Desemulsificação de águas residuárias de indústrias de refino de óleo lubrificante: estudo de caso.
| Ano de defesa: | 1997 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3147/tde-20012025-151119/ |
Resumo: | O presente trabalho foi desenvolvido com o objetivo de avaliar a coagulação, floculação e separação de fases por gravidade ou flotação com ar dissolvido, como alternativa de tratamento de águas residuárias de indústrias de refino de óleo lubrificante. Foram realizados teste em escala de bancada, utilizando-se aparelho de \"jar test\", variando-se, inicialmente, os valores de pH e dosagem de coagulante, para várias características do despejo bruto. Os melhores resultados , em termos de remoção de material solúvel em n-hexano, Demanda Química de Oxigênio e sólidos totais voláteis foram obtidos em pH de floculação de 4,0 e 5,0. Verificou-se que aumentando a concentração de material solúvel em n-hexano do despejo bruto, aumentava a dosagem de coagulante requerida, até um determinado valor (9000mg/L), a partir do qual a dosagem permanecia relativamente constante. A trilogia dosagem de coagulante, material solúvel em n-hexano do despejo bruto e eficiência de remoção foi correlacionada estatísticamente. O processo de coagulação e floculação em emulsões funciona de uma forma diferenciada da usual. O princípio básico consiste na quebra da emulsão pela acidulação do despejo, seguida pela formação de precipitados de ferro, onde são absorvidas as gotículas de óleo, em agitação moderada e finalmente, separação de fases. A flotação com ar dissolvido não trouxe vantagens significativas ao processo, quando comparadas à separação de fases por gravidade. |
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