| Ano de defesa: | 2024 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo Escola de Comunicações e Artes |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/27/27162/tde-22012025-113135/ |
Resumo: | Esta tese, Dramaturgias promíscuas: Da prosa de Marcelino Freire à cena do Coletivo Angu de Teatro, investiga a contribuição do Coletivo Angu de Teatro para a renovação do teatro no Recife através da encenação de textos do escritor Marcelino Freire. A hipótese central é que, ao incorporar elementos do teatro contemporâneo e abordar questões cruciais da sociedade brasileira, o grupo estabeleceu uma nova linguagem cênica, denominada dramaturgias promíscuas, e consolidou o Recife como polo de renovação teatral no século 21. A pesquisa se baseia na análise de três espetáculos - Angu de sangue (2004), Rasif: mar que arrebenta (2008) e Ossos (2016) - e em um arcabouço teórico interdisciplinar. As perguntas norteadoras são: (1) Como o Coletivo Angu de Teatro incorporou elementos do teatro contemporâneo em suas encenações? (2) De que forma as dramaturgias promíscuas abordam questões sociais e políticas relevantes? (3) Qual o impacto do trabalho do Coletivo Angu na cena teatral do Recife e do Brasil? Ao refletir sobre temas como identidade, poder, violência e marginalização, a tese busca iluminar o potencial transformador das artes cênicas e contribuir para o debate sobre as dinâmicas entre arte, sociedade e política. Conclui-se que o Coletivo Angu desempenhou um papel pioneiro na criação de novas linguagens teatrais e na abordagem de questões sociais urgentes, oferecendo uma perspectiva inovadora sobre a cena contemporânea brasileira. |
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Esta tese, Dramaturgias promíscuas: Da prosa de Marcelino Freire à cena do Coletivo Angu de Teatro, investiga a contribuição do Coletivo Angu de Teatro para a renovação do teatro no Recife através da encenação de textos do escritor Marcelino Freire. A hipótese central é que, ao incorporar elementos do teatro contemporâneo e abordar questões cruciais da sociedade brasileira, o grupo estabeleceu uma nova linguagem cênica, denominada dramaturgias promíscuas, e consolidou o Recife como polo de renovação teatral no século 21. A pesquisa se baseia na análise de três espetáculos - Angu de sangue (2004), Rasif: mar que arrebenta (2008) e Ossos (2016) - e em um arcabouço teórico interdisciplinar. As perguntas norteadoras são: (1) Como o Coletivo Angu de Teatro incorporou elementos do teatro contemporâneo em suas encenações? (2) De que forma as dramaturgias promíscuas abordam questões sociais e políticas relevantes? (3) Qual o impacto do trabalho do Coletivo Angu na cena teatral do Recife e do Brasil? Ao refletir sobre temas como identidade, poder, violência e marginalização, a tese busca iluminar o potencial transformador das artes cênicas e contribuir para o debate sobre as dinâmicas entre arte, sociedade e política. Conclui-se que o Coletivo Angu desempenhou um papel pioneiro na criação de novas linguagens teatrais e na abordagem de questões sociais urgentes, oferecendo uma perspectiva inovadora sobre a cena contemporânea brasileira. |
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