Do apagamento à ribalta: estratégias de visibilidade e atuação em teatro de mulheres negras da Argentina e do Brasil

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2025
Autor(a) principal: Santos, Eliane Weinfurter dos
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8161/tde-08122025-182827/
Resumo: Essa tese examina as experiências e as estratégias de atuação em teatro de mulheres negras do Brasil e da Argentina, no início do século XXI, para superar barreiras impostas pelos racismos e pelas discriminações de gênero e classe. Além destes fatores, na Argentina, as mulheres negras, e os homens, ainda lidam, cotidianamente, com o apagamento de suas existências ratificado pelo discurso de que todas as pessoas negras morreram nas guerras, sobretudo as dos século XVIII e XIX e pela epidemia de febre amarela. A experiência negra argentina inclui os racismos e a invisibilização. Da Argentina, o grupo de teatro estudado é o - TES Teatro en Sepia - formado por afro-argentinas e dirigido por Alejandra Egídio, afro-cubana. O TES iniciou suas atividades com o espetáculo Calunga Andumba, em 2010. A dramaturgia foi escrita na década de 1970 pelas irmãs Suzana e Carmen Platero que, à época, criaram o Comedia Negra com o objetivo de reconstituir a história negra argentina de forma não estereotipada. Do Brasil, o grupo escolhido para compor os estudos foi O Poste Soluções Luminosas, de Recife-Pernambuco, formado por duas mulheres pretas e um homem preto. Em 2024, o coletivo completou 20 anos de existência e resistência
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