Estudos de metabolismo e inibição enzimática in vitro de moléculas hidrofóbicas: avaliação de um produto natural e um complexo de rutênio

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Martins, Júlia
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/60/60137/tde-20092021-194834/
Resumo: As Doenças Tropicais Negligenciadas (DTN) recebem essa denominação por serem doenças de países tropicais em que a maior parte da população é pobre e não tem condições de pagar por um tratamento sofisticado. Devido a isso, a maior parte das farmacêuticas não manifesta interesse em investir em pesquisas para a cura e/ou tratamento dessas doenças. Porém, pesquisadores de diversos países vêm concentrando seus esforços para desenvolver tratamentos para essas doenças. Dentre elas, estão a Doença de Chagas e a leishmaniose, abordadas nesse trabalho, e a duas moléculas promissoras para seu tratamento. Um produto natural (iangambina e seu epímero epi-iangambina, para leishmaniose) e um complexo de rutênio com o ligante 5,6,7,8- tetraidroisoquinolina (THIQ-Ru, para doença de Chagas). Quando uma molécula ou composto apresenta características promissoras para se tornar um candidato a fármaco, diversos testes e experimentos in vitro e in vivo devem ser realizados para avaliar o quanto essa molécula é segura para sem aplicada em um organismo vivo. Para fixar parâmetros como doses e toxicidade, os experimentos in vitro são feitos a priori, pois não envolvem o organismo propriamente dito e geralmente são menos dispendiosos. Alguns dos parâmetros mais importantes de serem avaliados é a metabolização dessa molécula e seu potencial em provocar interações medicamentosas, que podem ser testadas a partir de ensaios in vitro utilizando microssomas hepáticos de humano (HLM), uma fração dos hepatócitos que possui uma quantidade significativa de enzimas da família do citocromo P450 (CYP450), responsáveis por 75% da metabolização dos fármacos. O CYP450 possui diversas subfamílias, chamadas de isoformas, cuja afinidade por determinados compostos (tanto endógenos quanto exógenos) pode ser maior ou menor. Quando um substrato é metabolizado unicamente por uma isoforma do CYP450, diz-se que esse substrato é seletivo, e seu metabólito é utilizado como marcador das reações dessa isoforma. As principais isoformas do CYP450 são: CYP1A2, 2C9 2D6, 2C19, 2E1 e 3A4. A partir dessas informações, desenham-se os experimentos de metabolização e de interação medicamentosa. Nos experimentos de metabolização, o THIQ-Ru foi testado como substrato das enzimas do CYP450. Seu perfil cinético foi sigmoidal, indicando um cooperativismo homotrópico positivo, o que indica que o THIQ-Ru se liga à enzima, modificando sua conformação e fazendo com sua velocidade de metabolização seja aumentada. Também foram realizados experimentos de fenotipagem, para determinar qual isoforma do CYP450 participa majoritariamente de sua metabolização, em que o resultado foi a CYP3A4. Nos experimentos de interações medicamentosas, foram traçadas curvas de IC50, nas quais a atividade remanescente da isoforma é plotada em função do logaritmo da concentração do potencial inibidor. Um inibidor forte apresenta um IC50 abaixo de 10 μmol L-1, enquanto o IC50 de um inibidor moderado situa-se entre 10 e 100 μmol L-1, caso o IC50 fique acima de 100 μmol L-1, o composto é considerado um inibidor fraco da isoforma. O complexo THIQ-Ru inibiu fortemente a atividade de todas as isoformas nas quais foi testado, CYP1A2, 2C9, 2D6, 2E1 e 3A4. A iangambina apresentou-se como um inibidor fraco das isoformas CYP2C9, 2D6 e moderado da 3A4, enquanto aumentou a atividade enzimática das isoformas CYP1A2 e 2E1. Já seu epímero, a epi-iangambina, apresentou-se como um inibidor fraco da CYP2C9, moderado da CYP2D6 e forte da CYP3A4 e aumentou a atividade enzimática das isoformas CYP1A2 e 2E1. Os resultados apresentados já indicam uma direção para futuros estudos in vitro e in vivo, que avaliarão a viabilidade dos compostos testados neste trabalho como candidatos a fármacos.
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Dentre elas, estão a Doença de Chagas e a leishmaniose, abordadas nesse trabalho, e a duas moléculas promissoras para seu tratamento. Um produto natural (iangambina e seu epímero epi-iangambina, para leishmaniose) e um complexo de rutênio com o ligante 5,6,7,8- tetraidroisoquinolina (THIQ-Ru, para doença de Chagas). Quando uma molécula ou composto apresenta características promissoras para se tornar um candidato a fármaco, diversos testes e experimentos in vitro e in vivo devem ser realizados para avaliar o quanto essa molécula é segura para sem aplicada em um organismo vivo. Para fixar parâmetros como doses e toxicidade, os experimentos in vitro são feitos a priori, pois não envolvem o organismo propriamente dito e geralmente são menos dispendiosos. Alguns dos parâmetros mais importantes de serem avaliados é a metabolização dessa molécula e seu potencial em provocar interações medicamentosas, que podem ser testadas a partir de ensaios in vitro utilizando microssomas hepáticos de humano (HLM), uma fração dos hepatócitos que possui uma quantidade significativa de enzimas da família do citocromo P450 (CYP450), responsáveis por 75% da metabolização dos fármacos. O CYP450 possui diversas subfamílias, chamadas de isoformas, cuja afinidade por determinados compostos (tanto endógenos quanto exógenos) pode ser maior ou menor. Quando um substrato é metabolizado unicamente por uma isoforma do CYP450, diz-se que esse substrato é seletivo, e seu metabólito é utilizado como marcador das reações dessa isoforma. As principais isoformas do CYP450 são: CYP1A2, 2C9 2D6, 2C19, 2E1 e 3A4. A partir dessas informações, desenham-se os experimentos de metabolização e de interação medicamentosa. Nos experimentos de metabolização, o THIQ-Ru foi testado como substrato das enzimas do CYP450. Seu perfil cinético foi sigmoidal, indicando um cooperativismo homotrópico positivo, o que indica que o THIQ-Ru se liga à enzima, modificando sua conformação e fazendo com sua velocidade de metabolização seja aumentada. Também foram realizados experimentos de fenotipagem, para determinar qual isoforma do CYP450 participa majoritariamente de sua metabolização, em que o resultado foi a CYP3A4. Nos experimentos de interações medicamentosas, foram traçadas curvas de IC50, nas quais a atividade remanescente da isoforma é plotada em função do logaritmo da concentração do potencial inibidor. Um inibidor forte apresenta um IC50 abaixo de 10 μmol L-1, enquanto o IC50 de um inibidor moderado situa-se entre 10 e 100 μmol L-1, caso o IC50 fique acima de 100 μmol L-1, o composto é considerado um inibidor fraco da isoforma. O complexo THIQ-Ru inibiu fortemente a atividade de todas as isoformas nas quais foi testado, CYP1A2, 2C9, 2D6, 2E1 e 3A4. A iangambina apresentou-se como um inibidor fraco das isoformas CYP2C9, 2D6 e moderado da 3A4, enquanto aumentou a atividade enzimática das isoformas CYP1A2 e 2E1. Já seu epímero, a epi-iangambina, apresentou-se como um inibidor fraco da CYP2C9, moderado da CYP2D6 e forte da CYP3A4 e aumentou a atividade enzimática das isoformas CYP1A2 e 2E1. Os resultados apresentados já indicam uma direção para futuros estudos in vitro e in vivo, que avaliarão a viabilidade dos compostos testados neste trabalho como candidatos a fármacos.Neglected Tropical Diseases (DTN) are illnesses that affect tropical countries which have a poor population. As this population cannot pay for sofisticated treatments, pharmaceutical companies are not so interested in develop treatments for NTD. However, there is reseachers that, seeing the situation in tropical countries, are studying new molecules that can be applied as treatment for NTD. This work evaluates two new molecules: a natural product (yangambin and its epimer, epi-yangambin, for leishmaniasis) and a ruthenium compound with ligand 5,6,7,8-tetrahydroisoquinolin (THIQ-Ru, for Chaga\'s Disease). The development of new drugs requires many phases, but the pre-clinical phase are crucial for determining the next steps of this development. Human liver microsomes (HLM) are useful model to evaluate how these molecules will behave in human liver. HLM are made of CYP450 enzymes, which are responsible for liver metabolism of 75% drugs that enter human body. By using HLM, studies can evaluate the new drug candidate kinect behavior, which CYP450 isoform mostly participates of molecules metabolism and if the drug candidate can cause CYP450 isoforms inhibition by plottig IC50 curves. If IC50 value is higher than 100 μmol L-1, the molecule is a weak inhibitor; if the value is between 10 and 100 μmol L-1, the inhibition is moderate; values lower than 10 μmol L-1 are strong inhibition. Yangambin is a weak inhibitor of all evaluated CYP450 isoforms and even increased the activity of CYP1A2 and 2E1. However, its epimer, epi-yangambin strongly inhibited CYP3A4 and also increased CYP1A2 and 2E1 activity. THIQ-Ru presented a sigmoidal Kinect profile and a positive homotropic cooperativity. It means that THIQ-Ru bonds in the enzymes activity site, increasing its own metabolism.The isoform that major participates of THIQ-Ru metabolism is CYP3A4. THIQ-Ru strongly inhibits all CYP450 isoforms evaluated.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPLourenço, Ricardo VessecchiOliveira, Anderson Rodrigo Moraes deMartins, Júlia2019-10-08info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/60/60137/tde-20092021-194834/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2021-09-24T17:17:02Zoai:teses.usp.br:tde-20092021-194834Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212021-09-24T17:17:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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