Influência da solução de clorexidina a 2% na resistência adesiva de pinos de fibra de vidro em raízes bovinas: acompanhamento imediato, 6 meses e 1 ano

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Silva, Luciana Mendonça da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/25/25148/tde-22112013-112342/
Resumo: Este trabalho teve como objetivo avaliar a influência da solução de clorexidina a 2% na resistência adesiva de pinos de fibra de vidro cimentados com cimento resinoso convencional utilizando três diferentes sistemas adesivos (2 convencionais e 1 autocondicionante), no período de 7 dias, 6 meses e 1 ano. Foram selecionadas 180 raízes bovinas, que foram tratadas endodonticamente e divididas em 6 grupos (n=30): MP, sistema adesivo (SA) convencional de 3 passos (ScotchBond Multi Uso); SB, SA convencional de 2 passos (Single Bond); SE, SA autocondicionante de 2 passos (Clearfil SE Bond); MP-CHX, SB-CHX e SE-CHX, com aplicação da clorexidina (CHX). Em todos os grupos, o pino de fibra de vidro Exacto foi cimentado com cimento resinoso dual RelyX ARC. Cada grupo foi dividido em 3, de acordo com o período experimental, 7 dias, 6 meses e 1 ano (n=10). Após a obtenção de fatias com 1mm de espessura, os espécimes foram submetidos ao teste de push-out (100kg, 0,5mm/min). Os tipos de falhas foram analisados em microscópio ótico de luz (40x) e classificados em: adesiva cimento/dentina; adesiva cimento/pino; coesiva em dentina ou cimento, e mista. Os valores, convertidos em MPa, foram analisados pelo teste ANOVA a 4 critérios e teste de Tukey para comparação das médias, com nível de significância de 5%. Não houve diferença estatística com o uso da CHX para os SAs convencionais testados, nos períodos de 7 dias, 6 meses e 1 ano (p>0,05). Dentre os SA, o MP foi o que se manteve constante com ou sem CHX (p>0,05). Houve diminuição de resistência adesiva no terço cervical, em 1 ano, e no terço apical em 7 dias do SE-CHX (p<0,05). Pode-se concluir que o uso da CHX pareceu não interferir na resistência adesiva dos SAs testados, exceto para o SA autocondicionante, em 7 dias e 1 ano.
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