientes se distribuíram em maior porcentagem quando houve a mesma posição dos discos articulares bilateralmente (65,0%), porém quanto à cabeça da mandíbula, combinações heterogêneas foram observadas em maior quantidade (60,7%). Apenas 19,1% da amostra não possuía estalo e 25,8% apresentavam dor posterior à cápsula articular. Os músculos mais álgicos foram pterigoideo lateral e masseter, já os menos álgicos foram temporal posterior e cervical. A média de dor total muscular e articular (10,56) se mostrou maior do que a média de dor muscular (9,60) nos pacientes. A dor total em pacientes com ausência de dor posterior à cápsula articular foi significativamente menor do que a dor total em pacientes que apresentam dor posterior à cápsula bilateral. Não houve correlação entre a posição do disco articular e da cabeça da mandíbula, nem entre as variáveis clínicas e imaginológicas. A nova metodologia proposta permitiu a observação de que a maioria dos pacientes apresenta discos bilateralmente concordantes quanto à posição e que a presença de artralgia está relacionada à maior quantidade de músculos álgicos à palpação.Temporomandibular Disorder (TMD) refers to various diseases involving masticatory muscles and/or temporomandibular joint (TMJ). Throughout history, the development of imaging techniques enabled the evaluation of intra-articular disorders. Magnetic resonance imaging (MRI) is considered the best method for evaluating image to diagnose TMJ diseases and most accurate test to detect the position of the articular disc and display bone structures as the condyle and glenoid fossa, complementing the clinical examination. The association between signs and symptoms of TMD and MRI findings in the literature is controversial and the correlation between the position of the condyle within the fossa and symptoms of patients diagnosed with TMD was somewhat elucidated by the authors. The aim of the study was to analyze the findings of magnetic resonance imaging as the position of the condyle (posterior, anterior or concentric) and on the position of the articular disc (in position, displaced with or without reduction), verifying its correlation with clinical signs clicking and pain on palpation of muscle and joint reported by the patient. We analyzed 163 records containing medical records and MRI in patients with TMD. The medical records provided data for signs and symptoms of patients such as presence of clicking and pain on palpation, and imaging examination allowed the classification of the position of the articular disc (in position, displaced with reduction and displaced without reduction) and condyle (concentric, posterior and anterior). The clinical and imaging procedures were evaluated using a grading method that provided an analysis of the data under the holistic point of view, taking into account the clinical condition of the two TMJs of the same patient. Data were analyzed using the Fisher exact test. The classification adopted it was difficult to compare with other studies, since usually the authors make the sum of the joints of the right and left side, however it is valid for providing an analysis of clinical and imaging procedures within a system, that is the individual. In the study, 20.2% were men and 79.8% were women with a mean age of approximately 37 years. The patients were divided into greater percentage when there was the same position of the articular disc bilaterally (65.0%), but as condyle heterogeneous combinations were observed in greater amounts (60.7%). Only 19.1% of the sample had no clicking and 25.8% had joint pain. The muscles more algesic were lateral pterygoid and masseter muscles, the less pain conditions were already temporal posterior and cervical. The average overall muscle and joint pain (10.56) was larger than the average muscle pain (9.60) in patients. The total pain in patients with no joint pain was significantly lower than the total pain in patients with bilateral joint pain. There was no correlation between the position of the articular disc and the condyle, or between clinical and imaging procedures. The new methodology allowed the observation that the majority of patients have bilateral agreement discs considering the position and the presence of arthralgia is closely related to the amount of muscles on palpation pain conditions.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPWitzel, Andréa LusvarghiNunes, Thaís Borguezan2013-03-11info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23141/tde-28052013-200102/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-10-09T13:16:04Zoai:teses.usp.br:tde-28052013-200102Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-10-09T13:16:04Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
dc.title.none.fl_str_mv Estudo da correlação entre posicionamento do disco articular, cabeça da mandíbula, estalo e dor à palpação em pacientes portadores de disfunção temporomandibular avaliados clinicamente e pela ressonância magnética
Study of correlation between articular disc position, condyle, clicking and pain on palpation in patients with temporomandibular disorders assessed clinically and by magnetic resonance imaging
title Estudo da correlação entre posicionamento do disco articular, cabeça da mandíbula, estalo e dor à palpação em pacientes portadores de disfunção temporomandibular avaliados clinicamente e pela ressonância magnética
spellingShingle Estudo da correlação entre posicionamento do disco articular, cabeça da mandíbula, estalo e dor à palpação em pacientes portadores de disfunção temporomandibular avaliados clinicamente e pela ressonância magnética
Nunes, Thaís Borguezan
Cabeça da Mandíbula
Condyle
Disco deslocado
Disfunção temporomandibular
Displaced disc
Dor à palpação
Magnetic resonance imaging
Pain on palpation
Ressonância magnética
Temporomandibular disorder
title_short Estudo da correlação entre posicionamento do disco articular, cabeça da mandíbula, estalo e dor à palpação em pacientes portadores de disfunção temporomandibular avaliados clinicamente e pela ressonância magnética
title_full Estudo da correlação entre posicionamento do disco articular, cabeça da mandíbula, estalo e dor à palpação em pacientes portadores de disfunção temporomandibular avaliados clinicamente e pela ressonância magnética
title_fullStr Estudo da correlação entre posicionamento do disco articular, cabeça da mandíbula, estalo e dor à palpação em pacientes portadores de disfunção temporomandibular avaliados clinicamente e pela ressonância magnética
title_full_unstemmed Estudo da correlação entre posicionamento do disco articular, cabeça da mandíbula, estalo e dor à palpação em pacientes portadores de disfunção temporomandibular avaliados clinicamente e pela ressonância magnética
title_sort Estudo da correlação entre posicionamento do disco articular, cabeça da mandíbula, estalo e dor à palpação em pacientes portadores de disfunção temporomandibular avaliados clinicamente e pela ressonância magnética
author Nunes, Thaís Borguezan
author_facet Nunes, Thaís Borguezan
author_role author
dc.contributor.none.fl_str_mv Witzel, Andréa Lusvarghi
dc.contributor.author.fl_str_mv Nunes, Thaís Borguezan
dc.subject.por.fl_str_mv Cabeça da Mandíbula
Condyle
Disco deslocado
Disfunção temporomandibular
Displaced disc
Dor à palpação
Magnetic resonance imaging
Pain on palpation
Ressonância magnética
Temporomandibular disorder
topic Cabeça da Mandíbula
Condyle
Disco deslocado
Disfunção temporomandibular
Displaced disc
Dor à palpação
Magnetic resonance imaging
Pain on palpation
Ressonância magnética
Temporomandibular disorder
description A Disfunção Temporomandibular (DTM) se refere a várias doenças que envolvem os músculos da mastigação e/ou a articulação temporomandibular (ATM). Ao longo da história, o desenvolvimento de técnicas de imagem possibilitou a avaliação das disfunções intra-articulares. A Ressonância Magnética (RM) é considerada o melhor método de avaliação de imagem para diagnosticar doenças da ATM e o exame mais preciso para detectar a posição do disco articular e visualizar estruturas ósseas, como a cabeça da mandíbula e a fossa mandibular, complementando o exame clínico. A associação entre sinais e sintomas de DTM e achados na RM é controversa na literatura e a correlação entre a posição da cabeça da mandíbula dentro da fossa mandibular e a sintomatologia de pacientes diagnosticados com DTM foi pouco elucidada pelos autores. O objetivo do estudo foi analisar os achados imaginológicos da ressonância magnética quanto à posição da cabeça da mandíbula e quanto à posição do disco articular, verificando sua correlação com os sinais clínicos de estalo e de dor à palpação muscular e articular relatados pelo paciente. Foram analisados 163 prontuários contendo ficha clínica e exame de RM de pacientes com DTM. As fichas clínicas forneceram dados referentes a sinais e sintomas dos pacientes, como presença de estalo e de dor à palpação, e o exame de imagem possibilitou a classificação da posição do disco articular (em posição, deslocado com redução e deslocado sem redução) e da cabeça da mandíbula (concêntrica, posterior e anterior). As variáveis clínicas e imaginológicas foram avaliadas por meio de um método de classificação que proporcionou uma análise dos dados sob o ponto de vista holístico, levando em consideração a situação clínica das duas ATMs do mesmo paciente simultanamente. Os dados obtidos foram analisando usando o teste exato de Fischer. A classificação adotada dificultou a comparação com outros estudos, já que usualmente os autores fazem a somatória das articulações do lado direito e esquerdo, porém é válida por proporcionar uma análise das variáveis clínicas e imaginológicas dentro de um sistema, que é o indivíduo. No estudo, 20,2% dos pacientes eram homens e 79,8% eram mulheres com média de idade de aproximadamente 37 anos. Os pacientes se distribuíram em maior porcentagem quando houve a mesma posição dos discos articulares bilateralmente (65,0%), porém quanto à cabeça da mandíbula, combinações heterogêneas foram observadas em maior quantidade (60,7%). Apenas 19,1% da amostra não possuía estalo e 25,8% apresentavam dor posterior à cápsula articular. Os músculos mais álgicos foram pterigoideo lateral e masseter, já os menos álgicos foram temporal posterior e cervical. A média de dor total muscular e articular (10,56) se mostrou maior do que a média de dor muscular (9,60) nos pacientes. A dor total em pacientes com ausência de dor posterior à cápsula articular foi significativamente menor do que a dor total em pacientes que apresentam dor posterior à cápsula bilateral. Não houve correlação entre a posição do disco articular e da cabeça da mandíbula, nem entre as variáveis clínicas e imaginológicas. A nova metodologia proposta permitiu a observação de que a maioria dos pacientes apresenta discos bilateralmente concordantes quanto à posição e que a presença de artralgia está relacionada à maior quantidade de músculos álgicos à palpação.
publishDate 2013
dc.date.none.fl_str_mv 2013-03-11
dc.type.status.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/publishedVersion
dc.type.driver.fl_str_mv info:eu-repo/semantics/masterThesis
format masterThesis
status_str publishedVersion
dc.identifier.uri.fl_str_mv http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23141/tde-28052013-200102/
url http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23141/tde-28052013-200102/
dc.language.iso.fl_str_mv por
language por
dc.relation.none.fl_str_mv
dc.rights.driver.fl_str_mv Liberar o conteúdo para acesso público.
info:eu-repo/semantics/openAccess
rights_invalid_str_mv Liberar o conteúdo para acesso público.
eu_rights_str_mv openAccess
dc.format.none.fl_str_mv application/pdf
dc.coverage.none.fl_str_mv
dc.publisher.none.fl_str_mv Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
publisher.none.fl_str_mv Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
dc.source.none.fl_str_mv
reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
instname:Universidade de São Paulo (USP)
instacron:USP
instname_str Universidade de São Paulo (USP)
instacron_str USP
institution USP
reponame_str Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
collection Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
repository.name.fl_str_mv Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)
repository.mail.fl_str_mv virginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.br
_version_ 1818279238647676928