Crescimento e produtividade de cultivares de soja sob duas densidades de plantas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2026
Autor(a) principal: Bruneli, Laís Viana
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo
Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11136/tde-06052026-151605/
Resumo: O crescimento e a produtividade de cultivares de soja resultam da interação entre o potencial genético dos genótipos e a densidade de plantas, que condiciona a dinâmica de crescimento, o aproveitamento de recursos e a formação do rendimento. Este estudo analisou os efeitos do arranjo espacial sobre o crescimento e produtividade de cultivares de soja representativas de diferentes épocas de lançamento, avaliadas sob duas densidades de plantas, com foco nas respostas arquitetônicas e nos mecanismos de compensação associados ao arranjo espacial. O experimento seguiu Delineamento em Blocos Casualizados (DBC), em esquema de parcelas subdivididas, com nove cultivares nas parcelas principais e duas densidades nas subparcelas. Foram avaliados atributos de crescimento, arquitetura do dossel, biometria e componentes de produtividade em estádios fenológicos. As cultivares apresentaram respostas contrastantes ao adensamento, o que evidenciou variabilidade genética na capacidade de ajuste estrutural do dossel. Nos estádios iniciais do período reprodutivo, o aumento da densidade promoveu alterações na arquitetura das plantas, com variação dependente do genótipo, com destaque para o índice de área foliar. Apesar das diferenças morfológicas observadas, a produtividade de grãos manteve estabilidade entre densidades para a maioria das cultivares, o que indica atuação de mecanismos de compensação. A plasticidade fenotípica da soja permite adaptação a variações no arranjo espacial e necessitam de ajuste de densidade conforme o perfil de cada cultivar, como estratégia para otimizar o manejo agronômico e reduzir custos de implantação sem perdas produtivas.
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