Produção de carotenóides a partir de bagaço de cana-de-açúcar por Rhodotorula glutinis CCT-2186.
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/97/97140/tde-12122024-113132/ |
Resumo: | A produção de biopigmentos, particularmente carotenoides, a partir de matérias-primas não alimentares, como biomassa lignocelulósica e diferentes resíduos da agroindústria, tem o potencial de fortalecer as biorrefinarias. Este trabalho teve como objetivo apoiar o desenvolvimento de um novo processo de produção de carotenoides por Rhodotorula glutinis CCT-2186 cultivado em hidrolisados obtidos a partir de biomassa lignocelulósica na etapa de fermentação. A principal ideia por trás desta proposta é que ela poderia levar a uma maneira sustentável de produzir esses compostos de alto valor agregado, com o potencial de reduzir os custos de produção. Primeiramente, o bagaço de cana-de-açúcar foi pré-tratado com hidróxido de sódio, sendo escolhidas diferentes concentrações de sólidos totais (10, 15 e 20 %TS) para a remoção da lignina e retenção de carboidratos na biomassa. Cada amostra pré-tratada foi levada para hidrólise enzimática, comparando a influência na concentração de sólidos totais (5 e 10%) com uma carga enzimática de 10 FPUg-1 de biomassa seca. Da mesma forma, o hidrolisado de bagaço de cana-de-açúcar obtido foi levado à fermentação para avaliar seu potencial na produção de carotenoides por R. glutinis CCT-2186. O pré-tratamento alcalino levou a uma deslignificação máxima de 81,97% e reteve 90,77 e 61,36% de celulose e hemicelulose, respectivamente, quando 20% dos sólidos totais foram utilizados na etapa de pré-tratamento. A biomassa recuperada apresentou rendimento máximo de sacarificação de 93,10% para celulose e 78,07% para hemicelulose, após 72 h de hidrólise enzimática. Posteriormente, foram realizados testes de fermentação para avaliar a produção de carotenoides em meio sintético, a partir de diferentes concentrações de glicose e xilose como fontes de carbono, concomitantemente a suplementação de peptona, farelo de arroz e farelo de soja como fontes de nitrogênio. Após isso, o hidrolisado de bagaço de cana-de-açúcar foi avaliado como fonte de carbono para a produção de carotenoides, suplementado com peptona e farelo de soja. Os resultados mostraram a maior produção de carotenoides usando uma concentração inicial de 10 gL-1 de açúcares redutores totais no meio de cultura. A recuperação máxima de carotenoides em meio sintético foi de 128,43 mgL-1 usando glicose após 72 horas de fermentação. Posteriormente, o delineamento fatorial 22 avaliando a concentração dos hidrolisados de bagaço de cana-de-açúcar e farelo de soja em dois níveis, visando a máxima produção de carotenoides totais, indicou que níveis mais baixos de farelo de soja no meio de cultivo aumentam o rendimento de carotenoides, enquanto a concentração do hidrolisado de bagaço não resulto significativa, alcançando até 117,52 mgL-1 de carotenoides totais quando suplementados com 10 gL-1 de hidrolisado de bagaço de cana-de-açúcar e 15% (v/v) de hidrolisado de farelo de soja, após 72 horas de fermentação. Finalmente, as propriedades antioxidantes e antimicrobianas desses extratos de carotenoides, produzidos no meio hidrolisado (bagaço de cana-de-açúcar + farelo de soja), foram confirmadas por meio dos ensaios ABTS e pela técnica de difusão em disco, respectivamente. |
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Produção de carotenóides a partir de bagaço de cana-de-açúcar por Rhodotorula glutinis CCT-2186.Carotenoids production by Rhodotorula glutinis CCT-2186 from sugarcane bagasseBagaço de cana-de-açúcarCarotenoidesCarotenoidsEnzymatic hydrolysisHidrólise enzimáticaPré-tratamentoPretreatmentRhodotorula glutinisRhodotorula glutinisSugarcane bagasseA produção de biopigmentos, particularmente carotenoides, a partir de matérias-primas não alimentares, como biomassa lignocelulósica e diferentes resíduos da agroindústria, tem o potencial de fortalecer as biorrefinarias. Este trabalho teve como objetivo apoiar o desenvolvimento de um novo processo de produção de carotenoides por Rhodotorula glutinis CCT-2186 cultivado em hidrolisados obtidos a partir de biomassa lignocelulósica na etapa de fermentação. A principal ideia por trás desta proposta é que ela poderia levar a uma maneira sustentável de produzir esses compostos de alto valor agregado, com o potencial de reduzir os custos de produção. Primeiramente, o bagaço de cana-de-açúcar foi pré-tratado com hidróxido de sódio, sendo escolhidas diferentes concentrações de sólidos totais (10, 15 e 20 %TS) para a remoção da lignina e retenção de carboidratos na biomassa. Cada amostra pré-tratada foi levada para hidrólise enzimática, comparando a influência na concentração de sólidos totais (5 e 10%) com uma carga enzimática de 10 FPUg-1 de biomassa seca. Da mesma forma, o hidrolisado de bagaço de cana-de-açúcar obtido foi levado à fermentação para avaliar seu potencial na produção de carotenoides por R. glutinis CCT-2186. O pré-tratamento alcalino levou a uma deslignificação máxima de 81,97% e reteve 90,77 e 61,36% de celulose e hemicelulose, respectivamente, quando 20% dos sólidos totais foram utilizados na etapa de pré-tratamento. A biomassa recuperada apresentou rendimento máximo de sacarificação de 93,10% para celulose e 78,07% para hemicelulose, após 72 h de hidrólise enzimática. Posteriormente, foram realizados testes de fermentação para avaliar a produção de carotenoides em meio sintético, a partir de diferentes concentrações de glicose e xilose como fontes de carbono, concomitantemente a suplementação de peptona, farelo de arroz e farelo de soja como fontes de nitrogênio. Após isso, o hidrolisado de bagaço de cana-de-açúcar foi avaliado como fonte de carbono para a produção de carotenoides, suplementado com peptona e farelo de soja. Os resultados mostraram a maior produção de carotenoides usando uma concentração inicial de 10 gL-1 de açúcares redutores totais no meio de cultura. A recuperação máxima de carotenoides em meio sintético foi de 128,43 mgL-1 usando glicose após 72 horas de fermentação. Posteriormente, o delineamento fatorial 22 avaliando a concentração dos hidrolisados de bagaço de cana-de-açúcar e farelo de soja em dois níveis, visando a máxima produção de carotenoides totais, indicou que níveis mais baixos de farelo de soja no meio de cultivo aumentam o rendimento de carotenoides, enquanto a concentração do hidrolisado de bagaço não resulto significativa, alcançando até 117,52 mgL-1 de carotenoides totais quando suplementados com 10 gL-1 de hidrolisado de bagaço de cana-de-açúcar e 15% (v/v) de hidrolisado de farelo de soja, após 72 horas de fermentação. Finalmente, as propriedades antioxidantes e antimicrobianas desses extratos de carotenoides, produzidos no meio hidrolisado (bagaço de cana-de-açúcar + farelo de soja), foram confirmadas por meio dos ensaios ABTS e pela técnica de difusão em disco, respectivamente.Biopigments production, particularly carotenoids, from non-food raw materials such as lignocellulosic biomass and different residues from the agroindustry, has the potential to strengthen the biorefineries. This work aimed to support the development of a new process for carotenoids production by Rhodotorula glutinis CCT-2186 growing on hydrolysates obtained from lignocellulosic biomass in fermentation step. The primary idea behind this proposal that it could lead to a sustainable way to produce these high value-added compounds. Firstly, sugarcane bagasse was pretreated with sodium hydroxide, using different total solids concentrations (10%, 15%, and 20% TS) to remove lignin, with the aim of retaining carbohydrates in the biomass. Each pretreated sample was taken to enzymatic hydrolysis, using two total solids concentration (5 and 10%) with an enzymatic loading of 10 FPUg-1 of dry biomass. Likewise, the sugarcane bagasse hydrolysate obtained was taken to fermentation to evaluate its potential in the carotenoids production by R. glutinis CCT-2186. Alkaline pretreatment led to a maximum delignification of 81.97%, and retained 92.34 and 61.36 % of cellulose and hemicellulose, respectively, when 20% of total solids was used in the pretreatment step. The recovered biomass showed a maximum saccharification yield of 90.77% from cellulose and 78.07% form hemicellulose, after 72 h of enzymatic hydrolysis. Subsequently, fermentation tests were performed to evaluate carotenoids production in synthetic medium, from different concentrations of glucose and xylose as carbon sources, concomitantly the supplementation of peptone, rice bran and soybean meal as nitrogen sources. After this, sugarcane bagasse hydrolysate was evaluated as carbon source for carotenoids production, supplemented with peptone and soybean meal hydrolysate. The results showed the highest carotenoids production using an initial concentration of 10 gL-1 of total reducing sugars in the culture medium. The maximum recovery of carotenoids in synthetic medium was 128.43 mgL-1 using glucose after 72 h of fermentation. Subsequently, a 2² factorial design was employed to evaluate the concentrations of sugarcane bagasse hydrolysate and soybean meal hydrolysate at two levels, aiming for the maximum production of total carotenoids. The results indicated that lower levels of soybean meal in the culture medium increased carotenoid yield, while the concentration of sugarcane bagasse did not show a significant effect. A total carotenoid production of up to 117.52 mg/L was achieved when the medium was supplemented with 10 g/L of sugarcane bagasse hydrolysate and 15% (v/v) soybean meal hydrolysate, after 72 hours of fermentation. Finally, the antioxidant and antimicrobial properties of these carotenoid extracts, produced in the hydrolyzed medium (sugarcane bagasse hydrolysate + soybean meal hydrolysate), were confirmed through ABTS assays and the disk diffusion technique, respectively.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPKumar, AnujRuiz, Erick Diaz2024-07-18info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/97/97140/tde-12122024-113132/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-12-12T13:35:02Zoai:teses.usp.br:tde-12122024-113132Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-12-12T13:35:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A produção de biopigmentos, particularmente carotenoides, a partir de matérias-primas não alimentares, como biomassa lignocelulósica e diferentes resíduos da agroindústria, tem o potencial de fortalecer as biorrefinarias. Este trabalho teve como objetivo apoiar o desenvolvimento de um novo processo de produção de carotenoides por Rhodotorula glutinis CCT-2186 cultivado em hidrolisados obtidos a partir de biomassa lignocelulósica na etapa de fermentação. A principal ideia por trás desta proposta é que ela poderia levar a uma maneira sustentável de produzir esses compostos de alto valor agregado, com o potencial de reduzir os custos de produção. Primeiramente, o bagaço de cana-de-açúcar foi pré-tratado com hidróxido de sódio, sendo escolhidas diferentes concentrações de sólidos totais (10, 15 e 20 %TS) para a remoção da lignina e retenção de carboidratos na biomassa. Cada amostra pré-tratada foi levada para hidrólise enzimática, comparando a influência na concentração de sólidos totais (5 e 10%) com uma carga enzimática de 10 FPUg-1 de biomassa seca. Da mesma forma, o hidrolisado de bagaço de cana-de-açúcar obtido foi levado à fermentação para avaliar seu potencial na produção de carotenoides por R. glutinis CCT-2186. O pré-tratamento alcalino levou a uma deslignificação máxima de 81,97% e reteve 90,77 e 61,36% de celulose e hemicelulose, respectivamente, quando 20% dos sólidos totais foram utilizados na etapa de pré-tratamento. A biomassa recuperada apresentou rendimento máximo de sacarificação de 93,10% para celulose e 78,07% para hemicelulose, após 72 h de hidrólise enzimática. Posteriormente, foram realizados testes de fermentação para avaliar a produção de carotenoides em meio sintético, a partir de diferentes concentrações de glicose e xilose como fontes de carbono, concomitantemente a suplementação de peptona, farelo de arroz e farelo de soja como fontes de nitrogênio. Após isso, o hidrolisado de bagaço de cana-de-açúcar foi avaliado como fonte de carbono para a produção de carotenoides, suplementado com peptona e farelo de soja. Os resultados mostraram a maior produção de carotenoides usando uma concentração inicial de 10 gL-1 de açúcares redutores totais no meio de cultura. A recuperação máxima de carotenoides em meio sintético foi de 128,43 mgL-1 usando glicose após 72 horas de fermentação. Posteriormente, o delineamento fatorial 22 avaliando a concentração dos hidrolisados de bagaço de cana-de-açúcar e farelo de soja em dois níveis, visando a máxima produção de carotenoides totais, indicou que níveis mais baixos de farelo de soja no meio de cultivo aumentam o rendimento de carotenoides, enquanto a concentração do hidrolisado de bagaço não resulto significativa, alcançando até 117,52 mgL-1 de carotenoides totais quando suplementados com 10 gL-1 de hidrolisado de bagaço de cana-de-açúcar e 15% (v/v) de hidrolisado de farelo de soja, após 72 horas de fermentação. Finalmente, as propriedades antioxidantes e antimicrobianas desses extratos de carotenoides, produzidos no meio hidrolisado (bagaço de cana-de-açúcar + farelo de soja), foram confirmadas por meio dos ensaios ABTS e pela técnica de difusão em disco, respectivamente. |
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