Avaliação longitudinal da reabertura de espaços de extração após o tratamento ortodôntico da má oclusão de Classe I

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Bressane, Larissa Borges
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25144/tde-05042013-154547/
Resumo: Com o objetivo de contribuir com a literatura acerca da prevalência e etiologia da reabertura de espaços de extrações após o tratamento ortodôntico, o presente trabalho se propôs a: verificar a prevalência em casos de má oclusão de Classe I tratados com extrações de quatro primeiros pré-molares; identificar o arco de maior ocorrência; avaliar o comportamento desses espaços no período de 1 e 5 anos póstratamento; verificar a associação com fatores como a quantidade de apinhamento anteroinferior, quantidade de retração dos incisivos inferiores e angulação entre coroas de caninos e segundos pré-molares ao final do tratamento. A amostra deste estudo longitudinal foi composta por documentações ortodônticas de 54 indivíduos tratados na clínica de Ortodontia da Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo. A amostra foi dividida em dois grupos: Grupo 1, composto por casos em que houve a reabertura de espaços de extração no período pós-tratamento; e Grupo 2, composto por casos em que não houve a reabertura de espaços. Os modelos foram digitalizados mediante um scanner 3Shape R700 3D (3Shape A/S,Copenhagen, Dinamarca), e mensurados através do software OrthoAnalyzerTM 3D. A mensuração da quantidade de retração dos incisivos inferiores durante o tratamento foi realizada através das telerradiografias inicias e finais, utilizando o programa Dolphin®Imaging 11.5 (Chatsworth, CA, EUA). As alterações interfases dos espaços foram avaliadas por meio do teste de Friedman e o teste de McNemar. O teste t independente foi utilizado para a comparação intergrupos. Todos os testes estatísticos utilizaram o nível de significância de p<0,05. Os resultados mostraram que 33,33% da amostra apresentou reabertura de espaços de extração, com prevalência maior no arco superior. Houve tendência de fechamento dos espaços no período de 5 anos pós-tratamento. O grupo com reabertura apresentou menor apinhamento inicial e maior quantidade de retração dos incisivos inferiores durante o tratamento. Não houve diferença entre os grupos quanto à angulação final de caninos e segundos pré-molares.
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A amostra deste estudo longitudinal foi composta por documentações ortodônticas de 54 indivíduos tratados na clínica de Ortodontia da Faculdade de Odontologia de Bauru, Universidade de São Paulo. A amostra foi dividida em dois grupos: Grupo 1, composto por casos em que houve a reabertura de espaços de extração no período pós-tratamento; e Grupo 2, composto por casos em que não houve a reabertura de espaços. Os modelos foram digitalizados mediante um scanner 3Shape R700 3D (3Shape A/S,Copenhagen, Dinamarca), e mensurados através do software OrthoAnalyzerTM 3D. A mensuração da quantidade de retração dos incisivos inferiores durante o tratamento foi realizada através das telerradiografias inicias e finais, utilizando o programa Dolphin®Imaging 11.5 (Chatsworth, CA, EUA). As alterações interfases dos espaços foram avaliadas por meio do teste de Friedman e o teste de McNemar. O teste t independente foi utilizado para a comparação intergrupos. Todos os testes estatísticos utilizaram o nível de significância de p<0,05. Os resultados mostraram que 33,33% da amostra apresentou reabertura de espaços de extração, com prevalência maior no arco superior. Houve tendência de fechamento dos espaços no período de 5 anos pós-tratamento. O grupo com reabertura apresentou menor apinhamento inicial e maior quantidade de retração dos incisivos inferiores durante o tratamento. Não houve diferença entre os grupos quanto à angulação final de caninos e segundos pré-molares.In order to contribute with orthodontic literature upon extraction space reopening prevalence and etiology, this studys aim is: to verify the prevalence of extraction space reopening after orthodontic treatment of Class I malocclusion with four first premolar extractions; to identify the arch with higher occurrence; to evaluate the space changes in 1 and 5 years after treatment; to seek for associations with other clinical aspects such as initial mandibular crowding, amount of mandibular incisors retraction during treatment and angulation between canines and second premolars crowns. The sample of this long-term study comprised orthodontic records of 54 patients, who were treated in the clinic of Orthodontics of Bauru Dental School University of Sao Paulo. This sample was divided into two groups: Group 1, consisted of at least one extraction space reopening and group 2, without space reopening. The casts were digitalized by a 3D 3Shape R700 scanner (3Shape A/S,Copenhagen, Denmark) and measured on OrthoAnalyzerTM 3D software. Initial and final cephalometric radiographs were analyzed using Dolphin®Imaging 11.5 (Chatsworth, CA, USA) to measure the amount of mandibular incisors retraction during treatment. Quantitative changes of extraction sites over time were compared by Friedmans test and qualitative changes by McNemars test. T tests were used to compare the groups. The significance level for all statistics tests was p <0.05. Results showed that 33.33% of the complete sample demonstrated space reopening in the posttreatment period, with higher prevalence in the maxillary arch. The amount and frequency of the spaces tended to decrease 5 years after the end of treatment. Patients with space reopening had less initial anterior crowding and an increased amount of mandibular incisor retraction during treatment. Final neighboring tooth angulations were similar in both groups.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCarreira, Daniela Gamba GaribBressane, Larissa Borges2013-02-04info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25144/tde-05042013-154547/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-08-12T12:31:02Zoai:teses.usp.br:tde-05042013-154547Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-08-12T12:31:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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