Efeitos antipsicóticos do tratamento repetido com canabidiol em modelo de esquizofrenia baseado em alterações no neurodesenvolvimento
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17133/tde-05092025-163653/ |
Resumo: | Introdução: A esquizofrenia é um distúrbio que geralmente se manifesta por sintomas positivos e negativos, acompanhados por uma perturbação da cognição. Embora sua etiologia ainda seja desconhecida, algumas teorias têm sido apresentadas a respeito da origem da doença. A hipótese do neurodesenvolvimento afirma que anormalidades no processo de desenvolvimento neural podem promover a ativação de circuitos neuronais patológicos durante a adolescência ou idade adulta, dando origem aos sintomas. Dados anteriores indicam que a administração da mitotoxina acetato de metilazoximetanol (MAM), durante a gestação, interfere no desenvolvimento de regiões cerebrais específicas na prole. Estudos comportamentais utilizando esse modelo demonstram alterações semelhantes às observadas em pacientes com esquizofrenia, como déficits cognitivos, incluindo memória de curto prazo, e aumento da resposta locomotora aos psicoestimulantes de dopamina e glutamato. Além disso, os animais MAM apresentaram um estado hiperdopaminérgico apontado por aumento da população de neurônios dopaminérgicos espontaneamente ativos na área tegmental ventral (ATV). Consequentemente, acredita-se que o modelo animal MAM representa um modelo de esquizofrenia baseado em alterações no neurodesenvolvimento. Dados do nosso grupo utilizando outro modelo de esquizofrenia, baseado no antagonismo dos receptores NMDA (MK-801), obtiveram achados onde o tratamento com CBD durante 7 dias reverteu os prejuízos no comportamento social e função cognitiva. Nesse estudo os efeitos do MK-801 foram bloqueados pelo antagonista de 5-HT1A, sugerindo que o CBD induz efeitos semelhantes aos antipsicóticos ao ativar esses receptores. Desta forma, avaliar os efeitos do tratamento com CBD no modelo MAM pode expandir nossa compreensão dos mecanismos subjacentes aos seus efeitos e confirmar sua eficácia em diferentes contextos da esquizofrenia, potencialmente contribuindo para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas. Objetivo: Avaliar se o tratamento repetido com CBD poderia reverter as alterações comportamentais e eletrofisiológicas observadas no modelo MAM. Métodos: Ratas da linhagem Sprague-Dawley foram tratadas com MAM ou salina no dia gestacional 17, e os machos de sua prole foram tratados com CBD na dose de 60mg/Kg durante 7 dias (PND 55-61). Ao atingirem idade adulta (PND 62), esses animais foram avaliados através dos testes comportamentais: labirinto em cruz elevado (LCE), claro/escuro (CE), reconhecimento de objeto (RO) e resposta locomotora ao MK-801. Além disso, uma semana depois dos testes comportamentais, os animais foram submetidos aos registros eletrofisiológicos in vivo de neurônios dopaminérgicos da Área Tegmental Ventral (ATV). Resultados: No teste claro-escuro os animais MAM exibiram um comportamento indicativo de ansiedade, refletido pela redução do tempo gasto no compartimento claro. O tratamento com canabidiol atenuou esse efeito. No teste de reconhecimento de objeto, os animais MAM apresentaram um prejuízo na memória de reconhecimento a curto prazo, que foi atenuado pelo tratamento repetido com CBD. Os registros eletrofisiológicos indicaram que os animais MAM apresentaram atividade dopaminérgica exacerbada. O tratamento atenuou este estado, reduzindo o número de células dopaminérgicas espontaneamente ativas. A análise de correlação entre o número de células dopaminérgicas espontaneamente ativas na ATV e o índice de discriminação no teste de reconhecimento de objeto demonstrou uma correlação negativa entre os fatores. Conclusão: Esses achados sugerem que o tratamento repetido com Canabidiol durante 7 dias atenuou alterações comportamentais e eletrofisiológicas relacionadas à esquizofrenia no animal adulto, que foram induzidas pela exposição ao acetato de metilazoximetanol (MAM) durante o seu neurodesenvolvimento. |
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Efeitos antipsicóticos do tratamento repetido com canabidiol em modelo de esquizofrenia baseado em alterações no neurodesenvolvimentoAntipsychotic effects of repeated cannabidiol treatment in a neurodevelopmental model of schizophreniaCanabidiolCannabidiolDopaminergic systemElectrophysiologyEletrofisiologiaEsquizofreniaMAM modelModelo MAMNeurodesenvolvimentoNeurodevelopmentSchizophreniaSistema dopaminérgicoIntrodução: A esquizofrenia é um distúrbio que geralmente se manifesta por sintomas positivos e negativos, acompanhados por uma perturbação da cognição. Embora sua etiologia ainda seja desconhecida, algumas teorias têm sido apresentadas a respeito da origem da doença. A hipótese do neurodesenvolvimento afirma que anormalidades no processo de desenvolvimento neural podem promover a ativação de circuitos neuronais patológicos durante a adolescência ou idade adulta, dando origem aos sintomas. Dados anteriores indicam que a administração da mitotoxina acetato de metilazoximetanol (MAM), durante a gestação, interfere no desenvolvimento de regiões cerebrais específicas na prole. Estudos comportamentais utilizando esse modelo demonstram alterações semelhantes às observadas em pacientes com esquizofrenia, como déficits cognitivos, incluindo memória de curto prazo, e aumento da resposta locomotora aos psicoestimulantes de dopamina e glutamato. Além disso, os animais MAM apresentaram um estado hiperdopaminérgico apontado por aumento da população de neurônios dopaminérgicos espontaneamente ativos na área tegmental ventral (ATV). Consequentemente, acredita-se que o modelo animal MAM representa um modelo de esquizofrenia baseado em alterações no neurodesenvolvimento. Dados do nosso grupo utilizando outro modelo de esquizofrenia, baseado no antagonismo dos receptores NMDA (MK-801), obtiveram achados onde o tratamento com CBD durante 7 dias reverteu os prejuízos no comportamento social e função cognitiva. Nesse estudo os efeitos do MK-801 foram bloqueados pelo antagonista de 5-HT1A, sugerindo que o CBD induz efeitos semelhantes aos antipsicóticos ao ativar esses receptores. Desta forma, avaliar os efeitos do tratamento com CBD no modelo MAM pode expandir nossa compreensão dos mecanismos subjacentes aos seus efeitos e confirmar sua eficácia em diferentes contextos da esquizofrenia, potencialmente contribuindo para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas. Objetivo: Avaliar se o tratamento repetido com CBD poderia reverter as alterações comportamentais e eletrofisiológicas observadas no modelo MAM. Métodos: Ratas da linhagem Sprague-Dawley foram tratadas com MAM ou salina no dia gestacional 17, e os machos de sua prole foram tratados com CBD na dose de 60mg/Kg durante 7 dias (PND 55-61). Ao atingirem idade adulta (PND 62), esses animais foram avaliados através dos testes comportamentais: labirinto em cruz elevado (LCE), claro/escuro (CE), reconhecimento de objeto (RO) e resposta locomotora ao MK-801. Além disso, uma semana depois dos testes comportamentais, os animais foram submetidos aos registros eletrofisiológicos in vivo de neurônios dopaminérgicos da Área Tegmental Ventral (ATV). Resultados: No teste claro-escuro os animais MAM exibiram um comportamento indicativo de ansiedade, refletido pela redução do tempo gasto no compartimento claro. O tratamento com canabidiol atenuou esse efeito. No teste de reconhecimento de objeto, os animais MAM apresentaram um prejuízo na memória de reconhecimento a curto prazo, que foi atenuado pelo tratamento repetido com CBD. Os registros eletrofisiológicos indicaram que os animais MAM apresentaram atividade dopaminérgica exacerbada. O tratamento atenuou este estado, reduzindo o número de células dopaminérgicas espontaneamente ativas. A análise de correlação entre o número de células dopaminérgicas espontaneamente ativas na ATV e o índice de discriminação no teste de reconhecimento de objeto demonstrou uma correlação negativa entre os fatores. Conclusão: Esses achados sugerem que o tratamento repetido com Canabidiol durante 7 dias atenuou alterações comportamentais e eletrofisiológicas relacionadas à esquizofrenia no animal adulto, que foram induzidas pela exposição ao acetato de metilazoximetanol (MAM) durante o seu neurodesenvolvimento.Introduction: Schizophrenia is a disorder that typically manifests with positive and negative symptoms, accompanied by cognitive impairment. Although its etiology remains unknown, some theories have been proposed regarding the origin of the disease. The neurodevelopmental hypothesis suggests that abnormalities in neural development processes may promote the activation of pathological neuronal circuits during adolescence or adulthood, leading to the symptoms. Previous data indicate that administration of the mitotoxin methylazoxymethanol acetate (MAM) during pregnancy interferes with the development of specific brain regions in the offspring. Behavioral studies using this model show alterations similar to those observed in patients with schizophrenia, such as cognitive deficits, including short-term memory impairments, and increased locomotor response to dopamine and glutamate psychostimulants. Furthermore, MAM animals exhibit a hyperdopaminergic state indicated by an increased population of spontaneously active dopaminergic neurons in the ventral tegmental area (VTA). Consequently, the MAM animal model is believed to represent a schizophrenia model based on neurodevelopmental alterations. Data from our group using another schizophrenia model, based on NMDA receptor antagonism (MK-801), revealed findings where CBD treatment over 7 days reversed deficits in social behavior and cognitive function. In that study, the effects of MK-801 were blocked by a 5-HT1A antagonist, suggesting that CBD induces antipsychotic-like effects by activating these receptors. Therefore, evaluating the effects of CBD treatment in the MAM model may expand our understanding of the underlying mechanisms of its effects and confirm its efficacy in different schizophrenia contexts, potentially contributing to the development of new therapeutic approaches. Objective: To evaluate whether repeated CBD treatment could reverse the behavioral and electrophysiological alterations observed in the MAM model. Methods: Sprague-Dawley rats were treated with MAM or saline on gestational day 17, and the male offspring were treated with CBD at a dose of 60 mg/kg for 7 days (PND 55-61). Upon reaching adulthood (PND 62), these animals were evaluated using behavioral tests: elevated plus maze (EPM), light/dark (LD), object recognition (OR), and locomotor response to MK-801. Additionally, one week after the behavioral tests, the animals underwent in vivo electrophysiological recordings of dopaminergic neurons in the VTA. Results: In the light-darktest, the MAM animal sex habited behavior indicative of anxiety, reflected by the reduced time spent in the light compartment. Treatment with canabidiol attenuated this effect. In the object recognition test, MAM animals showed a short-term recognition memory impairment, which was attenuated by repeated CBD treatment. Electrophysiological recordings indicated that MAM animals exhibited exacerbated dopaminergic activity. The treatment mitigated this state, reducing the number of spontaneously active dopaminergic cells. Correlation analysis between the number of spontaneously active dopaminergic cells in the VTA and the discrimination index in the object recognition test demonstrated a negative correlation between these factors. Conclusion: These findings suggest that repeated treatment with cannabidiol for 7 days attenuates behavioral and electrophysiological alterations related to schizophrenia in adult animals, which were induced by exposure to methylazoxymethanol acetate (MAM) during neurodevelopment.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPGuimarães, Francisco SilveiraAndrade, Lídia Macedo de2025-06-09info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17133/tde-05092025-163653/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-11-06T09:03:02Zoai:teses.usp.br:tde-05092025-163653Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-11-06T09:03:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: A esquizofrenia é um distúrbio que geralmente se manifesta por sintomas positivos e negativos, acompanhados por uma perturbação da cognição. Embora sua etiologia ainda seja desconhecida, algumas teorias têm sido apresentadas a respeito da origem da doença. A hipótese do neurodesenvolvimento afirma que anormalidades no processo de desenvolvimento neural podem promover a ativação de circuitos neuronais patológicos durante a adolescência ou idade adulta, dando origem aos sintomas. Dados anteriores indicam que a administração da mitotoxina acetato de metilazoximetanol (MAM), durante a gestação, interfere no desenvolvimento de regiões cerebrais específicas na prole. Estudos comportamentais utilizando esse modelo demonstram alterações semelhantes às observadas em pacientes com esquizofrenia, como déficits cognitivos, incluindo memória de curto prazo, e aumento da resposta locomotora aos psicoestimulantes de dopamina e glutamato. Além disso, os animais MAM apresentaram um estado hiperdopaminérgico apontado por aumento da população de neurônios dopaminérgicos espontaneamente ativos na área tegmental ventral (ATV). Consequentemente, acredita-se que o modelo animal MAM representa um modelo de esquizofrenia baseado em alterações no neurodesenvolvimento. Dados do nosso grupo utilizando outro modelo de esquizofrenia, baseado no antagonismo dos receptores NMDA (MK-801), obtiveram achados onde o tratamento com CBD durante 7 dias reverteu os prejuízos no comportamento social e função cognitiva. Nesse estudo os efeitos do MK-801 foram bloqueados pelo antagonista de 5-HT1A, sugerindo que o CBD induz efeitos semelhantes aos antipsicóticos ao ativar esses receptores. Desta forma, avaliar os efeitos do tratamento com CBD no modelo MAM pode expandir nossa compreensão dos mecanismos subjacentes aos seus efeitos e confirmar sua eficácia em diferentes contextos da esquizofrenia, potencialmente contribuindo para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas. Objetivo: Avaliar se o tratamento repetido com CBD poderia reverter as alterações comportamentais e eletrofisiológicas observadas no modelo MAM. Métodos: Ratas da linhagem Sprague-Dawley foram tratadas com MAM ou salina no dia gestacional 17, e os machos de sua prole foram tratados com CBD na dose de 60mg/Kg durante 7 dias (PND 55-61). Ao atingirem idade adulta (PND 62), esses animais foram avaliados através dos testes comportamentais: labirinto em cruz elevado (LCE), claro/escuro (CE), reconhecimento de objeto (RO) e resposta locomotora ao MK-801. Além disso, uma semana depois dos testes comportamentais, os animais foram submetidos aos registros eletrofisiológicos in vivo de neurônios dopaminérgicos da Área Tegmental Ventral (ATV). Resultados: No teste claro-escuro os animais MAM exibiram um comportamento indicativo de ansiedade, refletido pela redução do tempo gasto no compartimento claro. O tratamento com canabidiol atenuou esse efeito. No teste de reconhecimento de objeto, os animais MAM apresentaram um prejuízo na memória de reconhecimento a curto prazo, que foi atenuado pelo tratamento repetido com CBD. Os registros eletrofisiológicos indicaram que os animais MAM apresentaram atividade dopaminérgica exacerbada. O tratamento atenuou este estado, reduzindo o número de células dopaminérgicas espontaneamente ativas. A análise de correlação entre o número de células dopaminérgicas espontaneamente ativas na ATV e o índice de discriminação no teste de reconhecimento de objeto demonstrou uma correlação negativa entre os fatores. Conclusão: Esses achados sugerem que o tratamento repetido com Canabidiol durante 7 dias atenuou alterações comportamentais e eletrofisiológicas relacionadas à esquizofrenia no animal adulto, que foram induzidas pela exposição ao acetato de metilazoximetanol (MAM) durante o seu neurodesenvolvimento. |
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